GDC 2012: Inafune diz que indústria de games japonesa acabou

Tags: Comcept, Eventos, futuro jogos japoneses, Game Developers Conference, GDC GDC 2012, Keiji Inafune, Mega Man, Notícias

O Futuro dos Jogos Japoneses foi tema hoje da palestra do criador de Mega Man, Keiji Inafune, durante a Game Developers Conference (GDC 2012), conferência que acontece em São Francisco (EUA), com a presença de diversos produtores de games de todo o mundo. No discurso, Keiji diz que a indústria de games no Japão acabou, e até usa como uma das expressões a frase GAME OVER, para demonstrar os problemas que o país enfrenta atualmente.

Inafune lamentou a falta de inovação na produção de jogos japoneses, e ainda salientou que ao longo dos anos os japoneses esqueceram o que significa sucesso,  escolhendo o caminho mais fácil ao acomodar-se em torno das grandes franquias orientais. “O que aconteceu com os jogos japoneses? Para onde estão indo? continuarão a ir ladeira abaixo? Para onde que os os criadores japoneses de hoje acham que estão indo?”

Em 2011, Keiji deixou a Capcom e fundou uma empresa menor, Comcept, onde trabalha em projetos para Nintendo 3DS e PlayStation Vita. Ele ressaltou durante a palestra que para mudar, os japoneses precisam aceitar a derrota e aproveitar o surgimento de novas plataformas. “Precisamos escolher o caminho mais difícil novamente para que, com determinação e dedicação, voltemos a criar grandes franquias”.

Sendo o criador do famoso Mega Man, Inafune se mostrou preocupado com o futuro do personagem, e ressaltou que “infelizmente a marca ficou nas mãos da Capcom” e disse ainda que acompanha tudo o que acontece com ele. Ele ainda deixou como sugestão reinventar as marcas populares do Japão enquanto elas ainda têm força. “Desenvolvedores Japoneses precisam ter mais fome e vontade de criar títulos globalmente atraentes”.

Para quem não sabe, a GDC é uma grande oportunidades para jovens desenvolvedores aprenderem um pouco mais com pessoas conhecidas e influentes da indústria dos games.

Fontes: Uol Jogos, EDGE e MTV Multiplayer Blog

Bruna Torres
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96 Comentários em "GDC 2012: Inafune diz que indústria de games japonesa acabou"
  1. Bavaro
    08/03/2012

    Nossa, que pena, eu pensava que a industria japonesa de games estava indo bem, espero que o mercado de games supere isso.

    • Danilo
      09/03/2012

      Ela vem mal faz um tempo, as principais empresas de games vem perdendo seus melhores funcionários, as vendas enganam porque a maior parte dos blogs publica a lista dos jogos mais vendidos do japão e não mundialmente, os poucos jogos que conseguem emplacar são os consagrados (final fantasy, resident evil…), mas nada nv surge, e quando surge só faz sucesso na própria terra deles, e isso não é mais o suficiente para pagar as contas…

  2. georges
    08/03/2012

    O negócio ta tenso msm pro lado do japão. Faz tempo que a gente não vê um jogo realmente original.
    A maioria dos jogos que eles fazem, saõ continuações do q a gente jogava no PS1 ou até no SNES.

    A indústria gamer japonesa ta indo pro mesmo caminho dpo cinema em Hollywood…

    TRISTE

    • Bruna Torres
      08/03/2012

      e como disse um leitor no facebook, a maioria dos jogos são feitos para japoneses! ele até citou a série Final Fantasy!

  3. Ana
    08/03/2012

    Judiação! Sempre curti os japas no ramo gamer! Como estava comentando no grupo, nunca me esqueço do Dracula no Castlevania SotN falando aquele comecinho épico em japonês! Uma pena mesmo, praticamente matou minha infância agora, a contribuição deles foi muito importante!
    Beijos Bruna =*

    • Bruna Torres
      08/03/2012

      Pois é Ana, tomara que eles consigam dar a volta por cima! =D

  4. jwg
    08/03/2012

    justo a indústria japonesa? é triste. então não vai mais existir jogos como final fantasy, the king of fighters, silent hill, crash bandcoot, sonic, rulle of rose, etc.. ;_;

    • Gabriel
      08/03/2012

      Crash Bandicoot é da Naughty Dog, ou seja, não é japonês lol

      • jwg
        09/03/2012

        EU ERREI…quis dizer o novo Crash q saiu pra xbox 360. nas clips arts do jogos só tem textos escritos em japonês.. mas mesmo assim, jogos como rulle of rose e sonic são algo que os japoneses fizeram muito bem

  5. Hélio
    08/03/2012

    Eu acho q os japoneses andam estragando as suas próprias séries à toa.
    Na tentativa de agradar o público ocidental, eles mudam exatamente os fatores q faziam seus games serem bons.
    Várias séries como DMC, Resident Evil, Final Fantasy, etc., foram perdendo exatamente os fatores q as tornavam excelentes. E foi só nesta geração, pq elas eram fantásticas na época do PS2.
    Então eu acredito q pra dar a volta por cima, os japoneses precisam parar de fazer o q eles acham q os ocidentais gostam e voltar a fazer as coisas como antes. Nada de DMC como personagem emo e magrelo, nada de Resident Evil TPS com uma parceira burra do lado, nada de FF linear ao extremo e com enredo insosso e boboca.
    Eles não precisam se focar tanto em gráficos como eles parecem pensar. Precisam voltar a fazer jogos carismáticos, inteligentes, desafiadores, com grandes trilhas sonoras, viciantes, únicos.
    Querer agradar demais um mercado q eles não conhecem só vai levá-los a perder cada vez mais a identidade.

    • georges
      08/03/2012

      Eu ainda acho Resident Evil muito bom. Mesmo com a parceira burra :)
      Quanto ao resto, melhor eles abrirem os olhos.

      • Hélio
        08/03/2012

        Pois é, Georges, eu me diverti em RE5, não vou negar. Mas realmente não me causou a sensação de antes, a sensação de tensão q causava jogar um RE morrendo de medo de entrar numa sala e ser agarrado por um zumbi de repente. rsrs
        Joguei Code Veronica ano passado e isso só confirmou q a série tinha muita coisa boa q se perdeu.

        • georges
          08/03/2012

          Eu entendo a revolta com o novo estilo mas, pessoalmente,as mudanças me agradaram.
          POdem ate tentar me apedrejar mas me diverti mais com RE 5 do que com o próprio Code Veronica. Não pense que sou um dos novos fãs já que meu preferido ainda é o RE 2.

          • Hélio
            08/03/2012

            Olha, RE4 é o meu preferido, mesmo eu amando os REs antigos. Mas realmente a Sheva me irritou no RE5, perdi demais por causa dela. rsrs

        • georges
          08/03/2012

          Cara, eu até que não perdi tanto. Não sei s foi por uma luz q o universo me enviou mas nao morri tanto assim.
          Eu dei rifles e shotguns pra ela e fiquei só com as automáticas. Acho que por eu ter dado armamento mais pesado pra ele, isso a deixou “menos burra”.
          Tomara que em RE6 eles melhorem a inteligencia artificial.

