Nós temos "pobrema"? Vivi, devolve meu Gardenal ¬¬

Tags: entrevista dia dia, vício videogames

Por Clarice dos Santos

crazypeople

Essa semana, o nosso amigo-colega-colecionador-fanático-leitor-do-GoW Moacyr foi convidado a participar do programa ‘Dia Dia’ da Rede Bandeirantes. Pois bem, o convidaram, colecionador de games, e juntamente Aderbal Vieira Júnior – que uma parte é chamado de Psiquiatra, e outra de Psicólogo… pessoal do programa, isso tem diferença! – para explicar sobre o vício de videogame. Abaixo o vídeo da “entrevista”:

Acabaram de assistir? Pois bem, nota-se a ânsia das apresentadoras em mostrarem que o Moacyr é um doido-doente-anti-social-que-precisa-de-tratamento, e também notamos que, por parte do Moacyr e do Dr. Aderbal, elas levam aaaaltos foras! Por quê? Sensacionalismo, vontade de mostras que nós, apaixonados por games, temos algum problema sério e que precisamos nos tratar. Tentaram ver se a esposa do Moacyr achava ruim de ele ficar jogando videogame, ele me solta com classe: “Ela joga comigo!”, ou ao falar de não ver problema nenhum se a filha dele, ao invés de querer sair quando ficar mais velha, escolher ficar em casa jogando videogame. Boooa! O mais legal foi o Dr. fazer a apresentadora gaguejar! Hahahahahahaha! Tooooooma, sensacionalismo! A vontade das duas apresentadoras de nos fazer parecer doentes é lamentável!

Cliquem no link abaixo para ler o texto escrito pelo próprio Moacyr, que me deu autorização de postá-lo aqui no blog.

“Ola pessoal tudo bem ?

Bem depois de ter finalmente voltado da “entrevista” eis a todos a triste verdade, primeiramente é o do que se trata a televisão, que na verdade é “um pouco de conteudo no meio das propagandas” quando na verdade deveria ser ” um pouco de propaganda no meio do conteudo”.

Em segunda questão:

– Eles queriam um idiota maluco em games e o que encontraram era alguem que gosta muito de games, o problema de muitas pessoas é de tratarem nós, os jogadores de games, como um bando de idiotas com algum tipo de problema.

O saldo da entrevista foi frustrante para os diretores do programa e UMA VITÓRIA para nós jogadores….. ai vocês vão me perguntar o porque.. e eu explico:

Um pouco antes de entrar no programa eu e o psicologo Aderbal conversamos sobre o assunto, vimos que o programa passava 90% de noticias ruins ( como se fosse diferente de algum outro programa ) e o que eles queriam era justamente alguem que fosse viciado em games e que falasse justamente o que eles queriam ouvir….. “que o game traz problemas emocionais e problemas de relacionamento”

– Agora vocês perceberam que quando eu falei no programa que sou um viciado em games e que isso traz uma grande realização pessoal, como os encontros com os amigos e que tenho uma otima relação com minha esposa, como eles mudaram o foco ?

– Dai em diante nem me perguntaram mais nada, o porque é óbvio, que eles queriam algo ao nivel do programa deles ou “sensacionalista” ou “com algum tipo de problema” e não acharam isso na minha entrevista.

Falei antes com o psicólogo sobre isso e ele foi muito bacana, no momento que estavam entrevistando ele, ele fala:

– Ele sabe quanto tempo ele joga, logo, ele controla o vicio dele…..

Conclusão: Acabou a entrevista (risos)

Então meus caros amigos, mais uma vez mostro a esse pessoal que “NÃO SOMOS DOENTES” e que o doente é por si só uma pessoa problematica, não vou deixar NUNCA que ROTULEM nossa comunidade gamistica e nossa filosofia SADIA de jogar…..

Um grande abraço a todos e obrigado por me prestigiarem naquele programa lamentavel…..

Moacyr – PC Engine Fan “

Gamers queridos, leitores do blog: comentem sobre esse fato “lamentável”! E Moacyr, dá-lhe Killzone 2 no ar, hein??rsrs

Clarice dos Santos
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52 Comentários em "Nós temos "pobrema"? Vivi, devolve meu Gardenal ¬¬"
  1. Renan Rodrigues
    18/04/2009

    Isso aí!! Temos que defender nossa “raça”. Mostrar que gamers não são pessoas idiotas e sim os que tem esse preconceito que são idiotas!

