Grandes games necessitam de grandes mulheres

Tags: Alex Kidd, Altered Beast, Assassin’s Creed, Capcom, Dungeon Hero, Electronic Arts, heavenly sword, Jade Raymond, Master System, Mega Man, metal gear solid 4, Minae Matsukawa, Mirror’s Edge, overlord, Phoenix Wright, Phoenix Wright: Ace Attorney, Prison Break, Rhianna Pratchett, Rieko Kodama, Sega Saturn, Shigeru Miyamoto, Street fighter

Por Girls of War

Desde o início da produção de jogos, os games sempre estiveram em um universo masculinizado, totalmente cinza-Metal Gear, às vezes com um toque de alguma mulher, mas que infelizmente não tinham tanto reconhecimento. Com o passar dos anos, e principalmente nos dias atuais, as mulheres dominam mais a produção de games e se destacam cada vez mais com trabalhos notáveis.

Mulheres, sejam ocidentais ou orientais, estão por trás de grandes produções de games. E não são joguinhos fofinhos e meigos, como muitos preconceituosos pensam, e sim, jogos como Assassin’s Creed, Phoenix Wright, Altered Beast, Mirror’s Edge e muitos outros.

Para provar a força da feminilidade nos games, a revista inglesa Edge publicou, no ano de 2006, uma lista com as 100 mulheres mais influentes na indústria dos games. São figuras que vão desde escritoras de histórias e designers até produtoras. Separamos algumas que estão presentes na listagem, e outras que ficaram conhecidas nos anos seguintes.

Conheça um pouco das mulheres que trabalham nos bastidores das empresas de games:

Rieko Kodama – Saúdem a Primeira Dama do RPG!

Esta grande designer é conhecida no mundo gamer como a “Primeira dama do RPG”. A japonesa, nascida no dia 23 de maio de 1963 e natural da cidade de Kanagawa, já atuou na produção de games do “alto escalão” da Sega, como: Phantasy Star, Sonic e Alex Kidd. Mas é claro que ela não parou por aí! Rieko também é famosa por muitos outros jogos como Shinobi, Altered Beast, SpellCaster, Ninja Pincess, Deep Fear e muitos outros. A designer já atuou como diretora no game Magic Knight Rayearth, para o falecido Sega Saturn. Um fato interessante na vida dessa designer de games foi ela ter começado a carreira com a arte e a arqueologia.

E, para provar que todo conhecimento adquirido é válido, muito sabiamente a japinha poderosa tratou de adaptar seus estudos – bem ao estilo Tomb Raider de ser – ao seu trabalho com games, quando, em 1984, um amigo a convidou para trabalhar na Sega (amigo bom!!!). As influências arqueológicas de Reiko podem ser percebidas em games como Phantasy Star e Skies Of Arcadia, por exemplo. Neles, os jogadores quase sempre têm que viajar e descobrir civilizações antigas.

Já trabalhando diretamente com games, Kodama começou como designer de personagens em títulos como Champion Boxing (1984) e Ninja Princess (1984). Ela também arrasou no saudoso Master System com jogos como: Alex Kidd in Miracle World (1986) e Quartet (1987). Como ela teve a sorte de ser uma das poucas designers da companhia, naquela época, ela passou a trabalhar em vários títulos ao mesmo tempo, o que a fez ficar conhecida e ter seu trabalho respeitado muito rápido. No entanto, o grande “boom” na carreira de Reiko aconteceu quando a artista teve a oportunidade de trabalhar em grandes projetos, como Phantasy Star, que foi lançado para concorrer com o também famoso Dragon Quest. Como a designer principal do games, Kodama foi a responsável pela criação do desenho de todos os personagens, dos mapas em 2D, das cenas de guerra em background, das pessoas da cidade, dentre outras coisas.

Agora vocês devem estar se perguntando. O que essa japinha genial está fazendo agora? Bom, rumores dizem que Reiko Overpower Kodama estaria desenvolvendo um RPG, 7th Dragon – para Nintendo DS, em parceria com Kazuya Niinou (Trauma Center, Etrian Odyssey) e o lendário compositor Yuzo Koshiro. 7th Dragon foi lançado em março de 2009. O boato se confirmou!