      • Shaka
        08/03/2012

        Resident Evil é um ótimo jogo de ação, na minha opinião (de merda) o melhor jogo do ps2 (Tirando Shadow of the colossus que não conta) é o RE4, mas pelo amor de deus quem foi o maldito japones que trucidou com a estória fazendo o Lean virar segurança da filha do presidente dos EUA, se ferra, tava indo tão bem quando era a Umbrella por trás de tudo, cada jogo agente descobria uma coisa, cada File lido revelava informação de outros personagens. Tinha até jogos que explicavam a subtrama como RE outbreak que mostrou como boa parte dos civis se uniram pra tentar sair do apocalipse, mostrou como o viros se espalhou pela cidade, etc…
        Agora nego inventa outra coisa que não tem nada a ver (las plagas), envolve religião, coloca um bixo cópia de alien e usa o nome de RE, aff.
        Pode ter vendido horrores pela jogabilidade, inovação, gráficos, ritmo do jogo, etc… mas a estória passo longe.

        • georges
          08/03/2012

          A história de RE 4 realmente não eh a das melhores da série. Eu gosto dela mas ainda assim, acho a mais fraca.

        • Hélio
          08/03/2012

          RE4 é um jogo muito bom, mas realmente tem uma história pra boi dormir huahaua
          A Capcom precisa parar de fazer salada mista com Resident Evil. Tem q se decidir por um tipo de enredo, um tipo de jogabilidade, etc. Pq essas mudanças bruscas toda hora acabam criando aberrações na série.

    • Lucas
      08/03/2012

      “Na tentativa de agradar o público ocidental,eles mudam
      exatamente os fatores q faziam seus games serem boms.”
      Disse tudo Hélio!Não vi nenhum jogo que preste de
      samurai no ps3!Se souberem de algum me falem,ok?
      Algo do tipo ONIMUSHA ou TENCHU,com musica classica
      e tudo,com aquele climão todo…puta merda,essa gente
      precisa de mais seke!

      • Hélio
        08/03/2012

        Tem o Afrosamurai! :D

      • Bel
        10/03/2012

        Onimusha, bons tempos…Eu sempre gostei dos jogos japoneses, principalmente a série Final Fantasy. Mas depois do FFX eu nao cheguei ao final de nenhum deles. Acho que tentando agradar todo mundo eles acabaram perdendo a identidade.

        Na torcida pros japas saírem dessa!!

    • leandro(leon belmont)alves
      09/03/2012

      aí Hélio, FFXIII pode ser linear, mas o enredo não tem nada de boboca. só o fato das pessoas serem escolhidas para serem I Cie se tornarem monstros ou Cristais já é algo diferente. e nesse Final Fantasy eles não lutam para salvar o mundo e sim SE SALVAREM.

      eu daria minha alma para eu jogar e zerar esse GAME MAGNÍFICO!!! se não gostaram, meus pêsames.

      FFXIII>>>>>>>os que virão da série…..resto

      • Hélio
        09/03/2012

        Leandro, meu querido, não precisa levar as coisas pro lado pessoal. Eu tbm odeio qdo falam mal de FF7, mas já vi q não adianta, as pessoas têm experiências diferentes com os games. Uns adoram certos aspectos, outros nem tanto.
        Eu sou um jogador muito apaixonado por RPGs (não só FF, apesar de ser minha série preferida) e já joguei a maioria dos FFs lançados.
        FF13 não correspondeu às características q EU PROCURO num game da série, mas não significa q outros não possam gostar.

    • Profeta
      09/03/2012

      concordo em g~enero, número e grau.
      A culpa da indústria de games japonesa estar indo pro buraco e metade responsabilidade dessa geração nova de gamers viciados em fps, agora todo mundo pode ver isso, essa geração de consoles ( apesar de vários gráficos épicos e lindos ) começou o apocalipse dos games, mas tudo tem um lado bom, as desenvolvedoras Indies agradecem, jogos mais carismáticos, preços melhores e um sistema mais democrático. Sério gente, ontem eu assisti 2 videos de um detonado de alex kidd in miracle world, 2 videos da batalha final de Mother2, e chorei véio ( não foi um berro de louco, mas chorei de derramar lágrima e soluçar ), ver tudo aquilo que te brilhava os olhos cair pro terra é triste pra caramba.
      Não sou contra gráficos bonitos ou jogos FPS, porem sou contra a essa idolatração a esses termos, ou então quando vem um piá de lan house dizer que RPG por turno é coisa monótona, vontade de socar a cabeça dele na parede até sair sangue, eu quando tiver meu filho, vou fazer ele jogar pelo menos 6 meses de cada plataforma do passado, antes de presentear ele com o console da geração do momento.
      Me desculpem o desabafo, eu sei que texto grande e de choradeira ninguém gosta, mas isso tava engasgado aqui.

    • CPR
      09/03/2012

      “Eu acho q os japoneses andam estragando as suas próprias séries à toa.
      Na tentativa de agradar o público ocidental, eles mudam exatamente os fatores q faziam seus games serem bons.”

      Vc disse exatamente tudo, chapa.

      A indústria de jogos do Japão está passando por uma séria crise de identidade (e talvez até financeira).

      O q justifica uma empresa como a square colocar sua logomarca num jogo como dead island. A square do tempo do SNES, PS1, a square q eu conheci nunca faria uma coisa dessas. A Konami então, nem de longe lembra aquela q fazia jogos bacanas como sparkster, axelay, castlevania e tartarugas ninja (joguei isso demais). Hoje em dia a Konami vive nas costas do Kojima. Só vive de metal gear, PES e olhe lá. A Capcom, pelo visto, é a única q ainda segura as pontas mas, até quando?

      A Inafune tem razão, acho q falta ousadia aos japas. Eles se acomodaram em franquias de sucesso (no passado) e tem receio de tentar coisas novas pq por mais q uma franquia ainda seja bem aceita creio q chega um dia ela acaba cansando. Daí a importância da inovação e de ter uma mente aberta, receptiva a novas idéias coisa q, pelo visto, os japoneses não andam tendo. Creio q só o tempo dirá se eles vão sair dessa espiral de mediocridade ou irão definhar por completo e morrer. Só depende deles.

    • The Punisher
      09/03/2012

      Ainda acho Shenmue muito melhor que os Final Fantasy atuais.

      • Profeta
        09/03/2012

        depende cara, de forma tecnica, claro que Shenmue é melhor, mas no contexto geral acho que eles ficam taco-a-taco ( apesar de eu ão achar que eles tenham algo a ver um com o outro ).É que daí a gente já entra em uma particularidade de gosto, não me considero fã de FF, até porque não curto todos ( apenas III, IV ( remake DS ), VII, VIII, X, crisis Core e Tatics

        • The Punisher
          09/03/2012

          Mas não foi mesmo no contexto de serem jogos parecidos ou não, e sim em outros aspectos que me referi.

          • Profeta
            09/03/2012

            Aaaaaaa bom, agora entendi xD
            mas Mônica no Castelo do Dragão ainda é o melhor game de todos -q hehehehehehe

          • lipe!
            10/03/2012

            Sou mais o jogo do chapolim pra master system.

    • Juliano
      09/03/2012

      concordo

    • brunopessoa
      11/03/2012

      que nada!! A industria japonesa tem mais que conquistar o público ocidental mesmo, quando se faz um jogo vc tem focar qual vai ser o seu público e não, toda vida sempre focar no nicho nipônico. è o mesmo exemplo da nintendo com o Wii, toda E3 eles sempre vieram com aquele discursso falso de que “nós fazemos jogo pra todo mundo” e raramente se via um jogo que nçao fosse bobo.

