Dragon Age Origins vs Dragon Age 2: tem com comparar?

Tags: BioWare, Dragon Age 2, Dragon Age comparação, Dragon Age Origins, jogos RPG, RPG
Amber Hawke

Amber Hawke

Cheguei a comentar em um post anterior que fechei Dragon Age 2 e, do contrário do que algumas pessoas disseram, não achei o jogo uma bomba. Sério, não é um jogo ruim. Como também havia dito, talvez o maior problema seja porque as pessoas tentaram comparar o Dragon Age Origins com a sua sequência, o que é um tanto injusto já que o 2 tem uma proposta diferente e, até mesmo, uma estética visual e de narrativa diferentes do primeiro.

Pensando em tentar elucidar algumas dúvidas e comparativos entre os dois jogos, resolvi escrever esse post baseado nas principais semelhanças e diferenças que encontrei pelo jogo e também com a ajuda dos leitores, que enviaram suas observações pelo Twitter. Espero que o comparativo fique claro e, de alguma forma, ajude a você a dar uma chance a este game que – a sua maneira – é um ótimo RPG de ação.

OBS: o texto abaixo não tem spoilers e todas as imagens são prints do meu jogo (Dragon Age 2). Desculpe pela baixa qualidade gráfica das imagens; meu PC rodou o game no talo porque é muito antigo.

1) Diferenças de portabilidade: Dragon Age 2 foi mais pensado para consoles?

Flemeth FTW!

Flemeth FTW!

Uma das coisas que se discutiu com o DA:O foi a cagada que fizeram para portar o game para os consoles. Está mais do que claro que o Origins foi pensado para PC. Eu, particularmente, prefiro jogar RPGs no PC (eu amo minha quick bar), mas isso não dá o direito da desenvolvedora não fazer o serviço direito. Se quer lançar um jogo multiplataforma, que faça a coisa certa. Até hoje tenho pesadelos com a versão adaptada para PC, nas coxas, de Devil May Cry 4.

Mas enfim, os controles do Origins nos consoles são imprecisos e é um parto jogar de mago e ter que acessar o menu para conseguir alguma magia a tempo de não ser digerido por um darkspawn. Resumindo: o Origins é um jogo de PC que tentou (sem muito sucesso) se comportar bem nos videogames.

Agora, já no DA2 a coisa muda de figura: percebe-se que tiveram um cuidado muito maior com o gameplay dos consoles também, sem descuidar do PC. Inclusive os personagens estão mais bem articulados, as animações das batalhas estão melhores e há mais combos. DA2 está muito mais próximo da mecânica de Mass Effect agora, ou seja, está mais ação com elementos de RPG e não o contrário, como foi em Origins.

2) Mudanças de estética: trocaram a paleta de cores do jogo e o que houve com a história?   

Olha o tamanho da aranha!

Olha o tamanho da aranha!

Ok, mais um ponto polêmico entre ambos os jogos foi a mudança brusca de conceitos: tanto visuais, como de mecânica e narrativa. A impressão que alguns têm é de que Dragon Age 2 apenas usou o nome da série e criou um jogo novo. Até agora não entendi muito bem porque a BioWare fez essa mudança tão radical. Na minha concepção, se eles tivessem melhorado alguns aspectos do gameplay já estaria bom, mas vamos tentar entender.

Acredito que, isso é só uma suposição, os desenvolvedores tentaram adaptar o conceito da história do 2 ao visual do jogo. Kirkwall (local onde se desenrola a sequência) é uma cidade com um ar mais rígido, com tons mais opacos e mais fechado que Ferelden (onde se passa Origins).

Quase 90% da história acontece dentro das muralhas de pedra (não sei se tinha concreto naquela época, rs) de Kirkwall, com isso, o visual acizentado e em tom pastel predominam. Talvez, eu disse talvez, a estética do segundo jogo tenha sido criada com o intuito de complementar essa nova atmosfera.

Momento FUUUU...

Momento FUUUU...

Mas não entendam a estética dos jogos como apenas os elementos visuais. Mudanças bruscas na narrativa também podem ser encaradas como mudanças estéticas. Mas também é importante não achar que história é a mesma coisa que a narrativa. A história é o contexto onde estão inseridos os elementos  gerais (ambientes, personagens, conflitos…) e narrativa é a forma que esta história é apresentada aos leitores, nesse caso, os jogadores.

Para não confundir muito e nem derreter o cérebro de vocês logo no início da semana, vamos nos ater a explicar que a narrativa de Dragon Age 2 é diferente de Origins, mas a história é a quase a mesma, ou seja, no 2 ainda estamos no contexto da Blight, só que em pontos diferentes: de um lado estão os Grey Wardens lutando contra os darkspawns e do outro está Hawke e sua família tentando fugir do vilarejo de Lottering.

A história do 2 só muda, efetivamente, no decorrer dos anos em Kirkwall (se passam 10 anos desde que Hawke chega a cidade até o desfecho do jogo). Nesse contexto, a Blight já acabou e por vezes você escuta comentários pela cidade sobre o Herói de Ferelden e como ele (ou ela) derrotou o Archdemon.

3) Repetição infernal de cenários: de novo essa maldita caverna?

O_O

O_O

Algo que imaginei que fossem dar um jeito no 2, mas que só pioraram foi o efeito “déjà vu”, ou seja, aquela sensação de que você já passou por um certo lugar antes ou que já conhece determinada situação. Isso em DA 2 acontece e muito, especialmente nas poucas missões fora de Kirkwall das quais te obrigam a explorar alguma caverna.

A impressão que dá as vezes é que apenas trocaram as plantas, pontes e algumas pedras de lugar e mantiveram igual todo o restante da estrutura do ambiente. Isso é um saco e, por vezes, te desestimula a encarar uma sidequest – que quase sempre passa por uma dessas grutas da perdição (sempre infestadas de aranhas do tamanho de um bonde).

Dentro da cidade é até mais compreensível (mas não completamente aceitável) que algumas locações se repitam, já que estamos falando de uma estrutura física e estática. Seria até estranho se toda vez que se chegasse na cidade as coisas estivessem fora do lugar, numa espécie de efeito “escadas da Escola de Magia de Hogwarts”.

4) Mapas: uma relação de amor e ódio

Sensualizando ao pôr do Sol e perdida por aí...

Sensualizando ao pôr do Sol e perdida por aí...

Os mapas do segundo jogo, em relação ao primeiro, sofreram uma considerável mudança para bem e para mal. Vou destacar aqui que a melhoria de maior destaque foi deixar visível, no mapa geral do 2, as missões em aberto. Nossa, como isso adianta a vida! Em Origins, assim como o primeiro Mass Effect, eu tinha que jogar com um bloquinho do lado e anotar para onde eu tinha que ir. Muito estressante. O mapa do 2 também divide as missões em aberto pelos períodos do dia e noite para facilitar sua vida.

No entanto, o mapa local de DA2 é um cocô. Como os lugares se repetem exaustivamente, você acaba aprendendo para onde ir na marra mesmo. Felizmente, eles tiveram a misericórida de marcar no mapa geral os lugares onde os integrantes da sua party ficam quando não estão com você, porque tentar chegar nesses locais “manualmente” é quase sempre um parto. Pior que isso é achar as missões nas montanhas tentando se guiar pelo mapa. Na boa, é capaz de você levar mais tempo tentando achar o lugar da missão do que jogando ela.

5) Sidequests em Dragon Age 2: ZzZzZzZz…

Tirando as sidequests dos seus companheiros, o restante serve unicamente para você ganhar dinheiro e subir de nível. Sinceramente, não consigo lembrar de nenhuma sidequest que tenha me animado realmente. Até as idas aleatórias ao bordel da cidade, que pensei que fossem no mínimo engraçadas, são meio sem graça.

Eu joguei todas as possíveis missões secundárias unicamente para subir de nível mesmo e porque precisava de grana para comprar as coisas na loja underground do jogo, chamada Black Emporium (ela veio gratuita na minha versão Signature do jogo). Mas não tem jeito, se você tentar encarar a missão principal sem upar bem o seu personagem – e as sidequests são boas para isso – vai passar aperto.

