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Análises

[Preview] Digimon All-Star Rumble

Nota da Jejé: Este texto foi escrito por Caio Vicentini, que me acompanhou no evento da Namco Bandai, jogou alguns dos títulos e quis colaborar com suas impressões para o site! Esperamos que curtam o texto dele! 🙂

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Nós tivemos a chance de testar a nova empreitada da Namco no universo dos monstrinhos digitais. Em meio às comemorações do aniversário de 15 anos da série (mas já?!), foram anunciados várias novidades que fizeram a alegria dos fãs. Entre elas está Digimon All-Star Rumble, um jogo que colocará os campeões mais queridos da série para duelarem.

A história é bem simples: os digimons decidem lutar entre si apenas por diversão, quando todas as ameaças do mal foram derrotadas. Com um leque de seis personagens para se escolher (dos doze que estarão disponíveis na versão final), nós pudemos jogar em cenários que remetem a episódios do anime, tais como a Cidade dos Brinquedos e a Ilha Arquivo.

A mecânica do jogo é bem simples e com apenas uma partida eu pude assimilar boa parte dos comandos básicos. Os golpes vão desde os tradicionais golpes leves e fortes, como também um ataque à distância, que pode ser carregado e gerar uma investida mais forte. Não demorei muito também para encaixar os combos, pois ao olhar a lista de golpes, percebi que a maioria deles consistia em esmagar repetidamente um botão. Isso pode tornar o jogo monótono após algumas partidas e o fato de que há um botão exclusivo para defesa agrava ainda mais a falta de opções.

Pode-se perceber nitidamente que a arena foi feita para comportar o combate para até quatro jogadores. Este fator pode tornar a luta em uma corrida para alcançar o oponente, caso existam apenas duas pessoas jogando. Outra característica das arenas é a presença dos power ups que ficam alocados nas extremidades do ringue. Existem vários tipos deles, cada qual com uma característica bem distinta. Existe um tipo que permite ao Digimon criar um tornado em torno de si mesmo e assim se torne invencível por um breve período, e outro tipo permite que o jogador execute um poderoso ataque à distância. Meu favorito com certeza é o que transforma o seu adversário em um Numemon (para quem não se lembra, são aqueles que jogam cocô como arma!). Todavia, o cenário em 3D torna a jogatina um pouco desajeitada, fazendo com que o jogador fique de costas pra seu adversário sem perceber, e vice-versa.

Mas nem tudo está perdido. Para aqueles que estão se perguntando se as digievoluções figuram no jogo, fiquem tranqüilos. Ela está lá e é muito gratificante de se usar. Ela funciona como um golpe especial, e é preciso preencher uma barra para usá-la. Quando isso ocorre o personagem digievolui por um curto período de tempo. Devo confessar que senti uma onda de nostalgia ao ver meu Agumon passar para o Wargreymon e utilizar seu golpe tal como no desenho! Todos os Digimons contam com apenas uma evolução, mas nem todos vão para sua forma final. Tentomon, por exemplo, se transforma em Atlurkabuterimon (sendo que sua última transformação é Herculeskabuterimon). Enquanto Agumon, Gabumon e Piyomon evoluem para suas respectivas formas finais. Não consegui entender o critério para escolher as evoluções de cada um, mas de qualquer forma, elas não deixam de serem divertidas de usar.

Ainda que tenha alguns detalhes a serem polidos, Digimon All-Star Rumble é um jogo que pode agradar tanto aos fãs da série, como aqueles que buscam um jogo de luta amigável para jogar com os amigos. O jogo está previsto para o dia 11 de novembro, para PlayStation 3 e Xbox 360.

Mais sobre o colaborador: Caio Vicentini tem 20 anos, reside em São Paulo, e estuda Jogos Digitais. Curte quadrinhos, videogames e robôs gigantes. Deem um alô para ele em seu twitter! 😉

Um comentário
  1. Carol Carvalho

    Que lindo! *-* Chegou a tempo pra disputar com Super Smash Bros!Quero muito jogar com a Angewomon, como fas?

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