[Hands on] Guitar Hero: On Tour

Tags: guitar hero: on tour ; guitar hero

Por Carlinha Rodrigues

A Activision anunciou nesta manhã que Guitar Hero: World Tour vendeu 300,000 unidades na sua semana de lançamento. Como se isso não fosse bom o suficiente, eles acrescentaram que este marco está entre as top 5 melhores vendas de lançamentos da história da Activision.

 

Pois é pessoal, Guitar Hero é Guitar Hero. Não adianta ter um comercial ruim, ou os céticos criticarem até dizer chega, no final se o produto tem boa qualidade agregada à marca já consolidada, é o que os fãs da série querem e traz diversão, ele irá vender.

 

Essa semana eu tive a oportunidade de brincar com o mais novo gadget da Activision para o Nintendo DS. Confesso que estava com o pé atrás, não achava nenhuma idéia genial, pelo contrário, eu pensava que era uma péssima idéia trazer para DS um jogo de grande porte como o Guitar Hero, que tem uma jogabilidade única e seria muito difícil traze-la de forma compactada para um portátil. Boy, oh boy como eu estava errada.

 

Não só tive que engolir minhas palavras, como precisei reformular todo o pré-conceito que eu havia formado sobre o jogo. É muito bem feito, divertido e oferece uma forma de jogar completamente diferente do Guitar Hero que vocês estão acostumados a jogar. Eu, guitar hero expert que sou, tive que baixar a cabeça e tocar no nível médio depois de fracassar cinco vezes seguidas no nível mais difícil – pois é, demorei para aceitar a derrota.

 

O jogo oferece músicas conhecidas, e que são um pouco mais lights do que as encontradas nas versões para console, mas isso é completamente aceitável já que no DS você precisa jogar de uma maneira bem diferente. O guitar grip traz quatro fret buttons, e é acoplado ao DS e ajustável à mão do jogador. Pesa um pouco, é verdade, depois de algumas músicas é provável que a sua mão reclame um pouco da dor, mas nada que um guitar hero já não esteja acostumado.

 

Enquanto em uma tela do DS aparecem as notas musicais na esteira, na outra o jogador precisa palhetar a guitarra como se fosse a strum bar. É muito legal, mas precisei de um tempo para me adaptar e conseguir coordenar meus movimentos para realizar as ações corretas simultaneamente.

 

O jogo merece uma chance, não somente por ser da franquia Guitar Hero ou pelo sucesso de vendas na sua primeira semana de prateleiras, mas porque realmente é divertido e com certeza cativará o coração dos rockers que andam com um DS no bolso por aí.

Carla Rodrigues
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6 Comentários em "[Hands on] Guitar Hero: On Tour"
  1. Wellington Ramos
    04/07/2008

    Poxa cada vez que leio mais deste guitar hero, tenho mais vontade de comprá-lo.

    Até testei no meu sobrinho uma versão hackeada para os botões (horrível claro) e fiquei imaginando ter o guitar grip ^^

    Ai ai… oh din din que faz falta

  2. 04/07/2008

    Eu aconselho!

    Mas cuidado… vicia.

  3. 04/07/2008

    Agora, palhetadas até no banheiro!
    Parabéns Carlinha! Você realmente se mostra a cada dia uma Guitar Girl of War!

  4. geraldofigueras
    04/07/2008

    Sei que to meio sozinho nessa, mas eu acho bem dispensável o GHDS. Pra mim, Guitar Hero é numa puta tela, num puta home theater com umas putas caixas. Jogar em tevezinha com sonzinho perde muito do jogo. Afinal, o tesão da música tá nisso ai.

    Pra mim, o do DS é um videokezinho de nada.

    Viu só Carlinha? Eu também defendo 360 e abomino DS quando necessário. Isso se chama imparcialidade. Te apresento ela qualquer dia desses ehhehee

  5. 04/07/2008

    @ Geraldo, mas eu estou defendendo o DS no texto! Tudo bem que é só por causa do Guitar Hero, mas acho que há um pouco de imparcialidade aí vai hahaha

    E eu juro que eu tinha a EXATA opinião que você expressou em relação ao GHDS, mas foi só até eu pegar o brinquedinho em mãos. Não é a mesma coisa que um Guitar Hero, mas é muito diferente, e muito divertido, e se você joga com fones de ouvido o som é tão bom quanto. Dá uma chance!

    @ Mauri, muito obrigada! Sempre é um prazer ler seus elogios ao blog!

  6. geraldofigueras
    04/07/2008

    Sim, mas eu parto do princípio que todo som do DS e do PSP é avaliado com fones de ouvido. E ainda assim, nao dá pra comparar.

    É um passatempo bonitinho, enquanto que GH dos consoles (leia-se 360 e PS3, porque o som do Wii também não é a mesma coisa) é um violento coice na cara.

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