 

Jade Raymond – A caloura mais bonita dos games

No meio de um grande império de produtores orientais e ocidentais e suas obras-primas nos games, eis que começam a surgir os primeiros vestígios femininos, mesmo que eles não sejam notados em suas obras em si.

Assassin’s Creed não deixa nem um pouco à mostra que a novata – mesmo com 10 anos de carreira e um curto currículo, mas já invejável – Jade Raymond, uma mulher determinada e com uma personalidade cativante, está por trás desse novo game que foi lançado para PS3 e X360.

Jade Raymond, nascida em 28/08/1975 no Canadá, começou no mundo dos games aos seis anos de idade quando jogou Pong pela primeira vez no computador de seu primo. A partir daí seu gosto por games só foi crescendo, especialmente com a ajuda de tio que comprava games para a pequena Jade e a enfrentava, tentando fazer com que ela o derrotasse nos jogos.

Após longos anos, uma das novas “musas gamers” tornou-se bacharel em Ciência da Computação e seu primeiro emprego na área foi na IBM como programadora de jogos educacionais, e logo depois foi consultora no Grupo de Pesquisas Avançadas da Microsoft.

Seu primeiro trabalho na indústria dos games foi na Sony, cujos jogos Jeopardy! e Trivial Pursuit tiveram Jade na equipe de programação. Nesse período, ela começou a produzir um game do filme As Panteras (Charlie’s Angels), mas não deslanchou. Após esse período na Sony, Jade foi para a EA Games e tornou-se produtora, desenvolvendo aplicativos de recursos online e acabou produzindo The Sims Online. Um ano depois foi para There Inc e foi Produtora/Arte do game “There”, um mundo virtual em 3D, concorrente do famoso Simple Life.

Quatro anos depois de trabalhar na There Inc, Jade Raymond aparece nos créditos de Assassin’s Creed – um de seus trabalhos mais reconhecidos pelo enredo, gráficos e jogabilidade, e lançado para dois consoles de última geração – ganhando um reconhecimento merecido e a surpresa dos gamers por se tratar de uma mulher produzindo um game de tamanha grandiosidade. Dizem que Jade é responsável pela roupa de Altair presente em Metal Gear Solid 4.

Claro que, mesmo com a falta de tempo, ela não deixou de ser gamer. Resident Evil 4 é o seu game preferido e no lançamento de Everquest ela passou 10 horas por dia durante 3 meses só jogando esse game. Ela também adora games que têm macacos, tanto que seu personagem favorito é o Donkey Kong. Além de produtora de games, Jade também é co-apresentadora do programa The Eletric Playground, do canal G4.

 

Minae Matsukawa – A feminilidade da Capcom

No Japão é raro ver uma mulher trabalhando em desenvolvedoras de games, especialmente na produção de um game, e pode-se dizer que Matsukawa é uma das japonesas mais bem sucedidas na área. Ela é responsável pela série Phoenix Wright: Ace Attorney para Nintendo DS.

Essa japonesinha tímida é a única mulher desenvolvedora presente na Capcom. As outras são artistas e designers. Antes de entrar para o time da Capcom, Minae Matsukawa trabalhou em uma empresa de segurança. Logo depois esteve nos escritórios da Nintendo, onde conheceu Shigeru Miyamoto, e tempos depois trabalhou na IT, em departamentos de distribuição de jogos online até que em 2001, foi para a Capcom.

Miane está presente na Capcom há seis anos, onde começou com Breath of Fire V. Logo em seguida ela produziu a série Magical Quest da Disney, Disney Aladdin, Capcom Classics Collection, Mega Man X, participou nos Street Fighter, e por fim, em The Darkstalkers para PSP e a série Phoenix Wright, onde ficou conhecida.  Na verdade, Minae sempre foi uma assistente de produção. Ela só se realizou como produtora com esses dois últimos jogos citados.