6) Personagem principal, sua party e sexo (fuck yeah!)

Um dos peguetes da minha Hawke

Um dos peguetes da minha Hawke

Vamos por partes nesse tópico, até porque ele é bem interessante. Assim como na série Mass Effect, em DA2 seu personagem principal agora tem voz! Finalmente, já que uma das coisas que mais frustrava no seu Grey Warden, em Origins, era a constante pose de múmia paralítica e fazendo cara de paisagem para tudo. Até as animações faciais no 2 melhoram um pouco.

Agora, admito que de início torci um pouco o nariz para a minha nova party. Isso porque seus companheiros no Origins são muito caricatos e cativantes (Morrigan FTW!). Fiquei um pouco receosa do que iria aparecer pela frente com o 2. Mas tirando alguns pentelhos – como o transloucado mago Anders, o irmão de Hawke com complexo de inferioridade e a emo-elfa, que só faz merda, Merrill – os demais até que são bem interessantes. Destaque para as discussões divertidíssimas entre a pirata (sexy-bitch) Isabela e a capitã de Kirkwall (toda certinha) Aveline. Era comum ouvir a Aveline terminar uma discussão com a Isabela com a frase: “shut up whore!”.

“Let’s talk about sex baby”: em Dragon Age 2 as cenas de sexo estão mais calientes – dependendo do personagem que você pegar. O problema de excesso de roupa continua, o que cotradiz com a cena em si. E falando em sexo, você pode passar o rodo na sua party e não precisa, necessariamente, ser fiel a ninguém. A minha maga (sempre começo a jogar de maga e com personagem feminina) tocou o terror no jogo! A mais fácil de pegar foi a Isabela (ela é a que tem a cena de pseudo-sexo mais caliente), depois passei pelo Anders, pelo Fenris e até pela sem sal da Merrill. Tentei dar uns pegas no tal do príncipe Sebastian, mas o menino é todo certinho e cheio de mimimi (gente chata).

Resumindo: você pode fazer a festa do troca-troca no jogo!

7) Hora do combate em DA2: dicas importantes

Empalados no gelo (deve doer! rs)

Empalados no gelo (deve doer! rs)

Esse tópico não é, necessariamente, um comparativo entre os dois jogos, mas sim uma forma de ajudar a quem não tem muita prática em RPG. Se você já sabe sobre esses conceitos, desconsidere o tópico ou me ajude a melhorá-lo nos comentários, por favor.

Então vamos lá. Em Dragon Age 2 (assim como no Origins) você tem 3 tipos de classe que pode escolher: warrior, mage ou rogue. Obviamente, cada um tem seu estilo distinto de luta e grau de dificuldade, por exemplo, o warrior é mais recomendado para iniciantes (especialmente por ser a classe mais forte fisicamente) enquanto o mage, pela complexidade do uso de magias e por ser mais fraco fisicamente, é mais indicado para jogadores avançados. O rogue é sempre uma alternativa legal, se você for fã de golpes furtivos, agilidade, criar venenos e armadilhas.

Agora como se comportar com as três classes na batalha? Seguem umas dicas bem básicas que podem te ajudar:

a) Warrior: invista pontos em Força (a capacidade de dar porrada com mais efeito) e Constituição (a capacidade de aguentar a porrada do outros, ou seja, maior barra de life). Nessa classe, seu personagem ficará sempre na infantaria e, geralmente, é o primeiro a atacar. Não esqueça de equipar bem seu guerreiro (sendo ele você ou da sua party) contra efeitos mágicos, especialmente contra danos mentais e debilitadores. Ter proteção contra danos elementais é ótimo também. Por incrível que pareça, um dos principais adversários dos warriors são os magos boladões. Em qualquer lugar que você esteja, elimine os magos logo de cara para evitar estresse depois. Depois que o neutralizar, um peteleco é o suficiente para derrubá-lo.

A sua galera!

A sua galera!

b) Rogue: invista pontos em Destreza (habilidade mestre dessa classe) e Cunning (quanto maior essa habilidade, maior será a capacidade do rogue em detectar armadilhas e abrir portas e baús trancados). Apesar de também usar armas e não magia, o rogue não foi feito para se colocar na frente da batalha. Ele é um guerreiro furtivo, feito para atacar de forma traicoeira mesmo e quando o inimigo menos espera. Rogues são ótimos arqueiros também, se tiver a oportunidade de escolher um rogue – ao invés de um warrior – para a função, faça-o. Os pontos distribuídos em destreza e precisão farão uma grande diferença para os arqueiros. É sempre útil ter um rogue na sua party (isso se você já não for um), eles são salvadores em cavernas e torres abandonadas para detectar armadilhas ou inimigos à distância.

c) Mage: invista pontos em Magia (habilidade dominante da classe) e Willpower (aumenta a quantidade de mana). É interessante, eventualmente, investir um pouco em Constituição também para aumentar a barra de vida do seu personagem. Os magos são a minha classe preferida de jogar, mesmo sendo difícil no início. Isso porque, como eles não têm muita força e a constituição é baixa, os coitados caem que nem papel na primeira paulada na cabeça. No entanto, se você souber distribuir bem suas magias e se especializar num tipo de mago, no level 10 você já estará fazendo estragos! Em se especializar eu digo evitar fazer farofa com seu mago. Tente fechar uma ou duas cadeias de habilidades. Eu, por exemplo, me especializei em maga de poderes elementais (fogo, gelo, terra e tempestade) e acrescentei um pouco de auto-healing e arcane shield para me proteger de ataques físicos. Os magos definitivamente não foram feitos para ataques diretos e devem ser colocados mais atrás no campo de batalha. Querer derrubar um dragão gigante dando cajadadas nele não é uma boa ideia. Invista em golpes de área e devaste, sozinho, toda uma horda de inimigos de uma só vez.

8) Fator replay: repetição no 2 afetou um pouco  

Morre bicho feio!

Morre bicho feio!

O fator replay, ou seja, a vontade de jogar de novo o game em Dragon Age Origins é bem mais alta em relação a sua sequência. A questão das diferentes origens de cada personagem é um dos motivos para isso. Outro incentivo para se jogar novamente Origins também fica para as demais possibilidades de romance, novas classes e finais diferentes. Apesar de alguns desses aspectos também existirem no DA2, na minha opinião, o que mais pesa no replay dessa sequência é a enorme repetição de missões, especialmente as secundárias, e o déjà vu maldito a quase todo tempo. Vamos ver se com o DLC Legacy a coisa muito um pouco.

9) Considerações finais

Dragon Age 2 é um bom jogo sim, mesmo com as repetições, o save inútil importado do Origins que só serve para alterar alguns poucos diálogos e alguns bugs (não vi muitos deles na minha versão de PC). Não tente compará-lo muito com o Origins (por mais que às vezes seja inevitável) senão é possível que você não vá jogá-lo. Encare essa continuação como uma nova proposta mesmo e acredito que você, assim como eu, irá se divertir muito.

Vivi Werneck
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58 Comentários em "Dragon Age Origins vs Dragon Age 2: tem com comparar?"
  1. 18/07/2011

    Tem pouca coisa com o qual tenho menos paciência do que fã que acha que se mudou alguma coisa, ficou uma droga, sem ponderar as razões pelas quais um designer poderia querer arriscar algo diferente.

    Parabéns, Vivi, por ter destrinchado as diferenças – e principalmente por saber apontar o que você não gostou nas mudanças sem reduzir o jogo inteiro a um fator ou outro.

    PS.: Ainda não tentei jogar o Origins no PC, mas de fato, tem horas que jogar de mago na versão PS3 dói na alma, mesmo usando os slots de magias rápidas.

  2. 18/07/2011

    É injusto comentar sem ter nem ao menos jogado o 2, mas acho importante falar algumas coisas.

    1- Dragon Age 2, de acordo com o próprio compositor, foi apressado pela EA, para monetizar em cima do primeiro.

    2- Repetição em RPG é algo grave demais. Mas eu vejo o jogo como um produto que tirou toda a gordura (o que nem sempre é bom) e deixou a carne. Questão de gosto. Alguns preferem o 2 muito mais que o Origins.