      • Hélio
        11/03/2012

        Mas é aí q está o ponto. Eles NÃO SABEM como é o gosto ocidental. A prova disso é q toda vez q tentam criar um RPG ao estilo ocidental, saem coisas como The Last Remnant. Demo0n’s Souls foi a única exceção, e obviamente sua seqüência.
        Eles precisam não fazer jogos de nicho, mas criar de forma menos presa ao gosto do ocidente. Já reparou q no passado, eles faziam games q muitas vezes não eram do nosso gosto mas mesmo assim comprávamos e gostávamos? E pq? Justamente pq eles TINHAM IDENTIDADE. Não abaixavam a cabeça pro nosso gosto,. Eles faziam as coisas do jeito deles mas com amor e dedicação.
        Eles estão errados em sacrificar criatividade só pra tentar fazer seus jogos parecerem ocidentais, isso sim.

    • Paulo Oliveira
      11/10/2013

      Tem toda razão! Os games japoneses sempre foram fantásticos com uma distinção única que a maioria dos jogos ocidentais nunca conseguiu alcançar de conseguirem passar emoções verdadeiramente humanas as personagens. Quem pode se esquecer de Heather de Silent Hill 3 ou de wander de shadow of the colossus?

  6. Bruno
    08/03/2012

    Vejam o que o próprio criador da série Final Fantasy disse.

    “O criador de Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi, deu razão a quem critica a fórmula defasada dos RPGs japoneses. Sakaguchi participou de uma conversa com o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, para sua coluna Iwata Asks, ocasião em que discutiram The Last Story para o Wii e as razões da queda de popularidade dos RPGs japoneses no ocidente.”

    Esse trecho foi de uma matéria do ano passado. E realmente, os RPGs japoneses viraram jogos de nicho (só agrada os orientais + 1% dos ocidentais). Lá o JRPG é até uma questão cultural, quem o diga o Dragon Quest, que de fato NUNCA pegou no ocidente, ficando atrás de Final Fantasy, mas no Japão DQ é o TOP do TOP do TOP pra eles.

    Nada contra quem gosta, mas o mercado ocidental é diferente, o mercado americano é voltado mais para jogos de FPS, “TPS” (Gears of War), de terror, etc… Aí fica difícil manter uma fórmula de JRPG no ocidente.

    Tanto é que a série final fantasy perdeu muito espaço para Mass Effect, Fallout, The Elder Scrolls, Dragon Age, etc…

    Eu sempre gostei de Final Fantasy, mas já estou enjoado dele. Nessa nova geração eu tive contato com a nova fórmula do RPG (mass effect, oblivion, etc..) e ADOREI. Gostaria de ver um Final Fantasy mais evoluído. Mas aí vem minha dúvida: E se Final Fantasy mudasse, e tentasse ser como um Skyrin, será que vingaria? Tbm acho que não, sinto que só estragaria mais. Como então renovar Final Fantasy e os JRPGs. Eu sinceramente não sei, pois se mudarem muito, deixarão de ser JRPGs. Minha opinião: Nunca vai mudar, vai ficar apenas como um genero de nicho.

    • Hélio
      08/03/2012

      Bruno, na minha opinião, JRPGs devem continuar sendo JRPGs. Querer imitar RPGs ocidentais tiraria exatamente as qualidades q os RPGs japoneses têm.
      O q eu mudaria nos RPGs orientais são as batalhas por turno q alguns ainda insistem em usar (como Lost Odyssey) e adotaria sistemas ágeis como os das séries Star Ocean, Valkyrie Profile e Tales of. Mais ação fica melhor, inclusive acho q FF12 tem o melhor sistema de batalha da série Final Fantasy, não devia ter sido substituído pelo sistema do FF13.
      A força dos orientais está na enorme emoção dos seus enredos. Acho q imitar o estilo ocidental só faria os japoneses criarem clones genéricos de Skyrim q acabariam não fazendo sucesso. Não fariam pq é bem raro uma obra q copia outra superar a original.
      Eles precisam focar na qualidade das suas histórias mas abolir certos excessos de esquisitices no figurino de alguns personagens e abolir batalhas aleatórias e por turno. Acho q isso já daria um grande “up” nos JRPGs.

      • brunopessoa
        11/03/2012

        De jeito nenhum!! JRPG são ultrapassados, chatos, clichês e defasado!!
        jogos como Fallout, Mass efect e Skyrim definiram um estilo aos jogos de RPG assim, como o call of duty definiu para o FPS e o GOd of war para o Hack slash.

        • Hélio
          11/03/2012

          Vc está completamente equivocado. Só pq vc não gosta de um estilo de jogo, não quer dizer q ele é ruim. A coisa mais clichê do mundo é jogador desta geração dizer isso dos JRPGs.
          JRPGs são voltados pra certas características e WRPGs pra outras. Um não é melhor q o outro.

    • Shaka
      08/03/2012

      Parece que diversas industrias tem esse mesmo problema, ninguem sabe a hora de parar.
      Lutador fica velho é quer continuar lutando, jogador de futebol fica velho e quer continuar jogando, series de filmes que já tiveram um fim, produtor quer fazer mais filmes, series de tv que poderiam acabar maravilhosamente bem a distribuidora pressiona pra ter mais 2 anos……………….. porra!
      Tudo tem seu auge, tudo tem seu sucesso, mas parece que a sede de sugar cada gota de dinheiro é maior que manter algo bonito na lembrança de todos.
      Muitas vezes até acredito que alguém pensa que pode fazer outro jogo incrível, mesmo depois de 10 títulos de uma mesma serie, onde está o departamento de vai dar merda pra avisar que realmente vai dar merda?

      Com jogos acontece a mesma coisa, FF já era pra ter acabado, vão querer fazer até quando, até Final Fatansy XXX, para o jogo nem se pagar e ser lembrando como a serie fracassada?

      Inventa outra história, outra franquia, sei lá! Envolve milhões não é difícil achar boas ideias com tanto dinheiro em jogo. Faz igual a Bethesda que poderia ter feito mais um jogo de Star Wars e criou so uma das obras de ficção cientifica mais aclamadas da atualidade.

      • leandro(leon belmont)alves
        09/03/2012

        “Parece que diversas industrias tem esse mesmo problema, ninguem sabe a hora de parar.
        Lutador fica velho é quer continuar lutando, jogador de futebol fica velho e quer continuar jogando, series de filmes que já tiveram um fim, produtor quer fazer mais filmes, series de tv que poderiam acabar maravilhosamente bem a distribuidora pressiona pra ter mais 2 anos……………….. porra!
        Tudo tem seu auge, tudo tem seu sucesso, mas parece que a sede de sugar cada gota de dinheiro é maior que manter algo bonito na lembrança de todos.”

        é a mesma coisa que eu acho de Final Fantasy( o FFXIII É EXCELENTE!) e o Resident Evil, que já devia ter acabado no RE 3. como já disse antes, se a série continuar, vai acabar tudo em Fallout. ou seja, os esforços de Chris e Jill serão inúteis. mas como disseram aí em cima, as empresas são mercenárias

  7. jwg
    08/03/2012

    Resident evil, DMC, Siren, Metal Slug X, Super mario, Fatal Frame, Street fighter, Metal gears, Arthur(ñ lembro o resto), Teeken, Valckirie profile, ducke kong.. era muita criatividade.