    Se as pessoa veem álguem que é viciado em novela, não falam que é doente, apenas que é “noveleiro”, se é viciado em falar da voda dos outros ele nãp é idiota,é fofoqueiro ou então álguem “que espalha notícias”. POr que esse preconceito apenas por games??

    Temos que mostrar para essas pessoas, que nós gamers, somos pessoas normais, e que sabemos muito bem a hora de parar de jogar para fazer outra coisa!!!

  2. Master Kim
    18/04/2009

    É uma pena que ainda exista pessoas que acham que games é coisa de gente doida e anti-social.
    Entretanto, isso é até normal, tudo que é novo e faz sucesso, causa antipatia de muita gente, foi assim com o cinema, carros (pior que muita gente achava que isso nao substituiria os cavalos), tv e revistas em quadrinhos. Acredito que em mais alguns anos isso nao aconteça mais.
    No mais, podem falar o que quiserem, nunca deixarei de jogar. Sou dono do meu nariz e pessoa nenhuma mudará meus gostos.

  3. 18/04/2009

    RÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ, tomaram no rabo as apresentadoras, haeuaehaeuhaeuaehaeuaehaeuaehuaehaeuaehaeuaheaueha.

    Sério, tomara que a próxima geração não precise passar o que nós gamers passamos na nossa, a de preconceitos tanto de pessoas em casa quanto fora dela.

  4. Vivi Werneck
    18/04/2009

    Ahuahuahauhauahuahaaa… Primeiro: Clá, compre o seu próprio Gardenal! rsrsrs…

    Segundo: pessoas como essas, que nos rotulam, sempre vão existir. Fato. Agora, graças a ao Deus Kratos, existem jornalistas que lutam do nosso lado (eu e a Bruninha, por exemplo). Sempre gostei d games e isso nunca me fez uma anti-social. Isso é coisa de programa de gente que não tem mais o que pautar…

  5. Ruston
    18/04/2009

    Essa é uma das maiores mostras de sensacionalismo na TV que já vi. Como vou ter que sair daqui a pouco, mais tarde vou colocar, com mais detalhes, o que achei desse programa…

  6. 18/04/2009

    Games é como trepar, vc pode fazer isto todo dia e por várias horas, mas isto não quer dizer que seja um ninfomaníaco :P

  7. Renan Rodrigues
    18/04/2009

    Eu acho que só deveria considerar álguem viciado em algo, somente caso isso “consuma” pelo menos 50% de seu dia(ou seja, 12 horas). E trabalho não conta, pq tirando trabalhar com games acho que nínguem deve ser viciado em trabalhar

  8. 18/04/2009

    existe sim os viciados em trabalho renan, os workaholic. Eu sou um tantinho assim qdo tou fazendo algo, rs.

  9. sigma
    18/04/2009

    i like pancakes!!!!! uhaoooaaa!

    Bem que poderia ter um programa assim mas voltado para games: `O que será que tem na caixa? Veja agora!… Confira no final do programa!’ Quando abrirmos: ‘Um dynavision com 999999 games!!!!’

  10. Renan Rodrigues
    18/04/2009

    @ Thyago

    Cruzes!! SE bem que nesse mundo tem louco pra tudo né?

  11. Krycov
    18/04/2009

    Sinceramente esse tipo de coisa não merece nem atenção… programinha de Dona de casa desocupada, dirigito por pessoas sem nenhum conhecimento razo do que estão discutindo…
    Agora meninas… isso ai dária um bom assunto para um segundo PodCast do Blog de vcs hein? vale a pena pensar no assunto…
    e claro… parabens Moacyr… não vo falar q vc foi perfeito.. pq elas mesmo não deixaram vc ser perfeito.. mas foi um tapa de luva… isso ai é tralma de infância… aposto que as duas não ganharam um atari qnd era criança…

  12. Alef
    18/04/2009

    Cara, a TV atualmente é a maior formadora de opiniões do mundo, sim, devo admitir q tem pessoas q são doentes mesmo por games, mas isso é algo raro, mas dai já é outro caso, ñ tem nada a ver com os games em si, agora a questão é a seguinte, com os jogos ganhando mais espaço no mercado, eles estão se tornando praticamente uma parte do dia-a-dia de quase todo o mundo, daqui alguns anos praticamente todas as casas terão um videogame, pesquisas ja dizem isto, e vcs acham q a TV vai querer perder seu lugar? Não, ela vai tentar abater todos aqueles q tentarem fazer um sucesso maior q a dela, me admiro a Globo ainda ñ ter feito algo parecido já.
    Mas a verdade é, quem é mais inteligente? Um demente q passa o dia inteiro assistindo BBB ou um “doente” q passa o dia inteiro jogando videogame, sendo q o videogame desenvolve a lógica.
    Ha!Ha!Ha!Ha!Ha! Nós ñ somos loucos, somos nós q fazemos eles andarem!