    3- Me preocupa a mudança de foco da BioWare. Ultimamente estão preferindo criar jogos de ação com elementos de RPG. O ideal é balancear ambos os lados, na minha opinião, algo que a CD Projekt fez muito melhor com The Witcher 2, comparado a Mass Effect 2. Não sei se é por causa da EA interferir (até ME1, a produtora era independente, e DA:O estava em processo final de produção quando foi comprada).

    4- Pra mim, os consoles não tiveram culpa na simplificação. Ao mesmo tempo, acho que a base de fãs é mais importante do que a decisão de colocar um jogo multi-plataforma. Tenho certeza que The Witcher 2 ficará legal porque é excelente jogar pelo controle.

  3. Diego Kober
    18/07/2011

    Bom, mas você não acha que é ingenuidade acreditar que as pessoas não irão comparar um jogo ao seu antecessor? Afinal, é a base que se tem em primeira mão.
    Infelizmente, DA2 não foi baseado em Dragon Age: Origins, e sim em Mass Effect 2. E não digo isso como se fosse ruim, adoro ME2, zerei diversas vezes e estou ansioso pelo 3. Mas DA2 ficou totalmente descaracterizado, quando tudo que fez do primeiro um excelente jogo foi jogado pelo ralo. O que mais me deixa puto, é que as suas decisões no primeiro jogo não importam pra nada, com exceção de alguns diálogos. Todo o trabalho que você teve pra deixar o mundo da forma como quis, e não vai influenciar nada, porque você não joga naquele mundo.
    O fato de o jogo ter apenas um final também é muito decepcionante. Independente das suas escolhas (e só tem uma escolha que realmente importa no jogo todo) o final é o mesmo, e aberto.

    • Vivi Werneck
      18/07/2011

      “O que mais me deixa puto, é que as suas decisões no primeiro jogo não importam pra nada, com exceção de alguns diálogos”

      isso concordo e muito com vc. se vc guardou cuidadosamente o seu save do Origins e exportou pro DA2 não fez a menor diferença direta no game, do contrário do que acontece em Mass Effect. Isso foi um tiro no pé de verdade mesmo!

  4. Vivi Werneck
    18/07/2011

    Só quero ver! Vc tá me devendo a maquiagem da Leliana até hoje! U_U

  5. Kowagaru (Darkhealm)
    18/07/2011

    VIVI! COMOFAS PEGAR O ANDERS?! FUUUUUUUUUUU!!!!!

    Bem, como pode perceber eu terminei tambem o DA 2, e concordo em grande parte com aquilo que você falou. Eu não posso comparar ele com DA O até porque não terminei ele (Erro meu, sorry), mas a repetição desse jogo é de um nivel absurdo (Não acredito que possa existir um jogo com cenarios mais CTRL C + V na historia dos video games). Porem eu pessoalmente acho o estilo de estético do DA 2 muito melhor que DA O (Sério! Eles consiguiram deixar a moralidade do jogo AINDA MAIS AMBIGUA que do DA O. Isso é praticamente alem do impossivel!). Tambem gostei muito do Hawke receber uma voz, assim como Dead Space 2, só o fato dele ter uma voz já parece deixar a historia muito mais humana e agradavel.

    PS:Só para perguntar, dá para pegar todo mundo em um só Gameplay? Nunca tentei tal façanha.

    • Vivi Werneck
      18/07/2011

      “só o fato dele ter uma voz já parece deixar a historia muito mais humana e agradavel”.

      isso com certeza! múmia paralítica no more! rs

      “dá para pegar todo mundo em um só Gameplay? Nunca tentei tal façanha.”

      a maioria sim, eu fiz isso! *da-na-da* XD

  6. Rodrigo T
    18/07/2011

    Resumindo: DA2 eh bom… mas n tao bom como DAO.

    BUT: O anao besteiro, Isabela, a elfa-bobinha, o elfo-emo e ateh msm a sapatona-tank formam uma party melhor q a de DAO.
    covenhamos… zxevran…leliana…a veia…sten… todos muiiiiiiiito sem-sal.

    • Kowagaru (Darkhealm)
      18/07/2011

      HAHAHAH! RI muito do nome que você deu para o pessoal das partys hahahahaha

    • Nathan
      09/10/2013

      Putz… tem certeza que você jogou o mesmo jogo que eu? Pra confirmar: Dragon Age Origins. Será?

      Você disse que os personagens eram sem sal?! Você entende inglês? Prestava atenção na relação entre os personagens e experimentou andar com combinações diferentes? Fez as side-quests?

      Se afirmativo, eu realmente não consigo imaginar como alguém é capaz de chegar a mesma conclusão que você. Absurdo.

      • Vivi Werneck
        09/10/2013

        Acredito que vc nao tenha lido o texto direito. Se ler minha resenha sobre Dragon Age Origins vai descobrir q este foi um dos melhores jogos q joguei na vida. O que achei sem sal, e realmente é, foi Dragon Age 2 em comparaçao ao Origins.Ah, e entendo inglês muito bem. :)

        Leia com mais atençao da proxima vez. Bjs

  7. 18/07/2011

    Na minha opinião esse jogo saiu com o intuito de fazer caixa para um projeto maior, vulgo SWTOR.

    Minhas três maiores reclamações sobre DA2:

    1) Diminuição do escopo – Na boa, se esse tivesse sido o primeiro jogo da série e o Origins o segundo, acho que (quase) ninguém teria reclamado do jogo. Mas você começar com algo gigante e na (suposta) continuação partir para algo tão pequeno. Simplesmente não funciona em um RPG, pelo menos para mim.

    2) Repetição dos cenários – Cansativo. Massante. Chato. Insuportável.

    3) Waves de inimigos – Eu sei que praticamente quase todos os jogos se tratam de waves de inimigos. O problema é quando isso se torna óbvio para quem está jogando. Em DA2 isso é mais do que óbvio. Assim como também era óbvio em Uncharted 1.

    Por outro lado: gostei muito dos personagens secundários e das interações automáticas entre eles e do final.

    Pro Origins dou um 9. Pro DA2 como continuação, um 6. Pro DA2 isoladamente, um 7.5.

  8. João
    18/07/2011

    Confesso que fiquei um pouco decepcionado com DA2. Gostei muito do Origins, principalmente pelo aspecto tático do combate. O DA2 parece ter se aproximando mais dos Action RPGs, talvez porque muita gente achava os combates muito lentos (muita gente = pessoas que jogaram DA:O em consoles). Tentei não comparar os dois jogos, mas foi meio difícil. DA:O foi feito para jogadores do PC, e DA2 para os dos consoles. Pelo menos, foi isso que eu senti.

  9. 18/07/2011

    Gosti, gosti AEIUHAEIHAEIU
    Eu ainda tô jogando o DA Origins e estou gostando MUITO e pretendo sim jogar o DA2 XD
    Minha classe preferida são os mages também, Vivi! Nós temos o poowah! *-*

  10. fabão
    18/07/2011

    foda q a bioware tava vindo muito bem com 3 jogos muito bons, (DAO, ME1 e ME2) por isso é natural a galera ter ficado grilado com DA2… mas e a história principal? ela é boa? empolga?

    • Vivi Werneck
      18/07/2011

      fabão, gostei da história do 2. da metade pro final a narrativa dá uma engrenada melhor e o final é bem legal e, do jeito que terminou, é bem provavel que tenha um Dragon Age 3 ainda com o(a) Hawke. Vamos ver né… rs

      • Diego Kober
        19/07/2011

        A expectativa pro 3 é que tenhamos o Hawke e o Warden na mesma party. Isso seria interessante.