 

Rhianna Pratchett – A autora de Mirror’s Edge

Nascida em 1976, na Inglaterra, Rhianna Pratchett é uma escritora de roteiros de jogos, designer e jornalista. O pai dela, Terry Prachett é um dos maiores autores de histórias de fantasia e ficção infantil. Rhianna se especializou em desenvolver histórias, humor e caracterização dos games.

Pratchett é bastante conhecida por ser escritora da história de Heavenly Sword, Overlord e Dungeon Hero. Mas agora ela é responsável pelo enredo do jogo Mirror’s Edge. Rhianna buscou semelhanças em um seriado da TV, o Prison Break. Em ambos os casos, tanto o jogo quanto o seriado, o objetivo principal é resgatar o irmão/irmã, através de qualquer meio necessário. A história que gira em torno da cidade também tem bastantes similaridades, onde os governantes querem o melhor para a população, conquistando-a, também, custe o que custar.

E o que a inglesa está fazendo atualmente? A Electronic Arts fechou parceria com a DC Comics, responsável pelas histórias do Batman e Super Homem. Por esta razão, Rhianna Pratchett está ultimamente se dedicando aos quadrinhos sobre Mirror’s Edge. A coleção de HQ será composta por seis edições que prometem contar detalhes da história da protagonista Faith.

 

É o que sempre falamos: Por trás de um grande game, sempre existe uma grande mulher!

Bruna Torres
Share on Tumblr
Feed do Post
63 Comentários em "Grandes games necessitam de grandes mulheres"
  1. 26/11/2009

    Muito bom, muito bom.

    Eu não conhecia a Rhianna assim, por foto. Pelo trabalho dela em Mirror’s Edge, agora a considero até mais bonita que a Jade :)

  2. 26/11/2009

    Concordo plenamente!

  3. Siri
    26/11/2009

    Aaaaah… Jade… S2

    :D~~~~

    *baba escorre pelo chão todo*

  4. 26/11/2009

    Mas bonita que a Jade é impossível!

  5. Johnny
    26/11/2009

    JADEEEEE =D

  6. 26/11/2009

    Aaaaah… Jade… S2 [2]

  7. 26/11/2009

    Logo a gente faz outro com mais mulheres, como a Tracy Espeleta, por exemplo =D

    • Siri
      26/11/2009

      Com tanto que tenha a Jade de novo… :D

      E com as GoW, não rola?
      Ficha técnica, curiosidade e tal?

  8. 26/11/2009

    Otimo saber tudo isso :D Adorei principalmente conhecer sobre a Rhianna, ainda mais por ser fã do pai dela! E tem mais, tirando a Rieko Kodama q parece um filho do Koopa em SuperMario 3, todas sao bonitas :)

  9. 26/11/2009

    Infelizmente tem um certo preconceito até mesmo no Cinema (nunca uma mulher ganhou o prêmio de melhor diretor(a) no Oscar, e apenas 3 foram indicadas na história). Imagina nos videogames, que é uma arte muito menos reconhecida.

    Mas talento de verdade sempre supera preconceito :)

    • 27/11/2009

      até pq preconceito não tem fundamento lógico ou pode ser embasado em qualquer estudo como comprovadamente real. preconceito é falta de conhecimento e incapacidade de acreditar que o fato de alguém ser, de alguma forma, diferente do que vc está acostumado ou de alguém fazer algo do qual vc julgaria apropriado somente para um determinado tipo de pessoa, que esta seria incapaz de aprende-lo e faze-lo com primazia. preconceito, por menor que seja, é a incapacidade de dar a oportunidade de alguém, tido como “minoria”, de mostrar que tem valor.

      Preconceituosos BURN IN HELL!