  13. Ricardo
    18/04/2009

    Isso é muito triste, tenho 32 anos, trabalho, tenho amigos e tenho uma vida tranquila. Só por que jogo videogames sou rotulado como uma pessoa doente ou viciada??
    Eles estão totalmente equivocados. Essa mídia sensacionalista está acostumada a tomar atitudes assim. É por isso que a TV e o cinema tem perdido espaço para os games. Prefiro mil vezes ligar meu PS3 a ficar assistindo essas porcarias de novelas e jornalecos de fim de noite.

  14. PH!
    18/04/2009

    Muito bem feito! Tomaram no …!

    Aew, parabéns ao Moacyr, virei fã do cara, o semblante tranquilo e racional dele fez a apresentadora ficar com cara de bunda! AIUOHAIUHAIUAHIUA!!!!

    Defendo a naçao gamer, mas mesmo assim, não há como negar q há os doentes (vcs sabem a quem estou me referindo) :P

  15. Gamer
    18/04/2009

    VENDETTA! Peguem suas espadas do Twilight Princess, seus WII Remotes, suas X Guitars do Rock Band/Guitar Hero, suas canetinhas Stylus, seus nunchucks e seus PS3 e bora invadir Brasilia para mostrar que não somos doentes! >: (

  16. 18/04/2009

    Pois é pessoal, infelizmente eles não perguntaram mais nada pra mim senão ia ser pior a bucha dela :-) elas não me perguntaram a pesquisa que faço com games as unimeras palestras que já fiz e a que eu vou fazer agora na microsoft que tem como jogadores: 1 juiz, 1 desembargador, 2 auditores da Ernest Young ou seja, somente aquele povo retardado que eles pensam (risos), well é isso ai meninas, depois eu mando mais algumas coisas pra vocês sobre isso parabens a vocês meninas tudo de bom – Moacyr

  17. Rafael
    18/04/2009

    GAMERS HARCKERS NERDS !!
    F*#$@***-** apresentadores

    Yap Yap(urraa!!)
    Yap Yap(urrraa!)

    Até telletubies ganha na audiencia contra
    esse programa de…..ISSO MEMSO q vc pensou!

    XD

  18. 18/04/2009

    IHOEOIHEOIHEIOEIHOEIHOEIHOHOEIE
    Ri muito quando a tia gagejou. Tentaram dizer que nós, “gamers” samos pessoas sem vida social que so pensa em jogo jogo jogo jogo, concerteza elas tomaram no… Bem feito pra elas (:
    E boa Moacyr, defendendo nois e jogando um KZ (tava no modo elite, não?)

  19. 18/04/2009

    Acho que cada caso é um caso. Eu por exemplo, jogo quase tanto quanto o Moacy, de 2 até 3 horas por dia, o que na minha opinião é algo “normal”.

    Hoje com meus 28 anos de idade não consigo ser mais tão “viciado” como fui na minha adolescência (na minha infância “brincava” mais na rua do que ficava em casa), onde muitas das vezes jogava horas e horas, parando somente ou para comer, ou para tomar banho, ou para sair a noite (para ir encontrar os amigos, ir em alguma festa para ficar com alguma garota bacana, etc).

    Generalizar que todo gamer tem problemas, chega a ser burrice, mas alguns, casos raros, podem sim ter um problema grave em relação aos videogames, como foi o caso de um garoto escocês que ficou mais de 24 horas direto jogando o game World of Warcraft Online, se alimentando muito mal durante todo este período e acabou tendo uma convulsão no final de sua “jornada”.

    Um garoto desses precisa de tratamento? Talvez, ou pelo menos repensar as coisas e ver que existem coisas tão bacanas e outra muitos melhores para se fazer da vida do que somente jogar videogame. Quem sou eu pra julgar outra pessoa, sendo o ser humano tão complexo quanto é, mas eu não gostaria de um dia ter um filho que ficasse só jogando videogame em casa, sem sair para a rua e se divertir com os amigos. Acho que em tudo na vida temos que ter um limite e um equilíbrio.