  11. brunopessoa
    18/07/2011

    eu não sei pq essa birra com o Dragon Age 2?? Eu joguei o primeiro jogo e achei uma porcaria por causa da jogabilidade de Neverwinter ruim demais, (‘Pra puta que pariu de quem gosta daquele jogo’),e também por não conseguir passar daquele maldito troll.Foi por causa do que gostei bastante dele pela jogabilidade mais dinâmica e ágil porém, não tem como Dragon Age é um tipico jogo Clichê de RPG

    • Vivi Werneck
      18/07/2011

      bom, adorei Neverwinter Nights e não estou muito afim de ir p pqp (rs), mas por um lado entendo seu ponto de vista. Neverwinter é D&D puro e as batalhas são em turnos mesmo, assim como o RPG de mesa. Mas gostei bastante da história. Mas enfim, minha opinião! ^^

  12. Alessandro (Lobopanga)
    18/07/2011

    Realmente Dragon Age 2 não deve se comparado com o primeiro, pois Origins é muito superior em vários quesitos e concordando com a Vivi Dragon Age 2 traz uma outra proposta para este universo.

    Talvez a produtora deve-se ter utilizado outro nome para o jogo, tipo Dragon Age: Chronicles of Kirkwall ou Dragon Age: Champion of Kirkwall, pois o número 2 traz uma enorme responsabilidade levando muitos jogadores a realizar a comparação direta.

    Também acho que Dragon Age 2 foi vítima de seu tempo de produção, pois se não me engano foi de 1 ano e pouco e se a Bioware tivesse utilizado mais um ano teríamos um jogo excelente.

    Pessoalmente eu adotaria outra abordagem para a continuação… eu faria uma aventura do lado negro da força com um titulo no estilo Dragon Age: Dark Origins, onde o jogador (com outras origens) recrutado pela bruxa Flemeth teria que reunir um exercito barra pesada (magos de sangue, bruxas, assassinos, piratas, lobisomens, etc) e combater os Darkspawns em outra frente de combate aumentando a chance dos Grey Wardens em acabar com o Arquedemonio dos infernos. Quem sabe em uma parte 3 teríamos o encontro dos 2 personagens do jogo 1 e 2.

    Bom vou tentar realizar as minhas considerações de Dragon Age 2 sem fazer comparações (senão ia ser covardia).

    O que gostei:
    1 – Os gráficos do jogo ficaram bons, contudo devo admitir que esperava uma qualidade perto de Mass Effect 2, quem sabe em Dragon Age 3.
    2 – A jogabilidade ficou muito bacana.
    3 – A estória principal é muito boa.
    4 – Agora o meu personagem fala…
    5 – Ainda é o universo de Dragon Age.

    O que não gostei:
    1 – Repetição dos cenários de forma cruel e desumana (acho que a Convenção de Genebra deveria proibir este tipo de coisa)
    2 – Side quests sem sal e repetitivas no estilo de moto-boy (pega-leva-retorna) ou no estilo cão farejador (procura, procura e traz pro dono)…
    Obs: Se a equipe de produção que cuidava da variedade de cenários não sofreu nenhuma pressão quanto ao cumprimento de prazos e se os jogadores de teste tiveram as opiniões ignoradas por parte da Bioware eu acho que eles deveriam ser aprisionados pelados em uma caverna cheia de c com o corpo pintado de viva os Grey Wardens e f%^#-se os Darkspawns. O problema é que teria que ser em uma caverna do Origins, pois no Dragon Age 2 Darkspawns são artigos raros e de luxo.
    3 – A estratégia de combate ficou em segundo plano, terminei o jogo sem precisar mexer nas estratégias individuais de cada personagem.
    4 – A dificuldade do jogo ficou desbalanceada, jogar no modo normal é um passeio aconselho aos companheiros jogarem a partir do difícil.
    5 – Falta de capricho nos detalhes, pois a espada forjada por Hacedor na boca do Dragão Smaug, escondida na montanha do vale da morte e protegida pelo demônio do cão chupando manga é praticamente igual (muda apenas a cor) a espada que você achou no barril do beco dos bêbados locais.
    6 – Apesar de ser um jogo de escolhas eu diria que 90% delas te levam pra mesmo fim, sem grandes alterações, ou seja, responde qualquer coisa (educado, malvado ou tirador de sarro) que vai dar no mesmo.
    7 – Inimigos no estilo ninja (aparecem do nada)
    8 – O meu save de Dragon Age: Origins que criei com muito carinho com base no sangue de milhares de Darkspawns, Demônios e outros não serviu pra quase nada nesta continuação.

    Mesmo com as coisas que mencionei eu achei o jogo muito bom… afinal massacrar inimigos com magia, espada, escudo e machado sempre é muito bom.

    Abraços para todos.

    • Vivi Werneck
      18/07/2011

      “Falta de capricho nos detalhes, pois a espada forjada por Hacedor na boca do Dragão Smaug, escondida na montanha do vale da morte e protegida pelo demônio do cão chupando manga é praticamente igual (muda apenas a cor) a espada que você achou no barril do beco dos bêbados locais”

      Eu não teria escrito e me expressado melhor! rsrs e tb fiquei puta da vida pelo meu save não ter servido pra p*** nenhuma! rs

  13. Beatriz
    19/07/2011

    Bom, tirando as side quests repetitivas e o pouco, para não dizer nenhum, aproveitamento do save do origins que eu preparei com tanto amor e carinho, o jogo é bom.

    Eu gostei muito do gameplay, era meio frustante ver os magos lançando aqueles protótipos de feitiços quando ficavam sem mana, o combate ficou mais intenso com as novas formas de fazer combos.

    Dar voz ao personagem principal também foi ótimo, eu ri muito com os comentários irônicos e sarcásticos que são disponibilizados durante os diálogos (o mais engraçado é quando os outros personagens não entendem que você está sendo irônico). Os personagens da party também tem seu brilho, os comentários do Varric e as discussões entre a Isabela e a Aveline me faziam parar o que eu estava fazendo só para ouvir.

    Devo admitir que o final me deixou com um gostinho de quero mais, na primeira vez em que eu zerei fiquei esperando mais um capítulo. Eu espero que se for feito um Dragon age 3, o que é muito provável, eles aproveitem melhor o save do Origins e tentem juntar com os acontecimentos do segundo. Eles tem um enredo ótimo nas mãos e que se for bem lapidado, se tornará épico.

  14. 19/07/2011

    Realmente é injusto comparar DAO com DAII, são propostas diferentes, mas por fim a comparação é inevitável ainda mais para quem jogou o DAO com todo o zelo para fazer boas escolhas sabendo que elas iam pesar na continuação e viu que de nada adiantou ser tão cuidadoso e não ter tocado o terror no primeiro jogo. Isso foi bem frustrante.

    Em relação a parte gráfica e os cenários, depois de um tempo qualquer um decora todas as caves do DAII, isso deu a impressão de o jogo ter sido feito as pressas e que rolou muito Ctrl C + Ctrl V na hora de produzir os cenários e o mesmo tratamento foi dado as armas e também as armaduras do game, quando você joga com o warior então isso fica gritante, 3 em cada 5 armaduras são iguais as dos guardas da cidade é de doer. Sem contar as espadas e cajados mágicos supremos que são só de uma cor diferente das que você compra por cinco moedas na loja. Frustrante.

    Já em relação a história, tirando a parte do DAO ter sido inútil a nível de continuação, eu gostei bastante da história e da narrativa diferente do usual, só senti que as escolhas que fazemos não pesam tanto, quando você joga novamente isso fica gritante, muda uma cena ou outra, no máximo um diálogo mas no fim você sendo bom ou mal acaba seguindo o mesmo caminho.

    Realmente não tivemos a Morrigan ou o Alastar, mas os novos personagens são bem legais também, morria de rir com as interações entre o Fenris e a Isabela e de longe ele é o elfo mais badass que já pisou naquelas terras.

    Por fim o que mais me decepcionou em DAII foi depois de zerar ter começado a jogar ME2, se a Bioware tivesse dado o mesmo tratamento pro DA que deu ao ME nós teríamos um jogo muito melhor, é gritante a diferença de detalhamento, locações, menus, história, customização é tudo níveis a cima.

    Pelo menos por hora a menina dos olhos da Bioware ainda é o Mass Effect, nada contra, ME é bom pra caramba, mas acho que eles tem capacidade e criatividade pra fazer o DA ser tão bom quanto dentro do seu universo que é completamente diferente.