  8. Shaka
    08/03/2012

    Eu concordo plenamente, entra ano sai ano, lança console novo e só vejo as mesmas porcarias de franquia. Como eles não conseguem implacar outros títulos fortes continuam lançando os mesmos jogos pois sabem que vai dar um lucro, o que eles se esquecem é que ninguém aguenta mais Mario e pokemom com tanta frequencia, mesmo com a diversidade de jogos o volume lançado desgasta muito a franquia e vai perdendo força.

    O problema do mercado japones é exatamente o que a Bruna falou a maioria dos jogos que são lançados por lá tem como público alvo o próprio japão, já os jogos ocintais tem uma abordagem mais ampla, tanto que até os japones jogam. Eles vão ter que se mexer muito pra inovar ou vão continuar se encostando em franquias famosas até sugarem a ultima gota de sangue e ninguém mais aguentar ouvir o próximo lançamento delas, como está acontecendo com FF.

  9. Murilo
    08/03/2012

    Concordo em partes, muitos jogos são só sequências, mais do mesmo, até séries como pokemon precisam mudar um pouco… mas apesar da falta de criatividade a indústria não esta tão ruim assim, muitos jogos como o próprio Mario e Zelda, mesmo com a falta de originalidade mostram sempre como os japoneses sabem criar jogos sensacionais…

    E não é bem assim também, tem empresas tentando aparecer no japão, principalmente nos mmos, hj dominado por chineses e coreanos, e pra isso eles precisam inovar

    Além disso, a indústria no ocidente está ainda menos criativa, jogos como COD e BF e os milhões de shooters por aí que são exatamente iguais e chatos… aliás, lançou um shooter online chamado “Brick Force” que é extremamente simples, gráfico em blocos e consegue ser mil vezes mais criativo e divertido

  10. Icarus
    09/03/2012

    O problema e que eles não seguem mais as temáticas de animes de seguir seu coração, e estão seguindo a temática dos ocidentais que é mais dinheiro no bolso e mais crédito no cartão.

    • leandro(leon belmont)alves
      09/03/2012

      eu não sei não Icarus, eu achava enfadonho e até ridículo aquele Tales( a série) e era quase todo em anime, Summon Nights também achava ruim.. prefiro Rpg que não sigam essa história de animes, mas é claro que é a minha opnião

  11. Erick Faria
    09/03/2012

    Sinceramente? Não vejo nada de errado em japoneses fazerem jogos para japoneses. E não ligo de lançarem “trocentos” Final Fantasy, desde que não errem a mão como fizeram com a linearidade galopante do XIII. Sabendo reforçar o que cada franquia tem de bom, sem fazer aqui e acolá alguma experimentação, está de bom tamanho para mim.

    • leandro(leon belmont)alves
      09/03/2012

      O que o FFXIII tem ruim de linearidade(que eu achei otimo, não vou passar horas perdido num mundo gigantesco) tem de enredo…

      A história se passa no planeta Pulse, que é separado em duas “camadas” bastante distintas: Cocoon, um continente flutuante criado e mantido por uma divindade conhecida como fal’Cie, e as inóspitas terras que existem na superfície do planeta.

      Uma guerra aconteceu entre os povos que vivem no continente flutuante e na superfície do planeta e graças as inovações tecnológicas disponibilizadas pelo fal’Cie, a população de Cocoon emergiu vitoriosa, mas permaneceu sempre assustada com a possibilidade de um novo ataque. Assim sendo, todo e quaisquer cidadão de Cocoon que for suspeito de manter contato com os habitantes de Pulse, serão exilados para a superfície do planeta.

      O jogo começa durante uma operação de exílio, onde o grupo rebelde N.O.R.A, liderado por Snow Villiers, se opõe a milícia local e tenta salvar os inocentes do exílio. Ao mesmo tempo, a ex-militar Lightning, acompanhada de Sazh Katzroy, se infiltra disfarçada na operação para localizar sua irmã Serah, que está sob posse de uma das divindades fal’Cie do continente.

      Eventualmente, o grupo encontra Serah e destrói o fal’Cie que a mantinha prisioneira, mas não sem antes todos serem marcados pela criatura e transformados em l’Cie.

      L’Cie são indivíduos escolhidos pelas divindades para desempenharem uma grande missão. Eles não recebem detalhes do que deve ser feito, apenas algumas visões, e precisam descobrir porque foram escolhidos e qual sua tarefa. Se não conseguirem cumprir com ela em um tempo determinado, se transformarão em monstros sem mente.

      No entanto, o destino de quem cumpre uma missão pode ser algo muito pior do que a morte. Resta aos nossos heróis descobrir qual sua missão, cumpri-la e esperar o melhor após isso.

      Não vou mentir, a história do jogo é muito complicada, o game joga os personagens na ação logo de cara e demora pra começar a explicar o que está acontecendo. O grosso da história, o passado dos personagens, suas motivações e tudo mais, nos são mostrados via flashback e aos poucos temos de montar um quebra cabeça com toda a informação que nos é mostrada.

      Lá pro meio do jogo, todas as peças se encaixam e a história faz sentido perfeitamente. Não é o ideal, mas também não é ruim como em Kingdom Hearts II, cujo enredo só faz algum sentido nas suas duas horas finais. Final Fantasy XIII é um daqueles jogos cuja história é melhor aproveitada em uma segunda jogada. Se isso é uma vantagem ou não, vai da opinião cada um.(vê se alguém se atreve a jogar novamente após ter zerado a Bagaça universal de klingon chamada FFVII de novo?)

      Há também inúmeras referências a jogos passados da franquia. Só para citar, em uma cena uma menininha carrega um boneco de pelúcia de Carbunckle, uma Summon que fez parte de vários jogos da série. Fãs de longa data que se orgulhem de seus dons de cata-piolho terão um prato cheio aqui.

      O elenco de personagens é muito bom, não é variado como o de outros games da série, mas desempenha bem seu papel.

      Lightning é a heroína estóica e rígida, que aos poucos muda seu jeito de agir e se torna uma pessoa melhor e mais confiável, Snow é o típico cara bem intencionado que faz o melhor que pode, mesmo não tendo a resposta para todos os problemas, Vanille é a garota alegre e saltitante que tem segredos que nem imaginamos, Sazh atua como uma figura paterna para os demais personagens, e por aí vai.

      o FFXII era excelente, mas os seus personagens eram….meh!, né?

      O elenco segue a temática japonesa de trazer personagens imperfeitos e com seus próprios conflitos, que aos poucos superam seus demônios pessoais e se aproximam do ideal de um herói. Não é uma idéia nova, mas funciona bem até hoje, é fácil reconhecermos falhas nossas nestes personagens e nos apegarmos a eles quando as superam.

      eu acho que os caras do FFXIII tentaram algo novo, a mesma coisa que fizeram com RE5, a maioria odiou. inclusive eu, mas eu não sou tão fã da série assim , mas reconheço que eles queriam fazer algo novo, mas falharam

      Tenho visto muitas pessoas compararem Final Fantasy XIII a Fallouts da vida e Mass Effects, enaltecendo o quanto estes são jogos melhores e bla bla bla, lucros, cuecas, Hee-Hoo!

      Pois bem, tal comparação é pura e simplesmente burra.

      Mass Effect e Fallout 3 são Rpg’s Americanos, enquanto Final Fantasy XIII é um Jrpg. Ambos são Rpg’s, mas são diferentes como o dia e a noite e uma comparação entre estes jogos a fim de determinar qual é o melhor é uma bobagem sem tamanho.