    Agora uma coisa acredito que todos aqui concordamos: não sei nem em que horário passa esse programa da TV Bandeirantes, mas é muito melhor gastar nosso tempo jogando um bom game do que vendo uma porcaria dessas, não concordam? Uuahuahauhaua…. Eles gostam de pegar pesado em relação aos gamers, mas nem sequer falam das milhões de pessoas que são viciadas na TV, e que muitas das vezes deixar de sair na rua só para ficar “presas” no sofá e assistirem o último capítulo daquela novela horrenda ou o final de um Big Bosta Brasil… antes ser um viciado em games do que um imbecil viciado em TV, que atualmente, tem pouca coisa que realmente presta!

  20. 18/04/2009

    Como o André Breder falou, cada caso é um caso..

    Claro que temos alguns casos como ele relatou de pessoas que jogam durante 24 horas, e que pessoas assim precisam de tratamento. Mas daí a demonizar todo e qualquer gamer (ainda mais que estamos numa época em que, com o advento do Wii e dos jogos musicais, os games possuem uma amplitude muito maior) é querer demais. Mas de um programa desse tipo não poderia se esperar muita coisa…

  21. 18/04/2009

    Compartilho com todos o desprezo quanto ao programa, mas o buraco é mais em baixo.
    Não é de hoje que eu e uma porrada de “moleques” ( e molecas, claro) sofremos com isso. Somos da época que videogame era coisa de criança. Hoje é coisa de adulto, que ironicamente, ensinam seus filhos (e não proibem como os nossos pais). Isso vai acabar um dia, e a culpa é toda nossa, Gamers, de vocês “Blogamers”, e do Moacyr também, que ensinou aquelas nojentinhas com quantas balas se faz um Killzone.

    Abraço garotas, e eu volto.

  22. 18/04/2009

    Acho que vale ser replicado e virar meme entre os blogs de games. TO Warpzona vai fazer a sua parte.

  23. Alice
    18/04/2009

    nesses casos so há uma coisa a dizer:

    TOOOOOOOOOOOMA!

  24. 18/04/2009

    Ainda bem que não entrevistaram o Didier, senão os gamers brasileiros estariam em serios problemas

  25. Murilo
    18/04/2009

    nossa…quanta imparcialidade… +

    parabéns ao Moacyr e meninas thanks for sharing ( isso pelo vídeo…)

    Sabe o que eu acho engraçado nesses programas?

    Acho engraçado como nesses programas, o pessoal ( diga-se de passagem, as apresentadoras ) “levam” o programa – a entrevista – para onde elas querem…

    é engraçado que essas apresentadoras nem sabem que, mesmo em meio a situação econômica mundial, a Indústria de Games vai muito bem, obrigado…

    é engraçado que, essas apresentadoras ( e o pessoal que assiste esse tipo de programa…) nem imaginam que os jogos atualmente movimentam mais dinheiro do que o cinema…

    é engraçado como as pessoas que acham que nós gamers somos doentes, viciados e anti-sociais nem sabem que nós trabalhamos…estudamos…participamos de festas…vamos pra igreja…ou baladas…estudamos outras línguas ( yes, we can….)
    namoramos, casamos…somos pessoas normais ( ta certo que alguns nem tanto ) e etc…

    é engraçado..muito engraçado…

  26. Alice
    18/04/2009

    Entrevista com o Didier?
    ja to ate imaginando:

    -Hoje nos vamos falar de um menino viciado e games, qual o seu nome?
    -KILLZONE 2!
    -muito bem, e…quantos anos voce tem?
    -KILLZONE 2!
    -uhm, certo e onde voce mora?
    -KILLZONE 2!
    -e qual o seu jogo favorito?
    -KILLZONE 2!
    (e assim continua a entrevista ate que o Didier tem um ataque epiletico sem conceguir falar nada alem de Killzone 2…)

  27. 18/04/2009

    “MANIACO POR GAMES ABRE O JOGO”
    Maníaco? É incrível como não medem esforços para incutir na cabeça dos brasileiros que os games são ruins.
    Não sei quem declarou a guerra, mas acredito que nós já ganhamos e nossos “inimigos” estão sendo mal perdedores.

    Acredito fielmente que todo tipo de classificação ou rotulação é excludente. Rotular os gamers como loucos, anti-sociais e, nesse caso, maníacos é uma falta de respeito.