    • 27/11/2009

      @lemurius

      “os videogames, que é uma arte muito menos reconhecida.”

      discordo de vc. a industria dos videogames foi uma das poucas que conseguiu lucrar mesmo com a crise financeira. ela está crescendo tanto que até mesmo o cinema tem olhado os games com outros olhos (exemplo da parceria da Ubisoft com James Cameron). e video game é arte sim! desde a concepçao dos primeiros conceitos, os artistas envolvidos, a composiçao das trilhas sonoras, modelagem… tudo isso é arte e vem sendo sim reconhecida. infelizmente, aqui no Brasil esse reconhecimento ainda está em estado vegetativo, mas já temos grandes nomes do Brasil trabalhando em games bem legais. Mesmos os independentes já estão levando nosso nome para fora, como os vencedores da Imagine Cup desse ano. Num futuro, acredito que a interatividade de um meio quente como o dos games possa até se sobressair a a estaticidade do meio frio do cinema. futuramente, acredito que o cinema é q terá que buscar nos games uma forma de “sobreviver” ao mundo cada vez mais conectado.

  10. Tottou
    26/11/2009

    Jade carisma infinito!
    E as japonas mandando ver em tr00 games a tempos.
    Rhianna mandando ver nas histórias brilhantes.

    Em tese, mulheres+games, porque não é hypado? D:

    • Siri
      26/11/2009

      Porque GAYmers são nerds tetudos que não gostam de mulher.
      Igual jogador/torcedor de futebol.

      Ronaldo!

      :P

      • Tottou
        26/11/2009

        Malditos nerdes tetudos esterotipados! ;(

  11. 27/11/2009

    simplesmente adorei esta matéria meninas, tão de parabéns ^_^
    e fiquei ainda mais feliz em saber de tantos jogos do DS q tem os dedos de gente tão competente. Acabei de comprar um DS e tava mesmo na procura de games XD.

    pena q ainda assim, são poucas as mulheres q realmente desenvolvem os games. claro, é ótimo saber q temos várias mulheres tb responsáveis pelo desing e pela parte de programação, mostrando q mulher tem talento pra trabalhar em qualquer área, mas eu queria ver mais mulheres participando na área da “criação”.

    Agora, é estranho isto. A Jade Raymond criou Assassin’s Creed, mas tb criou o charlie’s angels do ps2 e… UUUUUUUUUUUURGH, aquilo é mais repugnante do que tampão usado XD

    • 27/11/2009

      Nao acho que ela CRIOUUUUUUUU sozinha hahahaha!

      • Thyago
        27/11/2009

        Eu não quis dizer q ela pariu aquilo sozinha senhorita towers XD.

        eu quis dizer q ela participou de uma das maiores abominações que eu já vi em forma de game. Violência maior com meus giros cerebrais foi somente com Breath of Fire 5 que… ZOMG, teve a participação da Minae Matsukawa, q está na lista XDDD.

        Enfim, não dá pra acertar todas XD

  12. 00_Agent
    27/11/2009

    Eu não sei se ela tá na lista da Edge, mas não pode faltar: Yoko Shimomura, uma das maiores compositoras de Game Music.

    http://www.ffsky.com/ff/zhuanti/KH/staff/shimomura.jpg

    Só pra ter uma ideia, ela tem no currículo as trilhas sonoras de Final Fight, Street Fighter II, Breath of Fire, Super Mario RPG, Parasite Eve e Kingdom Hearts, só pra citar alguns. Isso sim que é ser influente, musicalmente falando. É pra casar!

    • 27/11/2009

      Breath of Fire????? Ela já tem o meu respeito e admiração infinitos! xD

      Mas a Jade… aaaaah… Jade… S2 [3]

  13. 27/11/2009

    JAAADE <3
    *baba escorre pelo chão todo* [+1]

    Putz, eu toparia ser estagiário da UbiSoft, nem que fosse só pra servir café pra Jade… Só que a cada sorriso que ela desse eu derrubaria a bandeja na hora xD

    A Rhianna (eu li "Rihanna" de primeira e fiquei -QQQ, mas enfim… xD) parece cantora de gothic metal… [+1]

    Preconceituosos BURN IN HELL! [+1]

    Mas é isso aí! Apóio todo e qualquer incentivo a aumentar cada vez mais o número de mulheres tão influentes assim, não só no mundo dos games como em qualquer lugar. Espaço existe, é só querer (as GoW tão aê pra provar isso! o/)