      É o mesmo que comparar Mozart com Ozzy Osbourne. Ambos fizeram música, mas em estilos tão diferentes que só um idiota faria uma comparação.

      não estou xingando ninguém aqui. mas FFXIII merece muito mais que essas criticas, aposto que a maioria aqui nem jogou direito o jogo, ou nem sequer chegou a zerar o game. e vão dizendo que é ruim por ser linear…joguem o game TODO ou pelo menos passe do primeiro CD( no caso do XBOX 360) antes de seguir revistas especializadas que ACHAM QUE SABEM DE ALGO. muitas revistas diziam que muitos games eram ruins e quando experimentei achei demais o game e cheguei até zerar. e eu digo isso pois jogo muitos games do JAGUAR, dito como o pior console de todos os tempos.

      já falaram no inicio de seu lançamento que FFX era ruim, vejam só agora…

      JOGUEM, PASSEM DE CD E DEPOIS FALEM, ORA PIPOCAS!!!

      • Erick Faria
        09/03/2012

        Eu não dou a mínima para críticas especializadas. Preciso experimentar eu mesmo determinado jogo para dizer o que acho dele. E como já terminei Final Fantasy XIII (sem trocar de disco, tenho PS3), digo que a linearidade dele irrita pra caramba. E pior, ao contrário de outras histórias, não me emocionei o bastante em momento algum, esse sim um problema grave quando se trata de Final Fantasy. Ainda assim, há algo do legado da série nele, tanto que até estava jogando outra vez com vistas a fazer as quests de Gran Pulse (que ignorei solenemente da primeira vez, visto serem tão chatas quanto a linearidade do jogo), mas aí o leitor do meu PS3 foi para o saco.

        • leandro(leon belmont) alves
          09/03/2012

          realmente o gênero rpg morreu mesmo, para os que se dizem fãs de Final Fantasy julgarem o FFXIII tão mal, e as revistas falam superficialmente do FFXIIX-2(aqui, eu não achei nenhuma revista com esse game estampado na capa) daqui ao lançamento do PS4, o rpg morrerá, tendo apenas outro Final Fantasy LINEAR E SEM GRAÇA….

          é por essas e outras que prefiro ser retrogamer. o povo da Square devia me dar um prêmio por ser o único gamer a gostar do FFXIII.

          • Erick Faria
            09/03/2012

            Eu não deixei de ser fã de Final Fantasy por causa do XIII. Apenas acho que não tem o espírito da série imbuído nele. Creio que a falta do Sakaguchi influencie um pouco nisso, bem como os temas consagrados de autoria do Uematsu (não que eu tenha achado a música ruim, pelo contrário; Blinded by Light é um dos melhores temas de toda a série).

            Mas não tem problema, vou comprar o Final Fantasy XIII-2. Acho que fizeram um bom trabalho em trazer de volta alguns aspectos que fizeram falta no original. Além do que, é Final Fantasy, e esta fantasia não irá terminar por conta de um tropeço.

      • CPR
        10/03/2012

        Vc gostou mesmo desse jogo hein.

      • Arisa
        12/03/2012

        Mesmo depois de tudo isso que você escreveu, e eu li, continuo achando FFXIII muito ruim. PRA MIM, a história é chata e mirabolante demais, os personagens não são carismáticos, o que acaba não criando um ponto onde a gente pode se conectar com a história e relevar as maluquices sem sentido (o que Kingdom Hearts conseguia fazer até o 2. depois começou a inventar demais e perdeu o foco), a linearidade é HORRÍVEL e o sistema de batalhas comete o mesmo erro que o do FFXII: você mais assiste a batalha do que realmente JOGA (e olha que eu considero o XII o melhor jogo da franquia; pra mim tudo dele é excelente, inclusive o viés mais político que deram para a história, excetuando o sistema de batalha).
        Eu não gostei de nenhum personagem de FFXIII. nenhum. os únicos que me inspiram certa simpatia é o Sazh e a Vanille, mas eu acho o Snow insuportável, o garoto irritante, a Lightning chata, etc etc. os diálogos são chatos também, se arrastam e são frequentes demais.
        e sinceramente, ninguém compra um FF esprando linearidade. esse foi um erro gravíssimo que eles cometeram.
        as únicas coisas boas em FFXIII são a trilha sonora e os gráficos, que são muito bonitos. mas eu continuo me arrependendo de ter comprado esse jogo por 60 dólares.

        • CPR
          19/03/2012

          Por isso q eu digo, muié. Jogo só se compra depois de lançado e em liquidação hahahahaha

  12. Siri
    09/03/2012

    A indústria dos games virou coisa de adulto e isso foi ruim para os gamers.

    O problema é que agora os jogos são bens de consumo voláteis como qualquer outra coisa, tal qual filmes, música, séries e até mesmo coisas físicas como smartphones e tablets. Ou seja, compre um lançamento hoje e semana que vem já queira comprar a versão mais nova.

    Isso acontece porque as empresas precisam lucrar cada vez mais, num ritmo infinito e paradoxal. A maioria tem capital aberto, direta ou indiretamente, e precisa simplesmente apresentar números aos acionistas.
    E acionistas não jogam games, jogam com grana. Pra eles não importa a empresa, importa o quanto de lucro vem dela.

    Por isso os jogos americanos são tão repetitivos. É uma fonte de lucro segura.
    Estampe qualquer coisa com “NIKE” ou “Call of Duty” que vai vender – até por isso já estão vendendo até “colchões da iPhone” na China.

    As empresas querem vender o que vende mais, e geralmente o que vende mais é porcaria (beijo, Michel Teló).
    Fenômeno que ocorre em qualquer mídia. Vide os lixos de filmes e suas infindáveis seqüências. Vide músicas repetitivas com batidas repetitivas e refrões repetitivos. Vide séries idem.

    Coisas boas não dão lucro. Ou não dão lucro certo e fácil.
    Ter uma idéia revolucionária é tão fácil quanto acertar as dezenas da Mega Sena.
    Não dá pra esperar nada de muito novo em quantidade e qualidade. Quase tudo já foi feito. Com filmes e livros foi assim. Nada mais pode ser tão surpreendente.

    A questão do mercado japonês é que ele está estagnado há tempos, assim como a economia local como um todo. Eles não têm como crescer, logo vendem o que pode para onde puderem e COMO puderem.
    Se isso inclui fazer de Resident Evil um jogo em 3a. pessoa com loiras peitudas de biquíni, metralhadoras giratórias e zumbis-vampiros-gays andando em carrões eles o farão.

    Daria pra eu escrever um livro sobre o assunto, mas concluo dizendo que os bons jogos vêm das pequenas produtoras.
    Vide Child of Eden da Q!, os jogos desconhecidos da DIMPS, qualquer coisa da Treasure ou da Game Arts. Boa parte dos pequenos é de ex-funcionários das grandes.

    Até mesmo alguns ocidentais conseguiram ser criativos, como Scribblenauts.

    Sempre imaginei que games deveriam ser coisa de nicho, justamente porque para adentrar ao mainstream tem que se despir da qualidade. Esse é o preço.

