Divã Espiritual Gamer em: caçadores do gamer perdido

Tags: Divã, Divã Espiritual Gamer, divã gamer, Games, histórias gamers, Videogames
A Irmandade do Joystick Sagrado está recrutando novos estagiários (ou últimos foram digeridos pelo mascote)

A Irmandade do Joystick Sagrado está recrutando novos estagiários (ou últimos foram digeridos pelo mascote)

Atenção pequenos herculoides: o conteúdo dessa coluna é totalmente fictício. Se depois de lerem o texto abaixo sentirem vontade de fazer alguma coisa que foi escrita, lavo minhas mãos. Só não esqueça de filmar e enviar o link do YouTube depois. Outra coisa: eu escrevo muito, e ainda vou escrever um livro por conta disso. Então aos preguiçosos, leiam aos poucos.


Olá meu irmãããooo e olá minha irmããã… Após alguns meses de hiato sem nenhum Divã (toma vergonha na cara garota!) eis que estou de volta para empalar seu interior gamístico e inocular litros e litros de sabedoria, altamente relevante, para sua existência.

Na última semana fiquei pensando no que escrever para o Divã e, após descartar várias ideias por receio de sofrer retaliação de psicólogos xiitas, eis que reencontrei nesses dias num pub (leia-se barzinho com muita madeira enfeitando) um antigo amigo da época do colégio lá na Torre de Luskan, em Forgotten Realms (bons tempos…).

Só para vocês entenderem o contexto da história, escreverei um breve flashback da nossa amizade no colégio:

"Senta que lá vem história..."

"Senta que lá vem história..."

(agora imaginem as imagens em tom de sépia e meio esfumaçadas)

Nathan Drake* (*nome fictício para proteger a identidade real do amiguinho) e eu éramos unha e carne no primário e ginásio (na minha época se contava o tempo na escola assim e assim contarei) e amávamos videogame. Inclusive como o pai dele viajava muito a trabalho e vivia trazendo jogos novos de Mega Drive e Super Nintendo para ele, eu sempre tinha com quem pegar alguns games emprestado.

A única coisa que eu implicava com ele era o vício que o moleque tinha em Magic (cartas desenhadas pelo demônio, segundo minha tia crente xiita armada). Eu implicava mais porque não conseguia jogar mesmo, por preguiça de aprender – admito.

(acabou o momento flashback, pode voltar para a visão normal)

Continuando a conversa no barzinho cheio de madeira: Drake me contou que se formou em Engenharia de alguma coisa e está trabalhando numa empresa de nome estranho (fazia muito barulho no pub e eu selecionei o que era mais relevante de prestar atenção) e está escrevendo sua dissertação de mestrado sobre um tema escabroso que meu cérebro deletou antes que desse blue screen.

Drake então engatou num papo chaaato e broxante em que ele ficava se gabando da sua posição de destaque (huuum… boiola) na empresa estranha que trabalhava. Até que pensei: “ou eu tento mudar o assunto agora ou vou acabar enfiando esse pote de chilly na cara dele”.

Aí perguntei: “e aí Drakezinho. Fora o trabalho e tal, tem jogado muito videogame como antigamente?”

Então ele respondeu: “videogame??? Ahahaha… Não tenho mais tempo para essas besteiras. Perdi muito tempo com isso quando era criança”.

(nesse momento houve um período, muito desconfortável, de uns 10 segundos de total silêncio entre ambas as partes com a cor do meu rosto mudando de um tom pálido, de quem não toma Sol, para vermelho fúria psycho)

Como assim??? Herege!!!

Como assim??? Herege!!!

“Como assim besteira seu aborto dos Infernos? Como você tem a coragem de dizer que perdeu muito tempo com isso na infância?”, disse eu já espumando de raiva. “Foi justamente graças ao videogame que você tinha um amigo, ou melhor, amiga: EU!”

Isso realmente era verdade. Drake era um nerdzinho muito esquisito e isolado quando criança (mas inteligentíssimo! Adorava fazer prova de matemática ao lado dele, hehehe). Eu, do contrário dele, ainda fazia parte do time de handebol, era vocalista de uma banda formada pela galera do curso de inglês (não comento sobre isso nunca e jamais. Não insista, rs) e era muito mais sociável.