    Agora com licença que tô quase me afogando na baba aqui XDDD~

    P.S.: Bebs e Thyago, eu sempre HASHO THE HE dos avatares de vocês… hybzsergyfyhmgv8uw3m0jvp32

    • Thyago
      27/11/2009

      vc sempre o q fi? O_o

      • 27/11/2009

        É “racho de rir”… preciso parar com a mania de escrever esse tiopês geneticamente modificado XD

  14. Master Kim
    27/11/2009

    Cara, eu casaria com a Jade Raymond.
    Se ela recusar fico com a Rhianna Pratchett :)

    • Heishiro Mitsurugi
      27/11/2009

      “Cara, eu casaria com a Jade Raymond”

      Tire o cavalinho da chuva, TODAS as mulheres envolvidas com games são comprometidas, desde as desenvolvedoras as jogadoras, TODAS sem exceção.

      • Siri
        27/11/2009

        Eu toparia ser o loverboy da Jade então…

  15. Hélio
    27/11/2009

    Olá, meninas do Girls of War! Gostei muito da matéria sobre as mulheres influentes nos games, pois é sempre um prazer saber que essa forma de expressão está sendo cada vez mais valorizada. Acho que é importante, sim, incentivar a mulherada a gostar dos games, seja como jogadoras, seja como produtoras. Mas acho que um problema que muitas vezes afasta as moças é que muitos games trazem uma visão excessivamente sensual do sexo feminino, e aí a mulher olha o game e se sente desrespeitada, desvalorizada. Claro que isso existe em toda a sociedade, e as vendas de Tomb Raider, por exemplo, seriam menores se ela não usasse aquele shortinho e tal rsrs, mas é fundamental que os games mostrem mais mulheres com “algo mais além de um corpão”. Por exemplo, a Meryl Silverburgh é uma personagem que é bonita mas tem um desenvolvimento psicológico bem feito, só para citar uma figura feminina que representa o que é importante pro crescimento dos games.
    Tudo bem, beleza chama a atenção, isso é fato. A Jade Raymond com certeza chama a atenção, mas é essencial perceber o talento da produtora em questão e parar de só valorizar o look. Porque aí sim outros games além dos Metal Gears vão atingir a maturidade necessária para competir mesmo com o cinema.

    • Heishiro Mitsurugi
      27/11/2009

      @Rebeca
      “É um grande exemplo”

      Eu também gostava dela, mas quando assisti o Snake quando a encontra pela primeira vez no MGS 4, ela diz alisando o rosto velho dele “what happened to you?” eu pronto, agora ela vai zuar o cara por causa do envelhecimento precoce.

      E no final do MGS 4, eu disse “WTF? Mas e o Solid Snake, damm, o que aconteceu com aproveitar a vida, poxa tinha até o Karibu simbolizando a vida ” T_T. Eu sei que para pessoas que não se envolvem com o jogo/filme isto é estupido, mas os verdeiros gamers sabem o que eu estou dizendo.

      Mas a personagem feminina que eu mais admiro mesmo é a The Boss(Voyevoda) do MGS 3, isso sim é uma mulher soldado.

  16. Mogli
    27/11/2009

    A Bruna é mais bonita que todas

  17. 27/11/2009

    Excelente matéria meninas.
    Chorei aqui Y-Y cada vez tem mais mulheres competentes produzindo games.

    Adorei mesmo a matéria. Sou fã da Minae Matsukawa <3

  18. 27/11/2009

    Me desculpem, mas sempre que vejo um post desse tipo eu entendo como um reforço ao preconceito contra vocês mesmas, mulheres.
    Apontar mulheres importantes em QUALQUER área de atuação já é uma forma de preconceito, por assim dizer (e claro, no meu entendimento). Em alguns casos, não parece que as mulheres estão se destacando por serem fodas e merecerem aquele espaço, fica parecendo que elas estão em destaque simplesmente por serem mulheres. Eu não venho a este blog porque ele é escrito por mulheres, eu venho porque é escrito de uma forma inteligente e interessante ao meu ver. Tem sempre informações novas e os leitores não parecem ser os abobalhados “haters” que costumamos encontrar por aí na internet.
    Eu sei que a intenção do post não é essa, mas eu acho uma besteira muito grande citar mulheres em qualquer área de atuação como se fosse mérito ser mulher e estar ali. Elas estão ali porque elas são capazes (tanto, ou mais, quanto qualquer outro ser de qualquer sexo) e fazem o que sabem. E como vocês bem vão dizer. Fazem tudo isso de salto alto.