    Enquanto o povo sofre eu continuo a aproveitar jogos antigos. Boralá jogar Mario 1 do NES? ^_^

  13. Khronny
    09/03/2012

    Hummm, Catherine e Dark Souls mandaram um abraço pro senhorzinho ai… Falar que a indústria de jogos japoneses acabou é a mesma coisa que falar que o rock morreu nos anos 80, ou seja, desculpinha de quem ficou no passado. A indústria japonesa mudou, renovou suas franquias para atingir um mercado maior. Ora, ainda que muitos tenham reclamado do rumo da série, Final Fantasy XIII foi um sucesso, tanto que gerou uma sequência direta. O mesmo caso do Resident Evil. Falaram que o RE 4 acabou com a franquia, mas a Capcom lançou o 5 na mesma base e está lançando o 6, que provavelmente seguirá a mesma linha.

    Eu concordo que sinto falta de jogos na linha do Zelda, ou RPGs orientais, mas dizer que a indústria japonesa acabou é demais. Os japoneses continuam fazendo bons jogos, o problema é que o mercado mudou, e consequentemente as desenvolvedoras também. Outro fator muito importante também é que nos anos 80 até o início do milênio, o mercado de jogos era dominado pelas softhouses japonesas. Com o crescimento e a popularização do videogame no mundo, nada mais natural que nascessem novas desenvolvedoras em outras partes do mundo, culminando no fato de termos hoje em dia empresas americanas e européias que igualam ou superam a qualidade das japonesas!

    Os japoneses podem não estar no ápice de sua criatividade, no que tange aos jogos eletrônicos, mas dificilmente eu diria que os jogos japoneses acabaram.

    • leandro(leon belmont)alves
      09/03/2012

      Catherine……hhuuuummmmm :)

      AAAAHHHH SSSSSIIIIMMMMMM :)

      *ARRAM*( NHAM, NHAM.)

      ainda vou jogar esse game, ITS A PROMISE!!

    • Khronny
      09/03/2012

      Rebeca, eu lí. Muito bom o texto! Me deu vontade de jogar Shadow of the Damned T.T Eu gostaria de saber o que as pessoas que criticam os jogos japoneses querem. É voltar às raizes, para depois ficar falando que os jogos não se comparam a jogos ocidentais, como Skyrim, etc? Não faz o menor sentido!

      Lendro, jogue sim, assim que puder. Catherine é um jogo fantástico, diferente de tudo que você já jogou. Vale muito a pena! Quando eu tava jogando eu fiquei tão empolgado que sonhava com blocos na vida real! UEAHAEUHAEUAE

    • Leonardo
      09/03/2012

      OFF-TOPIC
      OMG Bebs, como foi que você conseguiu jogar MGS2? O.o Depois do Peace Walker fui experimentar jogar o capítulo do navio (Tanker) e os controlos são super sensíveis quando se está a fazer pontaria na primeira pessoa e o pior é que não dá para ajustar. Eu estava no nível fácil e mesmo assim demorou para derrotar a Olga pois aqueles braços parecem ter vida própria. Depois odiei o aspecto dos itens, ter o Otacon como C.O. e aquela merd* de navio confuso e tar sempre a ver o rabo do Snake naquele “Sneaking Suit” lingerie. Que decepção…o jogo parece uma mistura muito mal feita da simplicidade do MGS com a inovação do MGS3 (este tem uma pontaria certa e com uma velocidade normal)…A ver se ganho coragem para continuar com o Raiden TT.TT

      • Leonardo
        09/03/2012

        Pois é, quando já tinha o MGS e o MGS3 fui à procura do MGS2 mas não o encontrei à venda. Há coisa de 2 anos, como pensei que nunca teria a oportunidade de o jogar, vi um walkthrough no youtube…então no ano passado o Kojima me anuncia a HD Collection e eu fico: “Dammit!”. Mas vou fazer esse esforço mesmo, só para poder estar na pele do Raiden com aquele Skull Suit bacano e poder ver a lindinha da E.E.., se bem que odeio os soldados gurluckovich falarem “inglês” com sotaque falso a russo (ainda bem que corrigiram isso no MGS3), já para não falar que é difícil manter hold-ups para tentar sacar as dog tags porque enquanto me tento colocar à frente deles os gajos dão-me uma porrada e fica logo em alerta. Ah, mas o que eu ADOREI ouvir outra vez o Liquid Snake a dizer, com aquela magnitude: “Brother”.

      • Erick Faria
        09/03/2012

        Engraçado, eu joguei primeiro o MGS3 quando comprei meu PS2, visto que não achei o 2 à época. Quando joguei o segundo, a única coisa que senti falta (e viria a sentir de novo no 4) eram aquelas conversas “off-topic” e as “filosóficas” bacanas que rolavam no CODEC/comunicador do primeiro e do terceiro game. As conversas de rádio do MGS2 e MGS4 são muito reduzidas, e eu sempre gostei de ver os personagens jogando conversa fora ou debatendo sobre um assunto que dominavam (Natahsha Romanenjo no primeiro MGS).

        Mas quanto ao sistema de jogo em si, só demorei para reacostumar a ambientes fechados, já que o 3 tem mapas bem mais amplos.

    • brunopessoa
      11/03/2012

      falou tudo!!!

  14. 09/03/2012

    É isso aí.

    Na real, esse papinho do Inafune e de desenvolvedores ocidentais (obviamente tentando se autopromover) está atrasado uns dois ou três anos. De 2010 pra cá foi justamente a indústria japonesa a responsável pelas maiores inovações em certos gêneros (especialmente luta e beat’em up/hack n’ slash). E foi ela que nos deu o jogo mais maduro, menos aborrescente-vamos-atirar-em-tudo-que-vemos-pela-frente-e-salvar-o-mundo-YEAH! dessa geração: Catherine.

    Os japoneses demoraram para entrar nessa geração em alguns aspectos, especialmente por razões culturais, como o uso de HD e as possibilidades das redes online. Mas aos poucos eles chegaram lá, e já não é mais esse terror que nego pinta – vide Vanquish, um dos jogos com design HD mais detalhado e bonito já feito, e Demon’s/Dark Souls, que usou as conexões online de uma forma que nenhum outro jogo, ocidental ou oriental, tinha feito.

    Tudo bem, os japoneses não conseguem fazer RPGs de mundo aberto e FPS como os ocidentais, mas PORRA, jogos são muito mais do que apenas esses dois gêneros. Você pode facilmente retrucar que os ocidentais não sabem fazer jogo de luta e beat’em up como os japoneses, também (o novo Mortal Kombat à parte).

    É mais ou menos como essa história de ficar reclamando de FPS hoje em dia. Há 2-3 anos, quando quase todos eram militares e com as mesmas mecânicas de tiro, fazia sentido. Hoje, dizer isso é assumir a completa ignorância dos caminhos do gênero. De Bioshock para cá, FPS militar se resume a Call of Duty e Battlefield, com uma ou outra tentativa de insistir no gênero, como Homefront ou a EA tentando levantar Medal of Honor. Enquanto isso, a quantidade de FPS diferentes desse padrão aumentou e MUITO, porque todos perceberam que não dava mais para competir com CoD e BF: Bulletstorm, GoldenEye, Rage, Brink, Crysis, F.3.A.R., Singularity, Resistance, The Darkness, Syndicate… Todos são diferentes dos padrões CoD/Halo e entre si, além de apresentarem mecânicas únicas que não se vê em CoD ou BF (se nem todos são bons como Bioshock é outro problema).