    Vamos aguardar o DA3, a Bioware tem respondido as criticas negativas dos fãs, ainda n joguei o novo DLC mas disseram que é uma resposta a essas criticas vamos torcer né.

  15. Eduardo Lima
    19/07/2011

    SPOILERS QUE NÃO FECHOU OS JOGOS NÃO LEIA.

    Na minha opinião resenha de jogos são muito relativas pois os gostos dos gamers não são os mesmos,o que quero dizer é que um aspecto em especifico é mais importante que outro para cada pessoa, no meu caso o grau de imersão que o jogo proporciona é o fator chave, para outros os gráficos é o que conta mais, cada um é atraído pelo que acha mais importante no jogo, Dragon age tanto 1 quanto o 2 eu praticamente me senti em um filme, era como se eu realmente fosse o personagem,talvez por isso as pessoas gostem mais do 1, pois você trilhou um caminho muito difícil para finalmente derrotar o grande mal que assolava o futuro de Ferelden, quanto no 2 o grande mal ficou por vir, que é a verdadeira batalha entre magos e templários, e talvez mais um Archdemon (Stroud diz que tem assuntos mais importantes para tratar em meio a uma invasão de Qunari o que diabos pode ser?),defino Dragon Age como um jogo aonde você realmente pode sentir o personagem, e isso para mim é o que importa,quando eu cheguei no discurso do Alistair no Origins que ele fala “For Ferelden for the Grey Wardenssss!” eu juro que desejei ser o meu personagem(lol),que outros jogos da atualidade você jogou que trouxeram uma experiência como esta?No meu ponto de vista, pessoas que criticam Dragon Age(1 e 2) não tem a capacidade de ver alem do jogo, do prazer visual que ele pode oferecer,são as pessoas que pulam os diálogos e não tentam reunir todas as peças do jogo para verem o quão interessante a historia do mesmo pode ser.Quanto ao fato do save do DAO para o DA 2, volto ao que eu disse no começo, isso tudo,no meu ponto de vista, é para preparar um épico DA3 aonde talvez você possa escolher entre usar o seu warden para combater uma nova ameaça ou com seu Hawke para combater mages ou templários, algo do gênero, sei lá, pois no final tanto o warden quanto Hawke desaparecem, apenas coincidência? Talvez…..

  16. Hélio
    19/07/2011

    rsrsrsrrsrsrsrrsrsrrs Ri alto qdo vc falou q a sua personagem pegou geral no jogo. Esses RPGs de hoje estão refletindo a sociedade em q vivemos?
    Achei q vc de novo conseguiu criar um avatar bem parecido contigo, Vivi. A do Fallout 3 ficou ainda melhor, mas essa tá bem legal tbm. xD
    Sobre essa discussão, gostaria de dar minha opinião, mas todos sabem q só jogo JRPGs, logo não toquei em Origins nem muito menos nesse.

    • Vivi Werneck
      19/07/2011

      “Achei q vc de novo conseguiu criar um avatar bem parecido contigo, Vivi”

      só coloquei uns olhos azuis pra ficar estiloso e tb pq sempre quis ter os olhos azuis! rsrs

  17. Thuni - chan
    19/07/2011

    Eu, fã incondicional de Dragon Age, assumo que achei o dois meio sem sal. Não que ele seja sem sal em si, mas por toda a mídia e divulgação que a Bioware fez em cima dele, eu esperava que fosse um jogo incrivelmente hiper ultra foda. O que não aconteceu. Como todos já comentaram (mas mesmo assim comentarei! poxa!) o save do Origins não mudou praticamente nada. Eu (sim, sou sonhadora!) pensei que talvez nós, que jogamos o Origins, iríamos poder importar o personagem e usá-lo em um quest especial junto de nosso Hawke. O que não aconteceu.
    Achei muuito bizarro também o que fizeram com a aparência dos personagens (nossos velhos e amados conhecidos) vindos do Origins, como a Leliana, o Zevran, o Alistair, o Teagan, a Merril (dalish origin), o Anders (awekening), Sandal (enchantment!) e Bodahn, etc. As únicas duas criaturas que eu acho que melhoraram (e muito!) visualmente de DAO pra DA2 são a Isabela e a Flemeth.

    Achei a história boa, mas acho que poderia ter sido melhor aproveitada em vários sentidos, como já dito por exemplo, no final.
    Achei que o inventário e o menu melhoraram em relação ao origins, pelo mais fácil acesso. O mapa geral me agradou bastante por não precisar ficar esperando o sangue caminhar por ele e também por quase não ter os malditos encontros que muitas vezes me ferravam no origins (os dos back alleys em Denerim, por exemplo).O mapa de área, nem preciso dizer que ficou uma b*st@.
    Enfim, mesmo com seus erros e acertos, eu continuo amando Dragon Age, Origins e II.

  18. Flavio
    19/07/2011

    Baixei a demo do 2, de tanto vc falar hehe. Parece ser um game excelente e viciante, mas que precisa de uma dedicação que não poderei oferecer por falta de tempo. Ou estou enganado, uma pessoa com um comprometimento minimo consegue se dar bem no game?

    • Vivi Werneck
      19/07/2011

      ele é bem mais curto que o Origins, isso é fato!

  19. André
    19/07/2011

    Sua análise está muito boa Vivi, mas é importante resaltar que, se em DAO a estória estava focada na guerra entre os grey warden e os darkspawn, vejo DAII mais como um grante prólogo sobre um refugiado de lothering que mais tarde se tornaria campeão de kirkwall. Agora vc deve tá pensando, pq DAII seria um grande prólogo? Digo isso pq o começo do jogo se passa após a campanha de DAII, quando Varric é capturado pela Chantry e obrigado a revelar o paradeiro do campeão de Krikwall. O resto vc sabe, Varric narra a estória para a Seeker(uma espécie de guarda da Chantry, equivalente talvez a um clérigo). Acho que Dragon Age 3 será também focado em Hawke, só que no momento presente, e com uma campanha bem maior e rica que o DAII.

    PS1: Muitos consideraram que os saves de DA:O não serviram para nada em DAII, discordo, pois esses saves remodelam a estória de acordo com as ações do grey warden. Experimente terminar DAO como um mago humano, e descobrirá que esse personagem é da mesma família (Amell) do tio e da mãe de Hawke e terá referências desse grey pela estória, assim como o fato de alistair ter ou não ficado com o trono, dependendo do que vc escolheu no primeiro jogo.

    PS2: Vc citou vários desses personagens de DAII, mas o que eu mais me decepcionei mesmo foi o Anders, ele parece que mudou de personalidade, está mais sério em relação ao Awakening quando fazia uma dupla engraçada com o Oghren. Varric está bem legal, assim como Isabela. Mas até agora nenhum personagem do universo Dragon age conseguiu chega aos pés do Oghren.

  20. 20/07/2011

    DA2 não é um jogo ruim. Concordo que a proposta de DA2 é diferente de Origins. Mas se era para fazer isso porque não criaram outro jogo. Tentaram enganar os fãs de Origins só para vender mais.

  21. 20/07/2011

    Mais uma coisa. Meu personagem em Origins tinha uma cara muito engraçada. A voz não combinou com ele.

  22. Marcus
    20/07/2011

    Eu quero um Dragon Age 3

  23. 20/07/2011

    falou tudo Vivi parabéns! Assim que lançou o 2, resolvi zerar o primeiro e assim jogar a sua sequência. Confesso que fiquei um pouco frustrado pois não esperava que fosse um jogo completamente novo… Mas mesmo assim o DA 2 me divertiu e quero que esse DLC seja bom mesmo pois estou afim de jogá-lo novamente =]

  24. Thuni - chan
    20/07/2011

    @André
    Não que eu ache que o save do Origins tenha sido completamente inútil, (eu usei um save de mage origin) mas eu acho que as nossas decisões poderiam ter pesado um pouco mais, não acha?
    E eu também senti falta do velho Anders, principalmente do Ser-Pounce-A-Lot (who is the pretty kitty?!)! Mas mais engraçado do que o Oghren, realmente não tem! os diálogos em Awekening quando se clicava em “Cask” logo do lado dele eram demais.