    • 27/11/2009

      É muito fácil pensar assim quando se é homem e nunca passou por nenhuma situação onde ser mulher foi uma desvantagem. Carecemos de exemplos femininos em diversas carreiras, então esse tipo de matéria é justamente pra DIMINUIR esta diferença. Elas ainda são exceções num meio dominado por homens. Talvez mostrando como elas conseguiram ser bem sucedidas (mesmo tendo que aguentar comentários frequentes sobre aparência, entre outras coisas) outras meninas possam se inspirar.

    • 30/11/2009

      Alessandra e Receba, eu entendo a posição de ambas e acho admirável a preocupação com a questão. Foi como a Alessandra falou. SEMPRE vão ter comentários do tipo “Caramba, gostosa demais”. Ou seja, todo o mérito da inteligência das mulheres já foram tirados logo nisso daí. Ou melhor, todo o mérito da matéria, pq as mulheres vão continuar sendo inteligentes, não vão ser demitidas só pelo cargo.
      Eu acho super respeitável e admiro demais o trabalho de muitas mulheres por aí afora, mas acho que na maioria das vezes o preconceito ainda é maior. Lembro de quando vi a Jade Raymond fazendo a apresentação de Assassin’s Creed no youtube, os comentários, em sua maioria eram “Essa devia estar lá em casa” ou algo assim. Alguns, inclusive, duvidavam que ela realmente fizesse algum trabalho no jogo além de apresentá-lo para os “nerds”.
      Minha visão realmente pode estar limitada Alessandra, é dificil para mim, que nunca fui mulher, poder me colocar na situação de vocês. Acho até que minha posição foi meio extremista. Já que vocês, mulheres, estão concordando com a situação,não há porque eu me impôr contra. Desculpe qualquer palavra errada.

  19. Slayer
    27/11/2009

    Oh meu deuzo que beleza!

  20. 27/11/2009

    Esse tipo de matéria é muito muito muito útil pra derrubar preconceitos. Mas por muito tempo ainda temos que ver homens deixando a competência delas em segundo plano e analisando qual é mais bonita… é a vida. Espero ver isso mudar um pouco antes de ter netos :)

    • 27/11/2009

      Alessandra,

      O pior não é isso. É participar de foruns sobre games, e ficarem ou desdenhando que você seja realmente mulher, ou falarem coisas do tipo “uma mulher está dizendo assim e assado…” ou também, sim…ficarem no seu pé porque você é mulher e curte games…

      É, estou já acostumada com isso. Mas um dia a coisa muda!

  21. 27/11/2009

    Imperamos no mundo gamer! Mas não vou falar de nós mulheres agora, rs! O pai da Rhianna, o Terry Pratchett é autor de uma série de fantasia que virou um game muito interessante para PC,(e foi um dos poucos games que joguei para a plataforma): Discworld Noir, que era bem engraçado e com pinta de “filme noir” mesmo!

    Talvez vocês saibam, mas desde 2005 existem a WIGI, que sempre está promovendo integração e troca de experiências entre indústria gamer- e mulheres que lidam com ela… um dia chego lá!

    BTW, gostei da matéria, é isso aí! Vamos dominar o mundo…wowowow!