    Mas sacumé, o pessoal gosta é de repetir frase feita para parecer cool e “descolado” e “crítico/pensante”. Não é assim que funciona, gente. Primeiro vão jogar e conhecer a matéria, depois decidam se o que leram em algum lugar (ou o que um desenvolvedor chateado com a publisher onde trabalhou) disse. Vão jogar aí esses FPS acima. Vão jogar Bayonetta, El Shaddai, Vanquish, Catherine, Demon’s/Dark Souls, No More Heroes, Child of Eden, Shadows of the Damned… Até mesmo Lost Planet, Deadly Premonition (prestes a sair no PS3 tb agora) e Yakuza, que podem não ser maravilhosos mas têm aspectos muito próprios que não se vê em nenhum outro jogo.

    Quando 90% dos desenvolvedores indies pararem de reciclar jogos das eras 8 e 16 bits (salva de palmas para a CD Projekt Red e a produtora de Amnesia, esses são indies realmente visionários e ambiciosos) e 90% dos desenvolvedores AAA ocidentais pararem de lançar jogo com macho bombado dando tiro em tudo para salvar o mundo, aí sim eles podem falar alguma coisa das outras culturas.

    • Leonardo
      09/03/2012

      El Shaddai? Tinha uma enorme espectativa quanto a esse jogo e desiludiu-me bastante: inimigos repetitivos, combate repetitivo, bosses repetidos. Para mim, o que se aproveita desse jogo são os cenários e a simplicidade do ecrã (não ter as típicas barras de dano e ver-se isso através da armadura).
      Outro: Asura’s Wrath. Prometia muito mas, mal se começou a ver os videos do gameplay, era mais do mesmo e Quick Time Events a torto e a direito.

      Quanto a Yakuza, ainda estou para pegar essa série pois é muito foda mesmo, adoro os mini-games, a exploração lá daquele bairro (Kamakura?) e a história. Só gostava é que tivesse caracterização das personagens e da “base”.

      Recentemente um jogo que me captou a atenção foi “Binary Domain” pois a temática do jogo é muito semelhante à de Snatcher, sendo no futuro, no Japão e com os robôs a fazerem-se passar por humanos…infelizmente é um third person shooter.

      Voltando ao passado, um jogo que eu acho que ficou um pouco na escuridão foi o “Genji: Dawn of the Samurai” para a PS2. Este jogo tem uma história simples mas tem uns cenários que me fizeram ficar sem avançar e simplesmente ficar quieto a observar a beleza dos cenários e a música fenomenal. Vai daí fui ver como era o 2º jogo, este já para a PS3…desilusão, usaram as mesmas músicas e já não estava tão bonito como o 1º. Acho que a produtora, a “Game Republic” acabou por fechar portas.

    • Siri
      10/03/2012

      Mas o Inafune não é ocidental e nenhum comentário de produtores ocidentais foi citado aí.

      Pelo que eu entendi é só um japonês fazendo uma crítica japonesa a coisas japonesas. Isso envolve o uso de hipérboles extremas – e de algum modo é justificável, pois serve pra que se mantenha o nível atual ou que faça com que os japas elevem ainda mais esse nível.

      Japoneses vivem dizendo coisas desse tipo sobre qualquer coisa. Tenha um sensei de karatê bem japa do Japão e ele vai parecer um mestre de filme clichê dizendo que seu soco é rícidulo e que você não ganharia nem de um gafanhoto manco.

      Se o Inafune fosse chinês a hipérbole seria ainda maior.

      E uma coisa que não foi dita por ser tão óbvia é que jogos ocidentais estão num nível realmente ruim.
      Mas os estilo ocidental de auto-crítica é um tanto diferente. Basta lembrarem-se de Duty Calls, por exemplo. http://www.youtube.com/watch?v=ff4DZOIoXKw

      O que eu entendi da crítica é que os japas devem fazer jogos novos e inovar jogos velhos. Só isso.

  15. 09/03/2012

    Outro ponto que o pessoal precisa entender que, tirando casos isolados, quem vem com esse papo de que os jogos japoneses “morreram” ou estão “todos estagnados” são desenvolvedores e jornalistas *americanos* (não necessariamente *ocidentais* – não vejo o Eurogamer ou a EDGE gastando pauta *a cada dois meses* para discutir isso, como a IGN ou o Kotaku adoram fazer).

    Como disse acima, os japoneses demoraram para aprender a usar HD e modo online. Mas não foi só isso que acendeu esse papo, não. Se forem prestar atenção, esse “declínio” coincide com a chegada da Microsoft no mercado de consoles. E como nos EUA é o Xbox 360 que manda, é claro que os jornalistas e desenvolvedores americanos irão puxar a sardinha pro lado deles.

    Não digo isso como protesto antiamericanista (odeio essa bobagem, aliás – chamo isso de síndrome da inveja coletiva mundial). Se o Brasil um dia… Tá, parem de rir, vou dar outro exemplo: se a Inglaterra ou a França ou a Alemanha um dia produzirem um console que supere em vendas os próximos consoles da Sony e da MS na Europa, pode apostar que vai chover editorial no Eurogamer e na EDGE de como o mercado americano de games está estagnado. É um movimento natural. Jornalistas trabalham muito mais de perto com desenvolvedores locais. Isso gera mais boa vontade, facilita contratos de publicidade etc.

    Então, de novo, parem de engolir tudo o que vocês lêem e prestem atenção no contexto também. Se a maioria dos veículos são americanos, é ÓBVIO que eles vão exaltar o que a indústria local faz. Isso não quer dizer que a indústria local não ESTEJA MESMO mandando bem (vide os RPGs de mundo aberto e FPS citados), mas eles vão naturalmente levar isso ao ponto da generalização vazia, e cabe a nós, que não devemos nada a nenhum país ou índústria, separar o joio do trigo.

  16. The Punisher
    09/03/2012

    Que isso hein, logo com os japoneses? Mas é exatamente como ele falou, está indo pelo caminho mais fácil, só para agradar a grande maioria e lucrar mais.

  17. Leonardo
    09/03/2012

    Realmente a continuar assim estão (e infelizmente) condenados…e não serão substítuidos por algo melhor diga-se.
    Hoje em dia já não se vê tanta inovação e originalidade como o próprio disse, depois vem a ocidentalização dos jogos que não ajuda.
    Do Kojima só se ouve “Metal Gear” em vez de fazer um novo ZOE, um novo Snatcher (eu só sou fã de MGS mas acho que os fãs de ZOE e Snatcher merecem receber novos jogos); Castlevania foi ocidentalizado com a porcaria do Lords of Shadow a ser entregue a espanhóis e ao Kojima e o que se viu foi um Senhor dos Anéis e nada do adorado ambiente gótico, já para não falar que os Castlevania do IGA também não têm evoluído já que, por exemplo, os inimigos são quase sempre os mesmo e com os mesmos “sprites”; Pokémon, no que toca à série principal, também pouco inova, agora vem aí um spin-off misturado com o Nobunaga’s Ambition que me parece inovador e apelativo; a Capcom nunca mais lança um novo Onimusha (e espero que a sair seja de jeito) e anda a entregar ícones a produtores que se querem projectar no jogo, ou seja, o Dante de DMC. Ah, já para não falar dos jogos japoneses que não chegam ao mercado europeu e que eram capazes de ter uma boa recepção.

    A sério, eu encolho os braços e pergunto: querem mais razões? Os produtores japoneses (e outros ocidentais!) esqueceram a humildade e andam a afundar-se no mérito de velhas glórias que teimam em repetir.