    É como o Breder escreveu. Cada caso é um caso. Hoje temos sim uma parcela dos que estão completamente viciados e precisam de ajuda. Mas há um número muito maior de pessoas como eu, você, e o Moacyr que jogamos e somos responsáveis, temos nossas vidas e responsabilidades e enxergamos os games como uma diversão (e alguns até algo mais, como trabalho, por exemplo).

    E se vierem falar mal de games perto de mim saco logo o meu fuzil e dou um headshot nesse infeliz.

    Maníacos, humpf, é cada uma…

  28. 18/04/2009

    Jogo tanto quanto o Moacyr, todos os dias, desde que consegui segurar o joystick pela primeira vez (era um Atari daqueles de com acabamento em madeira, rsrsrs). Garanto que meu raciocinio e lógica são mais rápido do que os dos otário que ficam assistindo programinhas de donas de casa desocupadas ou BBB’s, sem generalizar claro… Acho que eles já se deram conta de que é uma tecla que não precisa mais ser batida, por até mesmo os grandes jornais já se curvaram, salvo algumas excessões, muitos já concordam que jogar é um habito saudavel, pena que ainda existem programas sensacionalistas de 5° querendo abusar da ignorancia de muitos expectadores de baixo Q.I.

    Parabens Moacyr, a sua atitude foi a melhor de todas, eu não teria tido tanta paciência e provavelmente teria perdido a razão, rsrsrs.

    Ps: é a 1° vez que entrei neste blog e gostei muito.

  29. 19/04/2009

    Eu estou com diversos textos sobre vicios e compulsões, depois de sabado agora, que é a minha palestra, eu vou passar pras meninas artigos, sérios e interessantes sobre o assunto :-) ai sim vamos poder falar coerencia sobre o delicado assunto da compulsão x vicio.

    Abraços Moacyr – Pc Engine Fan

  30. 19/04/2009

    Não quero falar mal do programa porque não conheço, só vi esse vídeo, mas pelo pouco que pude ver e imaginar sobre o programa, me admiro que ainda hoje esse tipo de programa tenha audiência.

    Como tentou dizer o psicólogo, jogo só é problema quando passa a atrapalhar a vida — e sim, isso acontece em alguns casos –, quando a pessoa está curtindo na boa, não tem problema. De qualquer forma, se fosse um programa sério, teria que mostrar os dois lados, e não só o lado ruim como tentaram fazer, e falharam porque o Moacyr mandou bem, o psicólogo também.

  31. RolentoBr
    19/04/2009

    Mas a gente so levou a melhor porque os tais psicologos foram bem profissionais,se eles fossem tendenciosos a coisa teria tomado um rumo bem diferente. Lembram dos crimes do colegio Columbine? Ou do estudante de medicina que abriu fogo contra pessoas em um cinema? Pois e,sempre arranjam um jeito de por a culpa nos games,ja vi muitos desses tais psicologos falando em programas de TV alarmistas sobre os `perigos´ dos games. Na epoca do referendo das armas foi um terror,qualquer coisinha era um incentivo para as pessoas ficarem violentas. E ainda bem que eles escolheram esse cara como entrevistado,ja pensou se eles tivessem escolhido um NERD de oculos,sem amigos ou vida social? Bem feito pra esse programinha de bosta!!!!

  32. Zamir
    19/04/2009

    É isso aê grande mestre Moacyr…foi realmente uma entrevista lametável…o Carlinhos tinha comentado comigo lá na RPJ que você tinha dado uma entrevista só que tinham te deixado meio que de lado nela e vi que as apresentadoras ficaram sem saber o que fazer…completamente perdidas…hahahahahaha
    Se deram mal pensando que somos uns doentes prestes a querer nos jogar da primeira ponte que encontrar-mos, ou seja, suicidas em potencial, mas cairam do cavalo…
    Flw mestre Moacyr, espero que aconteça mesmo o encontro de colecionadores no final do ano pra gente zuar muito esse acontecimento…
    Um abraço
    E bjos para as lindas Girls of War

  33. ZEMO
    20/04/2009

    Salve, leitores e GoW!