  25. Rafael Psyny
    20/07/2011

    É… Eu já gosto mais do dois do que do origin. A narrativa não da pra comparar, o dois é contado mais de forma artística. Na visão do Varric, que exagera as coisas. E isso tem a ver com a direção artistica do jogo, onde os golpes são exagerados, armaduras, personagens. Acho que o jogo tentou deixar isso claro no inicio tutorial… O ruim é que pouca gente percebeu.

    O combate do dois é infinitamente mais divertido. Eu só acho que senti isso pq no Dragon Age Origins joguei de Mage, que é um tanto overpower. Não tive que fazer toda a estratégia que falam por ai pra pode terminar o jogo no nivel normal. Nem pausava na verdade… Isso tornou o combate do Origins um tanto tedioso pra mim.

    Os personagens são do mesmo nível, sinceramente. É só perguntar pra quem jogou o dois antes do origins. O único que senti falta do primeiro era a personalidade forte da Shale. No DA2, a participação dos personagens em geral na história é maior. Enquanto no origins se resume a Alister e Morrigan. Nem o personagem principal serve pra algo.

    No final, nada foge do que a Vivi falou. São jogos BEM diferentes.
    Só discordo de dar um nome diferente ao DA2. É o mesmo mundo, mesma política e alguns dos mesmos personagens. A história é contada por outra pessoa, obviamente a narrativa e o estilo artistico são expressados de forma diferente.

  26. André
    20/07/2011

    Pode ser que sim Thuni, talvez as decisões pudessem ter um reflexo maior, e alguns personagens pudessem aparece, como a rainha Anora ou mesmo Loghain(caso ele não fosse executado no DAO). Mesmo assim, pelo menos as principais decisões que se toma em DAO, são refletidas em DAII. Um exemplo é Alistair, se escolher ele como rei em DAO, terá uma missão no Dragon age 2, no act 3 que será uma audiência com ele. Caso contrário, Alistair aparecerá bêbado em Dragon Age 2, no Hanged man. Um detalhe também é que algumas ações de Hawke pode ter repercussão depois, Na missão mine massacre na parte 3, matei o dragão mais difícil do jogo, mas que possue itens valiosos como a champion armor, e depois que fui até a hanged man, vi comentários sobre o campeão que matou um grande dragão na mina abandonada.

  27. Marcel
    20/07/2011

    Eu não achei o DA2 ruim em si, achei que ele foi lançado muito precocemente, e percebe-se que foi um jogo virado mais para a ação do que pra estratégia..SPOILER: Exceto pelo boss de pedra takiparivelmente apelão
    FIM DO SPOILER

    Então, apesar de eu ter gostado do jogo no começo, fui perdendo o interesse, pq ao contrário do DAO, não tem um diálogo com a Party elaborada, a constante reciclagem de ambientes, os mesmos inimigos sempre, e etc…

    A minha conclusão foi que o jogo não está ruim, mas sim que na febre da EA por um RPG “TOP” lançaram o jogo muito mais cedo do que deveria.

    • Rafael Psyny
      20/07/2011

      Que estratégia tem no Origins amigo? É a mesma coisa. Os dois jogos são bem fáceis, nem depende de pensar nem nada.

      Eu vi um chart q mostra q na verdade, o Dragon Age 2 tem mais inimigos diferentes do que o DA:O. E tirando as cidades, que no Origins tem, o resto do cenário se repete mais ou menos com a mesma frequencia.
      Sendo que, no DA:2, cada cenário e cada inimigo são mais bem elaborados.

      Mas concordo com os dialogos… Isso realmente faltou no DA:2
      Até exitem, mas é menos.

      • Carlos S.
        27/07/2011

        Eu entendi o que o Marcel quis dizer, e devo dizer que a minha impressão foi quase a mesma.
        Os combates no DAO tinham uma desenvoltura melhor(a quantidade de spells combo era gigantesca) e as pelo menos as quests principais tinham um cenário diferente e que ajudavam a dar imersão.Assim como o Marcel, achei o DA2 ótimo, mas em questão de RPG fiquei bem faminto em relação ao mesmo.
        A impressão que ficou do DA2, foi a de que foi algo para se vender, pois teve umas 7 dlc’s em menos de 1 mês, e a maioria pra mim já deveriam estarem inclusas no jogo original, pode ser que venha muita coisa relacionada a Kirkwall, mas em comparação ao primeiro, o DA2 foi uma refeição bem rasa.

  28. Thiago (Spectrumframer)
    20/07/2011

    Oi, Vivi!! Beleza?
    Como bom jogador de Elder Scrolls (sim, ainda sigo jogando TES:Arena), já considerava ter “trabalho suficiente” pra vida inteira e nunca iria colocar as mãos nessa série, até que as moças do GOW me convenceram do contrário. E devo dizer que foi uma ótima experiência conhecer o DA.
    Em primeiro, devo dizer que tive a sorte de começar pelo DA2, que ainda não zerei pq estou montando A MÁQUINA (já tá um frankstein 1/2 boca) pra jogar SKYRIM com tudo no talo (!!!!!!) a 120Hz, e só qdo fizer isso, vou poder habilitar os gráficos máximos do DA2. Bom, coincidentemente, semana passada resolvi dar uma olhada no DA1 de pc, por curiosidade. Ainda joguei pouco… acabei de deixar o cachorro com o Grey Beard (OPS, FRANQUIA ERRADA :D ), quero dizer GREY WARDEN. rs
    Não tenho muito pra falar, como comparação.
    Só percebi até agora que as batalhas pareceram mais fáceis de controlar no DA2, e que o DA1 parece um jogo mais “cru”, coisa típica de jogo anterior.
    Todos os defeitos apontados aqui no DA2 são irritantes mesmo. Mas também achei um ótimo jogo… muito cativante. Resolvi comparar DA com TES, então. Acho que o TES é muito mais imersivo e tem uma liberdade incomparável, além de ter MUUUUITO mais detalhes. Em compensação, o DA(vou comparar com o 2) é muito bem focado no enredo, em contar uma ótima estória, que prende de forma fantástica a nossa atenção, além de ser uma party, o que é bem divertido e explora melhor a personalidade dos integrantes (VIVA ISABELAAA! hehe).
    Pra fechar, como gosto muito de jogar com personagens principais femininas, só pra tirar todo o equipamento delas e vê-las peladonas pra cima e pra baixo nos cenários (SEM-VERGONHA MODE: ON), ponto DEFINITIVO a favor do DA2. A Hawke ficou muuuuito da hora, rebolando de roupas íntimas, enquanto perambulava pelas ruas de Kirkwall. Já a Elissa, desfilando lá em Ostagar, ficou com a cabeça um pouco desproporcional em relação ao corpo (fez alguém lembrar de Oblivion aí? hehe).

  29. 21/07/2011

    Ahahahahaha!
    Sensacional post, Vivi!!!
    Concordo com tudo! Principalmente quando vc fala das repetições de cenário no DA2.
    Como te disse via Twitter, não terminei o Origins!
    E vc joga no PC! Eu, no 360! Bjaum!!!

  30. leandro(leon belmont) alves
    21/07/2011

    apesar de ter o DA:oringins baixado aqui no meu PC, não tive saco para encarar o game. DESTESTO MMO! e botam um game que lembra um? talvez um dia eu encare,mas até lá….

    • Fabão
      22/07/2011

      desculpe leandro, mas não sei onde vc identificou elementos de mmo em dragon age… dragon age não tem nada de mmo cara, ele remete a jogos como baldur´s gate e neverwinter nights.

  31. Arishok
    22/07/2011

    Não sei o que tanto falam de DA2 como o Eduardo comentou aí, as pessoas talvez não estão sendo capazes de enxergar o que está por vir, DA2 foi apenas um começo para algo muito maior, se você se atentar aos detalhes verá que DA2 preparou o caminho para um proximo jogo ( MEGA FODA ), tantas coisas ficam soltas no ar que você acaba não relacionando-as(por exemplo o fato de derrotar Arishok e isso talvez ter algum tipo de retaliação)ou seja, no proximo jogo alem do que o Eduardo falou(batalha entre magos e templarios + Blight)ainda uma batalhazinha contra Qunari,tenso!E sério, pessoas que falam que as lutas de DA2 são faceis é porque fecharam no normal, enfrente aquele maldito demonio que você abre após coletar algumas scrolls no modo mais foda, apenas para constar que em determinada parte do jogo você não pode usar o Anders no modo mais foda…bom comentários a parte, o Eduardo falou tudo, se você juntar todas as peças verá que o proximo jogo será muito FODA.
    Apenas para constar, Arishok é o personagem mais foda sem duvidas….
    “they are just symptoms of the disease that is your society.” melhor frase ever.