  22. Daniel
    27/11/2009

    boa matéria

    prison break serviu d inspiração pra mirror’s edge… dessa eu nao sabia, legal saber disso

    tem a Amy Hennig ou algo assim tb q eu gosto mto do trabalho dela, ela escreveu roteiros de Soul Reaver 1, 2 e Defiance e agora ela trabalha na série Uncharted acho q ela trabalhou em algum Jak pra ps2 mas nem tenho certeza, numca consegui achar mtas informações sobre ela…

  23. Heishiro Mitsurugi
    27/11/2009

    Excelente matéria garotas, mas acredito que faltaram 2 pessoas excelentes ai que não foram as criadoras mas o toque que elas dão nos jogos os tornam magníficos.

    Yoko Shimomura = Compositora de jogos como, Street Fighter 2, Final Fight, Parasite Eve, Legend of Mana e muitos outros.

    Mary Elizabeth McGlynn = Dubladora, cantora, diretora de dublagem e escritora. Trabalhou em Silent Hill ( 3 para frente e filme), Resident Evil, Devil May Cry 4, Tekken 6, Wolf’s Rain e muitos outros.

    obs: Minha faorita entre as mulheres do mundo dos games é a Elizabeth McGlynn, essa loirona é muito telentosa, a sua voz é excelente.

    • 27/11/2009

      OH MY GAH!!!
      Me reservo no direito de nem precisar expor minha pasmante admiração pelo trabalho da Mary. A Bebs sabe (no bom sentido, ôôô! ¬¬).

  24. Mr. WRITER
    27/11/2009

    Muito bom saber que a cada dia mulheres se interessam mais não só por jogar, mas tmabém por fazer jogos. A mioria das mulheres da industria de games parece mais ligada aos setores de dublagem.

    Parabéns pela ótima matéira.

  25. Hélio
    27/11/2009

    Eu tentei postar e não entrou, o que será que houve?
    Era um texto enorme…

  26. Erick Lessa
    27/11/2009

    Bom dia menina,

    ótimo post!

    essa frase está certa mesmo?
    “7th Dragon tem previsão de ser lançado em março de 2009. Tomara que esse boato se confirme!”, ele já foi lançado então?

    Jade é linda, parece ter um corpão, sua ascensão foi impressionante… hj é produtora oO!!!
    produtora de assassins creed….
    Muito boooooooooooooaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! :D

    muito boa a historia de mirrors… vou procurar na net por Terry Prachett, deve ter historias interessantes :)

    “ah jade…. jade… jade…(123)”
    uhasuhuhasuhasuasuashuash

  27. 27/11/2009

    Mas a Jade… aaaaah… Jade… S2 [4]

    ótima máteria meninas. Quase a maioria das empresas de games tem mulheres trabalhando junto. Queira ou não, a mulher dá aquele diferencial. Me lembro quando teve o Sbgames no rio, apesar de a maioria ser homem, mas vi que havia meninas também. Isso é bom de se ver.

  28. caligariburton
    27/11/2009

    A Rhianna lembra a Sharon den Adel do Within Temptation ^^

    • Jhun
      27/11/2009

      Concordo. ^^ Lembra mt msm.

      Ahhhhh Sharon… *-* =D

      Ótimo matéria. Mulheres comandam. =D

  29. Vitor
    27/11/2009

    Concordo plenamente, como tambem um grande homem precisa de uma grande mulher né!! CARLA RODRIGUES.

  30. caligariburton
    27/11/2009

    Amei a matéria, a despeito da beleza delas o importante mesmo é a competência pq se fossem só bonitinhas nunca cherariam aonda estão… e espero que mais mulheres se interessem por jogos e participem na produção…

  31. caligariburton
    27/11/2009

    aonde*

    Se achei que deveria ter mais exemplos e com profissões variadas, algumas dubladoras são ótimas também (a dubladora da Claire do Resident Evil, sou fã dela ^^).

  32. Grahav
    27/11/2009

    Caramba!Phantasy Star, Sonic e Alex Kidd!

    Muito obrigado Rieko!

