Guitar Hero: Aerosmith

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Por Carlinha Rodrigues

Sou fã incondicional tanto da série Guitar Hero quanto da banda Aerosmith, ou seja, eu estava duplamente ansiosa para dedilhar na minha guitarra de plástico o novo jogo que será lançado dia 29. Hoje foi lançado mais um trailer que revela (para quem ainda não sabia) algumas músicas que fazem parte do repertório do jogo e algumas bandas convidadas.

Se eu não tivesse jogado Guitar Hero: Aerosmith ontem, eu estaria histérica, só falaria disso até o dia 29, o que iria me fazer perder alguns amigos que ficariam de saco cheio, mas quem precisa de amigos quando se tem Guitar Hero? E olhando esse trailer, eu penso “Nossa, só os sucessos da banda, convidados legais e personagens bem fiéis aos integrantes da banda. Talvez esse Guitar Hero não seja tão fraquinho quanto foi o Rock The 80’s”

Ledo engano. Por mais que me doa o coração admitir, o jogo não é lá essas coisas. Eu fechei o hard em menos de três horas sem encontrar nenhuma dificuldade, e me arrependi muito de não ter tocado direto no expert por causa daquele medo “vai que eu faço feio, Guitar Hero no expert é impossível né”. Qualquer viciado em Guitar Hero vai achar esse jogo muito fácil comparado aos outros, e se a gente quisesse tocar músicas mais fáceis, a gente toca no Rock Band que é menos complexo, se eu estou no Guitar Hero é porque quero esfolar meus dedos e criar novos calos, poxa vida.

E sim, o jogo tem muitos sucessos, mas são só esses que você no trailer mesmo. Quer dizer, tem mais um que outro mas também tem uma porção de músicas do Aerosmith que ninguém ouviu falar. Se você for fazer um Guitar Hero baseado em uma banda, tem que ter as músicas que todo mundo conhece e levaram a banda a ser tão popular a ponto de ter um Guitar Hero dedicado a ela, faz sentido né?

E qual é a do cara que escolheu as músicas das bandas convidadas? Toda vez que eu terminava um Encore ficava feliz por ter passado para a próxima etapa do jogo, mas também me dava um desanimo porque eu sabia que teria de tocar duas músicas chatas pra abrir as do Aerosmith.

Mas calma, ainda é Guitar Hero! Alguma coisa de legal eu tenho que ter achado né? E achei sim, lógico. O jogo conta a história do Aerosmith, e assim que você termina de tocar o encore de  cada setlist, os integrantes da banda dão depoimentos sobre a próxima etapa da vida da banda, que é mostrada no jogo durante o setlist seguinte.

E os palcos são demais. Todos baseados em capas de CD da banda ou em shows históricos, como o half-time do superbowl. Outra coisa muuuuuito legal: Steven Tyler e Joe Perry fazem movimentos muito característicos no jogo, são réplicas que me faziam dar gritinhos de tão legais. Por exemplo quando começa a introdução de Rag Doll e o Steven Tyler faz aqueles movimentos no ritmo do bumbo da bateria, ou os movimentos da mão dele durante Love In An Elevator que também são feitos em todo show. Joe Perry e suas passadas largas, desfiles no palco e solos de guitarra ajoelhado no chão, sem contar o show que ele dá em Sweet Emotion que realmente era a encarnação do guitarrista no jogo. E isso que eu estava jogando a versão tosca de PS2 (sem ofensas).

Steven Tyler teve vários figurinos famosos reproduzidos no jogo, entre eles, essa calça que foi um dos modelos usado pelo cantor no show realizado no Brasil  no ano passado.

Brad Whitford e sua guitarra base fielmente reproduzida, mas os cabelos, Ah! Quanta diferença! Mas está certo ele. Se é pra ser imortalizado em um videogame, que seja com o visual da época de ouro.

O baterista cheio de tiques nervosos causados pela histeria de Steven Tyler, Sr. Joey Kramer.

Toda a magreza do baixista Tom Hammilton também está no jogo.

E o guitar hero Joe motherfuckin’ Perry. E respondendo a dúvida do Sr. Prandoni – Sim, ele está sempre com a camisa aberta e eu nunca escutei ninguém reclamar, mesmo no auge dos 58 anos dele.

And kids, it’s all about the guitar:

Concluindo, essa realmente não é a melhor versão do Guitar Hero, e apesar de ser uma edição “entre-safras” da série, ficou bem fraquinho, mas dá pra se divertir e cantarolar algumas músicas com ninguém menos que Steven Tyler. E eu aposto que o expert deve ser mais desafiador para os fãs hardcore do jogo, quando eu tocar lá aposto que vou ficar mais animada. E talvez se você não goste de Aerosmith, existam probabilidades de você achar o jogo uma droga, mas eu sei que você sabe cantar Love In An Elevator ou Sweet Emotion, então dê uma chance ao jogo, afinal, é Guitar Hero né.

Carla Rodrigues
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4 Comentários em "Guitar Hero: Aerosmith"
  1. 28/06/2008

    Carla’s Got a Guitar!
    Estou ansioso pelo game, vou hoje no meu “fornecedor” ver se chegou. Carlinha, tem a Mama Kin no set list?

    E, alguém tem uma guitarra de Wii para vender?

  2. juniel
    29/06/2008

    Tudo bem embora ainda não tenho jogado o game pelo que vc mencionou da pra perceber que GH:Aerosmith ficou um pouco abaixo do desejado mas tudo bem pelo menos a diversão já está garantida como sempre a franquia proporcionou.

  3. 30/06/2008

    Também achei o game ridiculamente fácil (destrui SWEET EMOTION no hard, usando o controle do Xbox360… ) embora seja bom em questão de animação. Saem raios da guitarra do Perry!

    Achei ruins os gráficos da platéia. Pixeladíssimos…

    Sou fã de aerosmith também…

  4. 03/09/2008

    Eu achei bem loco GH Aerosmith os graficos são daora o jogo e bem colorido bem estilo aerosmith.so que o jogo e facil ja fechei completo facil mediun hard expert.

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