  32. Dete
    23/07/2011

    Eu sou um fã de Dragon Ages, adoro o jogo, fechei varias vezes, com todas as raças, embora ainda não fiz tudo possivel, e tenho todos os DLC do primeiro. Pra mim um dos melhores RPGs que ja joguei, não é o melhor de todos, mas ta la perto. Liberdade de personagem, liberdade de ações, dualidade. Achei fantástico.

    Quando vi o primeiro trailer do 2 fiquei ansioso, mas quando saiu a demo… é Mass Efect. Não que Mass Efect seja ruim, mas fiquei frustrado. Poha, da pra uma empresa ter 2 jogos sem fazer os dois jogos iguais. Odiei o fato de tirar opções de raças, a historia é bem mais fechada que o outro, vc fica preso naquela maldita cidade, e jogar os mesmos mapas até cansar.

    Os personagens não são tão marcantes quanto os dos primeiros, embora gosto do Anão pimp (Varric) e a Isabela, embora ela tenha mudado drasticamente o visual do jogo 1 pro 2, mas o que não mudou o visual de um jogo pro outro.

    Sobre a jogabilidade, ok não ficou ruim, embora eu gostava muito mais do modo antigo. Sim eu joguei no console, joguei de mago, e não tinha problema pra escolher as magias, pois tem AUTO-PAUSE. Na verdade eu muitas vezes abria aquele menu apenas para dar uma pequena pausa e arrumar minha estrategia melhor. Pois quando esta aberto da pra eu escolher o target com calma, pensar o que todos os personagens vão fazer, e depois só soltar o botão e ver. Fora que eu gostava do auto-fire… ta é coisa de preguiçoso, tem gente que gostou pois fica mais interativo. Mas gosto mais de estrategia e menos hack-slash. Que foi que este jogo virou. A historia é simples e meio sem graça.

    Mas pra mim o maior pecado foi…. DA ONDE VEIO AQUELA MUDANÇA NO VISUAL DA RAÇA DO STEN (Qunari se não me engano). Da onde veio aqueles chifres bizarros? WTF!!!

    Enfim, eu não gosto do Dragon Ages 2? Eu gosto, é decente, mas a EA fez varias coisas que detestei. É um bom jogo, ainda preciso terminar, estive ocupado com outras coisas e outros jogos.

    Antes que me esqueça, parabéns pelo blog de vcs, gosto muito dele, acompanho faz um tempo mas sempre tive preguiça de comentar e tenho que dizer, dos blogs de games Brasileiro, os melhores na minha opinião são escritos por garotas (como o WoW Girl). Ja os estrangeiros não conheço muitos femininos, e o que eu via eu tinha vontade de bater na dona x_x

  33. Gustavo
    26/07/2011

    Eu sou o maior fanboy da Bioware que eu conheço xD e eu gostei mais do Dragon Age 2 do que o 1.
    Ambos são obras primas, tenho os dois intalados religiosamente no PC (Mass Effect 2, DA 1 e DA 2 sempre são as primeiras coisas que instalo quando formato meu pc) mas o 2 eu gostei mais, principalmente pelo fator replay, mal zerei com minha hawke guerreira e ja fiz minha thief.
    Fora os item packs, que dá um fator replay pacas, tenho os 3 itens pack originais, quero zerar com as tres classes para ver os equipamentos novos ^^
    o 1 é maravilhoso, mas o 2 é melhor sim, mas isso é opniao minha.
    parabéns pelo texto o/

  34. Cold
    28/07/2011

    poxa, 2 coisas que não falaram.

    1 – não da mais pra trocar a roupa dos companheiros. acho muito louco colocar aquelas armaduras enormes nos parceiros.
    2 – O Hawke é muito mais agil com as armas, as lutas ficaram mais reais, bem mais nijas do que no Dragon Age Origins, pelo menos o meu GreyWarden era um molengão pra dar uma espadada, enquanto dava uma, tomava 5. e o Hawke é mó doidão.. ficou bem melhor.

  35. Diego
    28/07/2011

    Carambaaa.. eutava jogando esse jogo exatamente ontem ^^.. Obrigado pelas dicas ^^.

  36. Anthony
    03/08/2011

    Minha opinião:

    DA2 é um jogo nota 15 se não considerarmos a repetição de cenários, mas como isso é impossível, ele acaba ficando com a nota 5 mesmo. Isso é o quanto a “preguiça” de desenvolver cenários novos custou. A narrativa é inovadora, traz um ar renovado para a franquia, e o fato dela se alterar de acordo com o seu relacionamento com o narrador é ótimo! A história do personagem também é muito boa. Sobrevivente, perde um irmão/irmã, traído pelo tio, luta para não perder seu novo lar… Mas nada salva o jogador da repetição. Até as “Side Quests” infernais teriam sido 150% mais divertidas com cenários imersivos e diferentes. No final, o que eu esperava de DA2 em 2011 foi o que encontrei em “The Witcher 2: Assassins of Kings”. Foi um tapa na cara, e uma lição de como se faz uma continuação…

  37. Paulo Henrique
    16/08/2011

    DA:2 é só um dating simulator feito as pressas.