    Acabei de assistir a este vídeo.
    Não creio que houve generalização dos problemas psiquiátricos ou psicológicos de uma parcela verdadeiramente viciada dos jogadores para a totalidade.
    O que entendi é que o Moacyr foi ao programa aparentemente feliz por se considerar um “viciado” em videogame. Para o Moacyr, e muitos, o termo viciado e a expressão “viciado em videogame” significam que o sujeito em questão gosta muito, que é seu hobby predileto, que o caboclo ama aquilo. Inclusive, “ser viciado em videogame”, alcançar este status socialmente em uma roda de amigos jogadores de videogame, ou na comunidade virtual de curtidores, é algo positivo, que tem a ver com a saúde social, com a admiração que o “viciado” arrecada de seus pares, e também a posição de destaque que alcança quando é considerado mais viciado que os outros.
    A equipe do programa, do outro lado, estava entrevistando um psiquiatra, em cujo dicionário o termo “viciado” possui significado bem diferente. Viciado para o profissional da saúde é aquilo que o psiquiatra falou, alguém que perdeu o controle da situação, que não está mais em condições de “decidir por si só” se vai “dar um grau” no objeto do vício ou se não vai, por exemplo.
    Vejo que houve um simples mal-entendido.
    Ao se declarar um “viciado”, o Moacyr se colocou como doente, para a visão médica, porque na medicina, na psiquiatria, na ciência, vício é um mal, uma doença, um desvio de comportamento, por exemplo.
    As perguntas que a Lorena fez para o psicólogo eram justamente para esclarecer o que seriam os sintomas – afinal, vício é doença, e há clínicas para tratamento -, e outras coisas relacionadas.
    O psiquiatra foi claro ao falar que no Brasil não há notícia de casos de vício extremo em videogame, causando danos irreversíveis ou até mesmo a morte, como já ocorreu “em muitos casos” na Coréia – exemplo do “doutor”.
    Eu creio que não houve ataque algum à comunidade gamer, como foi colocado neste post da Clarice, acho que esta afirmação foi mal colocada. Por outro lado, acredito também que esta “entrevista”, como colocou o próprio Moacyr – que usou aspas provavelmente porque ele não deve ter se sentido propriamente entrevistado, e sim utilizado como cobaia – não foi vitória alguma para “nós, os jogadores”, e nem uma derrota.
    Algo interessante neste programa foi verificar que de fato o Moacyr não é viciado em videogames, não possui esta doença, sendo apenas mais um cara que gosta de videogame, assim como muitos outros que existem aos montes no Brasil.
    Para finalizar, gostaria de fazerum alerta aqui neste espaço do GoW: creio que seja necessário haver limite no uso do videogame, assim como no uso de qualquer outra coisa. O abuso certamente pode provocar problemas sociais, psicológicos e até físicos, portanto, não fechemos os olhos para isso nos colocando numa postura de vítima da mídia sensacionalista, e apreciemos a jogatina nossa de cada dia com moderação.

  34. Wagner
    20/04/2009

    “Em relação à reportagem/entrevista sobre o Videogame:
    Primeiramente eu gostaria de parabenizar ao Moacyr por ser um Jogador-viciado-maniaco-compulsivo e mesmo assim ter uma familia e ser bem sucedido na vida, pois se não fosse bem de renda, não teria os 100 e poucos Consoles de videogames e os mais de 3000 jogos!
    E tambem gostaria de dizer que em parte vocês foram Ridiculos ao tentar provar que o videogame “estraga a vida” das pessoas, se fosse dessa maneira Moacyr não seria o que é, concordam comigo?
    E tambem quero dizer-lhes o seguinte! Hoje tenho apenas 15 anos, mais o videogame até então foi algo crucial para meu desenvolvimento, consegui um nivel de raciocinio centenas de vezes mais rapido e me considero uma pessoa inteligente tanto que estou cursando o segundo ano do ensino medio, nunca reprovei e tiro notas boas, sem largar os videogames! Sou um jogador a vista de vocês, doido-doente-anti-social-viciado em games a nada mais nada menos que 11 anos e me considero uma pessoa completamente normal e em alguns aspectos, mais normal que muitas pessoas! Agora se querem influenciar as crianças a serem drogados, bandidos e loucos, Deixe-os soltos nas ruas, que é o lugar perigoso de ficar!
    Espero que encarem isso como uma Critica Construtiva e não descartem a possibilidade de ler no programa!
    Obrigado e um bom dia para vocês!”

    Acabei de enviar isso ao programa Dia Dia! (Y)

    Espero que eles leiam!

    Desculpe se falei algo que vocês não gostaram!