  33. Leandro
    27/11/2009

    A Jade é agora presidenta do Ubisoft-Toronto Studios,
    espero que essas mulheres vencedoras possam inspiram a todas as outras mulheres,

    E sempre lembrar que:

    NOTHING IS IMPOSSIBLE

  34. Siri
    27/11/2009

    A Reiko Kodama não trabalha na Liba vendendo futon perto do metrô?
    Ou é aquela que vende takoyaki na feirinha do fim de semana?

    Falando sério, ela tem uma participação maior até que o Yu Suzuki dentro da Sega, hein?!

  35. Renan Rodrigues
    28/11/2009

    Achei bem legal a iniciativa de vocês ao mostrarem que o mundo de desenvolvimento de jogos não é exclusivamente masculino.
    Essas mulheres merecem nosso respeito, pois mesmo com os preconceitos que as mulheres sofrem nessa área, elas conseguiram provar que mulheres podem ser tão ou mais competentes que os homens, e que esse estereótipo de “games only for man” é pura idiotice.

    Congratulations, Girls!

  36. Ruston
    28/11/2009

    Talvez essa seja uma das matérias mais interessantes que já foram escritas aqui no blog. Mostra que o envolvimento das mulheres com jogos não é algo recente, e que, de fato, existe espaço para elas nesse meio.

    Porém, é bom lembrar que elas não estão no patamar onde se encontram pelo simples fato de serem mulheres. Elas se destacam, acima de tudo, porque são competentes naquilo que fazem.

    Quanto a questão da “ausência” de mulheres no mercado de jogos, eu digo o seguinte: isso se dá, em grande parte também, pelo fato delas simplesmente não demonstrarem interesse nisso. Em outras palavras, FALTAM mulheres interssadas em trabalhar com isso.

    Se você for pra área de T.I., por exemplo, vai ver que as empresas e faculdades de informática, no geral, são ambientes majoritariamente masculinos. Muitas meninas simplesmente preferem trabalhar em outras áreas (como psicologia, direito, etc…). É tanto macho que tem nessa área que agente tem que fazer força pra não virar gay(ui…).

    Eu acho bastante interessante essa iniciativa das Girls de mostrarem que é possível, para elas, se destacar nesse meio. Portanto, parabéns as Girls.

    OBS: Uma mulher que eu acrescentaria a essa lista seria Amy Hennig, autora e diretora das séries Legacy of Kain e Uncharted.

  37. Zamir "Mega Drive Lunatic"
    29/11/2009

    Uma ótima seleção de beldades dos games…
    Nunca pensei que minha série de RPG favorita Phantasy Star tivesse sido feito por uma mulher…por isso que fez tanto sucesso a quadrilogia inicial de Phantasy Star e considerado um dos melhores enredos até hoje.
    Ainda tá pra nascer uma continuação descente de Phantasy Star que se preze…assim que a Mestra Rieko “Soberana” Kodama voltar para o título quem sabe não aconteça uma nova Quadrilogia começando com:
    Phantasy Star V: New Generation!!!!hehehehe

    Jade e Rhianna são extremamente lindas…isso mostra que mulher sabe das coisas…só basta querer.

  38. André
    30/11/2009

    Umas das melhores coisas do mundo juntas!Games+Mulheres!!!

    ^.^/

    e concordo, não só nos games se necessitam de mulheres para um trabalho bem feito..

    \o

    ótima matéria

    !!!

  39. JC
    30/11/2009

    Puxa, excelente matéria!Só conhecia a idolatrada Jade e Rhianna (que sou fãn desde Overlord, que é um dos roteiros mais doidos que ja ví^^. Só não concordo com ela ser mais bela que Jade(até porque é muito velha pra mim!hehe)…mas minha amada lauzinhaS2 deixa elas duas no chinelo!!!!XD
    É bom ver que existem mulheres de talento por traz de grandes jogos!

  40. Six
    01/12/2009

    A Jade nem é só bonita… ela é charmosa e divertida pra carilho tb! Completa!

  41. 26/12/2009

    Rhianna DESTRÓI Jade
    #prontofalei

Crie uma conta no gravatar.com para colocar sua foto nos comentários.

Sempre que comentar em algum blog com o email cadastrado, aparecerá sua imagem.