  38. Roberto Vasconcelos
    28/09/2011

    Então. Recentemente zerei o 2, e através de um save importado do Origins. Então, meu comentário NÃO VAI ser spoiler free. Já avisando.
    Quando descolei o Origins, no hype do lançamento, joguei um pouco até Korkari Wilds. Tanto pela caracterização como pela própria jogabilidade, achei ele muito “fantasia medieval padrão”, sem nada realmente novo. Deixei ele pra lá por um longo tempo, e fui jogar outras coisas, como Red Dead Redemption e GTA 4.
    Aí, saiu o 2. Como tinha gostado do trailer que mostra o Hawke contra o Arishok, que é uma proposta totalmente diferente do Origins, me empolguei e fui atrás. Só que aí, no começo, já vi as inúmeras referências a ele, então tratei de tirar a poeira e jogá-lo.
    A Bioware é muito sem-vergonha. Certas coisas te cativam de cara, devido a uma proposta completamente inovadora, como Mass Effect. Mas outras, digamos, você tem que “conhecer melhor” pra ver a genialidade por trás. É assim com Dragon Age. Testei várias classes, mas como gosto mesmo é de dar porrada de forma rápida e letal, fiquei com um rogue. E humano, que é quem recebe os melhores bônus. Ao chegar ao final, após derrotar o Archdemon, fiquei pasmo com o esmero do enredo e do jogo em si. Coisa que não aconteceu no 2, em que a batalha final é, por assim dizer, broxante, ainda que a história como um todo seja bem interessante, principalmente se eles levarem adiante o que deixaram por vir no próximo. Mas vamos ao que importa, e o que motivou o post: as falhas e comparações.
    Primeiro, a jogabilidade. A do 2 é bem mais dinâmica, sem discussões. No entanto, de fato perdeu o aspecto tático que tinha no Origins. Claro, ainda tem algumas minúcias como, por exemplo, se estiver com um warrior, atente para o tipo de dano que está causando em determinado oponente, ou vai apenas massacrar o botão de ataque e não vai tirar nem um pontinho de vida que seja. Mas no geral, muuuuuuuuito mais fácil que o Origins. Sofri horrores contra os high-dragons dele, jizuis!
    Quanto às customizações, o Origins também dava uma liberdade muito maior. Era possível ver o tipo de “build” favorecida para cada personagem, mas nem por isso, ao recrutá-lo, deveria-se seguir nela a ferro e fogo; o jogo possibilitava investir em outras. Como por exemplo Alistair, que era preferencialmente o “tanque” do time (e, admito, não tinha ninguém melhor que ele pra isso), mas poderia-se facilmente convertê-lo em um atacante com duas espadas ou até mesmo um atacante com espada de duas mãos. Opções não faltavam, dentro, claro, de cada classe e especialização. Já no 2, sem chance: Aveline não poderia ser OUTRA COISA a não ser o “tanque” do time. O que, invariavelmente, fazia com que ela sempre estivesse no grupo. Claro, isso facilitava bastante na customização, mas ao mesmo tempo, tirava o “algo a mais escondido” que tinha no Origins.
    Quanto aos gráficos, ah, os benditos gráficos. Sou da geração Atari, então, né, já devem imaginar minha opinião a respeito. Claro que no 2 ficou bem melhor, contudo, algumas escolhas de design foram, na minha opinião, equivocadas e até mesmo tendenciosas. Os elfos, por exemplo. Será que na cabeça da galera da Bioware os elfos são personagens de anime, com olhões e cabeçudos? Sem falar na mudança brusca de visual em alguns personagens do primeiro, mal tornando-os identificáveis, como Isabela, que demorei um pouco pra sacar que era a pirata que encontramos no Pearl em Denerim, no Origins. Mas enfim.
    Agora, uma mudança da qual eu gostei foi a dos Qunari. Agora sim, passaram toda a imponência que eles queriam ter feito com o Sten no Origins. Inclusive, entre tantas pontas que esse jogo teve, acho que não custava incluir uma dele, pelo menos pra termos uma noção de como ele realmente deveria ter sido. A construção da cultura Qunari é muito interessante. Sem falar que o Arishok rouba a cena, claro!
    Trilha sonora, não há o que discutir. Origins é campeão; tenho a música-tema dos Grey Wardens na minha playlist. O 2 reaproveita muitas músicas dele, inclusive. Reparem quando estiverem nas dungeons ou na Wasteland Coast.
    E, finalmente, enredo e interação entre os personagens. O Origins ganha de lavada, claro, mas pra isso, temos que considerar que ele foi um evento praticamente fechado, com Awekening e as expansões (sem contar os DLCs inseridos no próprio, como “The Stone Prisoner” e “Return to Ostagar”) servindo apenas pra termos uma noção de “como andavam as coisas com o fim da Blight.” Já o 2 é visivelmente a introdução pra uma história bem mais épica que está por vir, tal qual já virou moda em franquias de sucesso, em que a primeira investida funciona praticamente sozinha, enquanto que as sequências servem para desenvolver algo maior em várias partes. E no Origins, tem-se uma impressão forte que o Warden principal seria o Alistair, e que implementaram a a possibilidade de fazermos o nosso meio que no fim do desenvolvimento. Reparem nos vários trailers divulgados e me digam que o Warden não é a cara dele, tirando, claro, aquela tatuagem. E só não me conformei com uma coisa: tudo bem em não querer o Loghain para o time, mas deveriam dar a opção de pelo menos exilá-lo. Ou mata-se o cara e prossegue com o Alistair no grupo, ou poupa ele e falou, Alistair. Pra quem estava sendo um “paragon” o jogo inteiro, é até contraditório ter como única opção, ao poupá-lo, tê-lo no grupo e perder o Alistair, ou matá-lo para mantê-lo. Inclusive para o próprio Alistair, que é praticamente um banana escoteiro o jogo todo, mas no fim fica todo revoltadinho por causa de tudo que Loghain fez. Tudo bem que ele foi bem fdp, mas, né!
    Já no 2, o esquema de rivalidade e amizade é bem mais interessante. Afinal, não é porque é nosso aliado que quer dizer que seja necessariamente nosso amigo. No entanto, as interações em pontos pré-determinados tirou o brilho que se tinha no Origins. E o desenvolvimento do confronto entre Hawke e o Arishok é muito legal. Já que os trailers e a própria CGI do jogo já o entregam, é legal ver o desenvolvimento da tensão até culminar na luta entre os dois. E sim, em termos de enredo, é mais interessante jogar com Hawke como mago. Além de ser a classe mais motherfucker do jogo, o conflito templários/magos fica bem mais interessante. O que me chateia é isso levar em conta o Carver como membro sobrevivente da família. Ele é um mala, sou bem mais a Bethany, aquela nhui, e a única mulher realmente interessante (no meu gosto pessoal, claro) do time. Mas é irmã do protagonista, então, né! Hehehehehe!
    Enfim. No aguardo da expansão do 2 e, principalmente, do 3, ou seja lá como vão chamá-lo.
    Cheers!

  39. Livia
    22/12/2011

    Bom como a vivi peguei todo mundo rsrs
    so nao o Varric pq ele era um amigao( se desse) o resto era resto !!
    (achei o jogo um poco novelinha mexicana)
    bom na minha trama eu segui pro lado dos magos / jah que eu era maga e puts achei o final uma droga pq mesmo vc defendendo ou os templarios ou os magos vc enfrenta os dois lideres /
    fiquei frustrada é enojada com a repetição de cenário !!
    rsr quem sou eu pra julgar ! que venha o 3 ou sei lah qual !

  40. Flemeth
    26/01/2012

    Primeiramente gostaria de te dar os parabéns vivi, pela análise sensasional além de engraçada. Então, sou nova nesse mundo de rpg, jogo video-game desde pequena mas esse estilo de jogo nunca foi dos que eu mais jogava.
    Virei DAO alguns dias atras, e me apaixonei pelo jogo. Sério, como era algo novo, eu simplesmente adorei. Então fui logo atras do DA2.
    Mas aeeee ti falo, no DAO minha personagem não pegou ninguem de fato. =/ (Dei um bj na sonsa da Leliana, se vale mulher com mulher, então que seja. Mas pra desbloquear o troféu, as coisas tinham de ter ido mais alem.Haha). Com os outros membros tambem não cheguei aos finalmentes. huahua!!
    No DA2 não vou cometer o mesmo erro, quero desbloquear o troféu. Então depois de toda essa história que eu relatei, farei uma pergunta…ou melhor várias. ^^
    Como faz para ter dialogos com os membros da equipe?? As vezes (raramente) conversei com a elfa ema Merril, O mago lindo gostosão do Anders, E a tanque de guerra da Aveline, e tambem com o varric cara de cafetão. Tipo, como eu faço pra “liberar” esses dialogos, é conforme o decorrer do jogo?? Tenho bem mais de 10 horas de jogatina, a maioria da missões que fiz são secundarias. É conforme o decorrer das missões primarias que os dialogos são “abertos” ??
    As vezes vou nos locais onde os membros da party ficam. Ex:casa da merril, ou o lugar onde o Anders cura as pessoas. Mas raramente os dialogos estão liberados.
    Outra, os presentes existem no DA2, por enquanto o unico que achei foi um que dei para minha irmã. Conforme vou progredindo as missões no jogo vou achando presentes para outros membros??
    Esses presentes existem para comprar como em DAO??? Bom desculpe tantas perguntas, é que li a sua analise do DAO e do DA2. Como vc mesmo disse, pegou geral no jogo. Es a pessoa certa para ajudar =]
    Vlw!!! E mais uma vez parabéns palas ótimas análises.

  41. 19/04/2012

    la em boa vista tem um bicho mais feio de que esse

  42. 19/04/2012

    ele e muito estranho e ele mora no escuro e so tem os dois bichos que e macho e femia sâo bichos de ferente de nos pior do que cobra!

  43. Luna
    23/06/2014

    Só eu achei que ainda faltou uma certa humanidade?
    achei que embora ainda aja expressões nos rostos dos personagens, ainda acho que em muitos assuntos faltou um certo movimento e certas ações dos personagens.
    Uma delas é quando encontra a irmã no final do jogo ou o irmão no final do jogo, e fazem as pazes . poxa ficam parados sem fazer nada . Isso realmente me desapontou.
    Outra coisa foram os cenários repetitivos.
    Fora que o troca-troca que é possível fazer com todos os personagens meio que fez o jogo perder a humanidade tb.

    Mas fora isso achei o jogo muito bom sim =^.^=

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