  18. Hélio
    09/03/2012

    Eu nem de longe acho q a indústria acabou, mas realmente precisa tomar atitudes rápido, pq a coisa está feia para os japoneses no tocante a vendas.

    • 09/03/2012

      Hélio, dá uma olhada nessa link que mandei. A coisa está feia pra eles numas – eles sempre encararam vendas no ocidente como bônus. O que está feio para eles é ver o mercado *local* estagnado por questões que nada têm a ver com a qualidade dos jogos, e sim com a economia e a cultura mesmo. E mesmo assim, eles mantém um mercado de jogos especializados/de nicho que no Ocidente não existe, o de jogos que vão vender apenas umas 200 mil cópias mas são produzidos a um custo que não é multimilionário e vendidos mais caro, e com isso não precisam se render ao mínimo denominador comum.

      Sim, eu sei, “mais caro” dói no coração quando se está no Brasil e se compra jogos com 100% de imposto. Mas se ponha na posição deles. Se eu não morasse em um país onde jogos custam quase metade de um salário mínimo, eu preferiria mil vezes pagar 20-30% a mais para jogos como Catherine e Dark Souls do que pagar o preço padrão por mais um Medal of Honor ou Homefront. No Japão existem os dois mercados e faixas de preço (a diferença é que o “CoD” deles, em termos de sucesso, é Dragon Quest, Monster Hunter…). Aqui, um Enslaved que seja custa 10 vezes mais para produzir do que Catherine, é obrigado a ser vendido a preço fixo, e como resultado não vende bem o suficiente para se pagar, mesmo sendo em tese mais palatável do que Catherine.

      • Hélio
        09/03/2012

        É, Fábio, eu sei q ainda existem fenômenos q vendem muito no Japão e fora dele. Só acho q pra um país q já foi o berço de tantas séries boas de praticamente todos os gêneros, os japas estão bem atrás mesmo.
        Poxa, antigamente japa dominava em jogo de luta, RPG, ação, corrida, tudo!
        Hoje realmente as coisas estão bem piores pra eles.
        Torço pra q superem essa crise de identidade e q não fiquem fazendo só um ou outro game inovador, como o Catherine, q vc apontou.

  19. 09/03/2012

    Gente, vcs estão de parabéns! Estou adorando todas as opiniões e todo o debate! Vcs são os melhores Readers of War do mundo! =D

    • Profeta
      09/03/2012

      Agora que fui ver a foto de vcs duas no evento… porque, porque, porque tão tão tão lindas =D~

      • 09/03/2012

        de qual evento? minha e da bebs no game on? hehehe

        obrigada profets =D

        • Profeta
          10/03/2012

          sim, aquela que fica passando la na página inicial \o\

  20. 09/03/2012

    Uma matéria bem mais profunda sobre a divisão recente entre os jogos japoneses e ocidentais do que esses comentários idiotas de designers americanos puxando a sardinha pro próprio rabo:
    http://www.1up.com/features/japanese-games-breaking-west

  21. lipe!
    09/03/2012

    Talvez só um novo Darkstalkers e phantasy star 5 salvam…

  22. GuilhermCorreia
    09/03/2012

    Ainda não li, mas,
    NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    P.s. (pra vc Miss Towers)

  23. Icarus
    09/03/2012

    binary domain é um exemplo de que o japão esta chupando o saco dos americanos. perdoem minha expressão

  24. Icarus
    09/03/2012

    não você não entendeu, eu quis dizer que eles não tem feito mais games com paixão e só pelo fato de vender capcom esquare enix e outras

  25. The Punisher
    10/03/2012

    Outra coisa que não se pode esquecer também, a tragédia ocorrida por lá que com certeza deu um baque tremendo na economia japonesa, que se não me engano ( me corrijam se estiver falando besteira) já não estava indo muito bem.

  26. xxx
    10/03/2012

    gente, japonês é assim mesmo, meio depressivo…lá todo dia é um terremoto, tsunami e morre gente. O mesmo falam que o mangá/anime morreu. Tantos mangás e animes aí para serem lidos, antigamente contava nos dedos. O mesmo vale para os games, existem bons games ocidentais e orientais. Agora, eu concordo com o kojima, gráficos bons não são tudo, o game precisa trazer uma boa experiência como um todo para de fato ser divertido. Não é só ser bonito e ponto final. Inafune , eu posso até concordar com vc, mas cadê megaman x 9 ???Faz um como esse castlevania 2d que jogam vários ao mesmo tempo e coloca uma história bacana, sei q não é fácil ,mas eu acredito=D

    • CPR
      13/03/2012

      Verdade, mas compare a audiência e a vendagem dos mangás e animes de quinze anos atrás com os de hoje e acho q terá uma surpresa.

  27. Danilo
    11/03/2012

    Tem mto paga pau de japa aki, soh vejo tecer elogios, podem elogiar o quanto quiser, mas os números e lucros nao mentem a noticia, o problema dos japas é o mesmo dos paga paus aki, os japas acham que ainda sao os melhores (foi-se o tempo,,,) e nao precisam se reformular, em quanto continuar assim, soh os jogos consagrados vao continuar vendendo (final fantasy , resident evil…), detalhe para que eh da área, e esses JOGOS CONSAGRADOS TEM GRANDE PARTICIPACAO DE DESENVOLVEDORES E CONSULTORES OCIDENTAIS, NEM É MAIS 100% JAPA, a industria ocidental soube abaixar a cabeça e aprendeu a fazer jogo bom com os japas, agora tah na hora dos japas aprederem…

  28. 11/03/2012

    Olá, BR CHAN! HEUHUEHHUE

  29. Yan
    13/03/2012

    Eu até hoje esperando Mega Man X9 e Mega Man Maverick Hunter X2 e o próprio criador da séria vem e termina de confirmar que a indústria está morrendo!
    Esse assunto eu já discutia com um amigo meu ha bastante tempo atrás, e infelizmente é verdade. Gostaria muito de ver mais séries de peso como Final Fantasy ou o próprio Mega Man.

    • CPR
      13/03/2012

      Verdade, amigão. Mas, como ele pode fazer esses jogos se os direitos do robozinho azul estão nas mãos da capcom? :/

  30. rico_son of sparda
    17/03/2012

    o que mais sinto falta sao dos rpg orientais, com o estilo mais paradao
    naum q num goste de darksouls, skyrim mas sinto saudades do ps1 com os ff, o xenogears, breath of fire iv esses jogos me fizeram amante de rpgs e pelo jeito eles vaum ficar soh na minha memoria msm

    • Hélio
      17/03/2012

      Os orientais têm uma capacidade de criar personagens q nos cativam, nos emocionam, nos fazem rir…
      Estou sem tocar no PS3 há muito tempo só pra poder jogar Kingdom Hearts e outros RPGs no PS2. Muito bom!

      • CPR
        19/03/2012

        Hélio o q achou do arc he lad do ps2?

        • Hélio
          19/03/2012

          Essa é uma série q eu ainda preciso jogar. É boa?
          No momento estou jogando Kingdom Hearts 1, e pretendo fazer uma maratona com todos os games da série, então não sei qdo poderei jogar outro game.

          • CPR
            19/03/2012

            É bom cara. É um rpg com jeito de rpg tradicional. Recomendo.

  31. CPR
    19/03/2012

    *Arc the lad

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