  35. Eremita Arima
    23/04/2009

    O vídeo apresentou três doentes:

    O primeiro, ou melhor, a primeira, a apresentadora, tem a doença de tentar extrair sensacionalismo de qualquer ação, seja ela a mais banal possível, não se importando de maneira nenhuma se o que ela diz tem fundamento, ou não.

    O segundo, o psiquiatra, tem a doença da rotulação baseada em análise superficial. Possui uma lista de adjetivos pré-programados para serem empregados da maneira que seu canudo lhe ensinou.

    O terceiro, o jogador, tem a síndrome do ego de ouro, onde a ânsia da necessidade de afagos no ego sobrepõe inexoravelmente o verdadeiro sentido do “gostar de vídeo-games”.
    Geralmente quem possui essa patologia costuma se referir, no que diz respeito às suas posses, pela (grande)quantidade e pelo (alto) valor, e não pelo que ela realmente representa em si.

    Esses doentes nunca saberão o verdadeiro significado do “um pelo outro e o outro pelo um”.

  36. Ricardo Zanini
    23/04/2009

    Minha opinião não seria bem vinda, por isso deixo o comentário para acompanhar o trackback dessa discussão que foi exposto no programa de TV e difundido aqui. =]

  37. 25/04/2009

    […] Se o dia que você escolheu pra jogar em seu tempo livre estiver quente demais, seu PC não tem a refrigeração ideal pra dar conta disso e qualquer esporte saudavel for igualmente impraticável, vá assistir um pouco de TV e aumentar a sua cultura. […]

  38. Tina
    19/05/2009

    não vou perder a oportunidade de dar meu pitaco, se “eles” soubessem o qto os gamers são inteligentes e o qto desenvolvem raciocinios que nenhuma faculdade por mais q se esforce consegue oferecer a seus alunos, com certeza passariam pro nosso clan rapidinho.

    UREU – gamer desde q meus filhos tinham 7 anos e 12 anos e ainda não tinha meu 3º filho hj são adultos casados e meu 3º filho com 15 anos e tbm curte uma boa partida todos ainda jogam e nunca em nenhum momento houve problemas familiar devido aos games, ao contrário sempre tinhamos diversão e debates extras, compartilhamos grandes momentos inclusive de juntar a verba necessária pra comprarmos mais um jogo ou um console ou pc, nossa convivência sempre foi de paz.
    abraços

  39. 19/05/2009

    Resumidamente: Por que assistir TV por 5 horas é normal mas jogar vídeo-game pelas mesmas 5 horas é problemático? Aliás, tem muita, mas muita gente (por exemplo donas de casa – desculpem a generalização mas é a forma mais fácil de explicar), que assiste TV da hora que acorda até a hora que vai dormir!

  40. ZIM
    19/05/2009

    Tentaram fazer essa entrevista render polêmica e NÃO rendeu.
    Essa foi uma excessão, geralamente a TV ludibria o público vendendo suas meias-verdades.

    • lucarloro
      10/06/2009

      É isso ai nos devemos defender nossa rça e não deixar com q nos vejam como um tipo de ser anormal sem crebro q não faz nada.Na minha escola eu so tratado comu um doente retardado q na verdade tira notas melhores q os q nao jogam video game e fica enchendo o saco!VIVA OS GAMERS!

  41. Pedro
    17/06/2009

    Tem diferença sim. Tanta que é até difícil imaginar que a mesma pessoa seja os dois. Esse cruzamento de psicos não é coisa lá boa.
    Pessoal atrapalhado… Quanto ao camarada lá, deixem o cara jogar. Se ele vai à festas de gamers… Evangélicos vão à festas de evangélicos, as pessoas no geral se aproximam por afinidades. E se a esposa do cara não está reclamando, não vejo razão para alguém mais reclamar. Tudo bem que o cara possa até exagerar, mas pelo que eu vi isso não atrapalha a vida dele. Então cada um no seu quadrado.

  42. schwarz.leandro
    30/06/2009

    Pessoal, assisti a entrevista e achei muito bacana o modo como o Moacyr dirigia as palavras à apresentadora, sempre calmamente, e com uma réplica sem espaço para tréplica… Estive pensando cá com meus botões, e lembrei de outra cena nesse caso “Holywoodiana” do filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate” com ‘Johnny Deep’, que mostra um dos ‘sortudos’ que econtraram o bilhete dourado um nerd repulsivo, que jogando video game e mascando chiclete provoca uma “repúdia mundial”…

  43. 29/11/2009

    […] se lembram do Moacyr Alves, um dos mais famosos colecionadores de games do país? Até postei um vídeo de uma entrevista dele no programa Dia a Dia, quando as apresentadoras do programa tentaram passar […]

  44. 13/05/2010

    […] é que na TV aberta raramente algum canal faz matérias interessantes sobre games ou internet sem recorrer a clichês, ou quando fala bem deles é uma matéria encomendada por algum de seus clientes – na verdade […]

  45. Hélio
    11/07/2010

    huahuahua Toma, corja de urubus depreciadores dos games! Isso aí, Moacyr, mostra pra eles como respeitar os gamers!

  46. 25/07/2010

    […] mesmo que assisti a uma palestra aqui em Piracicaba e apareceu na TV, quase sendo tachado de “gamer-maluco-que-não-tem-vida-social” pelas apresentadoras) deu início ao Projeto Jogo Justo, juntamente com o Deputado Luiz […]

  47. 25/07/2010

    Comentário rápido:

    “Alguns jogos são mais interessantes que algumas pessoas que eu conheço.”

    Renato “azimuth” Carvalho

  48. Pietro
    25/07/2010

    Isso aí Moacyr.

    Eu sempre quis falar isso pros meus pais, etc. mas eles sempre veem com – VAI PRA ACADÊMIA, FILHO, LÁ VC VAI CONHECER GENTE – OU – VAI NADA UM POCO LÁ NO CLUBE PRA SE SOCIALIZAR, EH OTIMO PARA CONHECER GENTE VIIIUUU,TIRA ESSA PANÇA DAÍ!!

    primeiro, eu nao tenho gordurinhas(ele eh q tem, mas eu nao fico jogando God of War com o pote de Nutela na mão neh)…

    e eu ainda digo que eh muito facil se relacionar sendo gamer, alias, hj em dia 50% (senão mais) do planeta sao gamers. imaginem daquia 5 anos!!!

  49. 25/07/2010

    É realmente triste a disposição dos individuos a querer sempre mostrar que tudo que é diferente é ruim, e que você que não faz nada alem do que a televisão o manda fazer é a unica pessoa normal do mundo, todos os outros são pessoas problematicas que sofrem diariamente com seus interesses e hobbies viciantes.

    O Fato é as emissoras de televisão se veem em um grande conflito com os Videogames exatamente pelo espaço, quando você esta jogando videogame você não esta vendo televisão, não esta absorvendo as mensagens que eles querem te passar.

    Muito do que é considerado regra óbvia na sociedade foi fabricado pela midia moderna (a dos ultimos 110 anos) para que a sociedade se adaptasse aos interesses deles.

    A vida imita a ficção…

    Por isso eu prefiro ver picapau reprisado pela ducentésima vez a assistir esses programas de auditorio baratos.

  50. Tomaz
    29/07/2010

    Essas mulheres sao doidas,husahsuhau

    tipo se vc fica no playstation ou xbox ou jogar com controle é melhor do que no teclado,pois teclado é mais prejudicial a problemas na mão do que controle,e claro jogos em consoles são mais divertidos e pode se jogar por mais horas XD

    essas mulheres sao do tipo que me da agonia,pois ficam tentando provocar e mostrar que jogar e ruim e talz, mas assim como o moacyr minha mãe tbm diz,é melhor fica jogando em casa do que ta na rua.

    mais eu tenho as horas de fazer tudo claro ! de estudar e tudo mais !^^

  51. Carlos
    03/08/2010

    Não posso e nem devo e muito menos posso negar que a dependência em Internet, Bolinho de Queijo, Bacon, Crack, Games, TV, e Uma-Possível-Fuga-do-Mundo-“Real” sejam justificativas válidas para rebaixar e discriminar nossa cultura gamer.
    Lembro até hoje, quando, pela primeira vez tomei controle de alguma coisa/ logo depois veio pítfall e percebi que a evolução seria, sempre, sempre e sempre maior.

    Passei pelo Mega Drive e pelo Snes e não encontro palavra mais adequada senão, maravilhosos.
    Foi a época a qual fui apresentado ao Telejogo.
    Caramba, aquilo era rudimentar, mas os controles, esses eram muito avançados, bastava um toque que ele respondia.

    Bom, apesar dos meus anseios de escrever mais por hora fico por aqui; não preciso defender os games pois não há mídia mais lucrativa e cativante no momento, e felizmente o “governo” Brasileiro esta abrindo os olhos pra isso.

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