Enfim, fiquei muito p*** da minha vida com o ingrato do meu amigo, cuspindo no prato que comeu e negando a origem gamer. Justo ele que, praticamente, só tinha o videogame como forma de diversão naquela época.

Como eu já estava meio “alta”, devido a algumas caipivodkas, achei melhor parar a conversa e voltar para a mesa com os meus outros amigos e depois disso não vi mais o moleque. Acho que ele ficou tão sem graça (ou com medo mesmo) que não me procurou mais. F*da-se ele. =)

(fim da historinha sessão da tarde)

Então, meu irmãozinho e minha irmãzinha, toda essa história foi para explicar a vocês o motivo deste Divã (isso mesmo, ainda não começou! rs).

Percebendo o esquecimento voluntário e negação das origens gamers de alguns amigos e conhecidos desnaturados, desenvolvi o tratamento de choque, digo, de ajuda para resgatar os videogames na vida da pessoa.

O exemplo do meu amiguinho Drake (que passa muuuito longe de se parecer com o personagem de Uncharted) foi apenas para mostrar o caos interior do qual muita gente pode estar sofrendo hoje em dia. Sendo assim, é dever da Irmandade do Joystick Sagrado resgatar esses gamers perdidos e há tanto tempo segregados aos orifícios obscuros e pútridos da essência dos pequenos herculoides em questão.

Caso você, fiel seguidor dos conceitos gamers, se deparar com tão sofrível criatura, não se esqueça de aplicar o tratamento descrito a seguir, de acordo com o grau de Limbo Gamer da pessoa a ser torturada, digo, medicada.

Tratamento Mandinga da Braba:

Mais conhecido como “trago seu gamer interior amado em 3 dias”, esse tratamento consiste em submeter o paciente a uma sessão de abdução, com conseguinte empalação intra-cerebral cibernética de impulsos psycho-magnéticos a fim de empolar de volta o gamer no âmago do ser do miserável, digo, paciente.

Como funciona: convide “gentilmente” o paciente para passar um dia de folga com você e relembrar os velhos tempos de jogatina. É provável que o mesmo demonstre alguma resistência ao convite, já que ele acredita não gostar mais de games. Nesse caso será necessário anestesiá-lo com algumas batidinhas da cabeça do paciente contra a parede mais próxima (o suficiente para apagá-lo) e arrastá-lo até o local da terapia sem muitos transtornos.

Esquema de como prender as pálpebras do paciente (cão meramente ilustrativo)

Esquema de como prender as pálpebras do paciente (cão meramente ilustrativo)

Chegando lá, amarre os pulsos e tornozelos da criatura a uma cadeira e prenda as pálpebras do paciente de forma que elas fiquem sempre abertas. Coloque, então, a cadeira de frente para uma televisão a uma distância de meio metro da pessoa. Ligue o rádio e selecione alguma música do Restart para que o ser acorde rapidamente e já em desespero.

 

É totalmente normal e compreensível o paciente começar a gritar e xingar ao se perceber amarrado (especialmente após ser acordado com a música apocalíptica do Restart). Para controlar a situação e evitar que o local seja invadido pelo BOPE, basta ameaçar ligar a música de novo e o paciente irá cooperar prontamente.

[Observação importante: não se esqueça de, periodicamente, pingar um pouco de colírio nos olhos do paciente. De nada adianta ele voltar a gostar de jogar videogames se ele estiver cego.]

Sem ainda trocar nenhuma informação com o ser amarrado, posicione uma mesa ao lado da televisão com alguns videogames (antigos e novos), mas não os conecte na TV. Finalmente, diga de forma amigável que, como você é uma pessoa muito generosa, irá dar ao paciente duas opções: ou ele pára por bem de negar as raízes e, ao menos assuma que um dia já se divertiu muito jogando videogame (fale isso apontando para os consoles. O apelo visual é importante nessa hora) ooouuu……

Nessa hora, coloque fones de ouvido no paciente e ligue a televisão no último volume. Você então irá bombardear a mente do paciente com as principais atrações da televisão aberta como: Programa do Gugu, Domingo Legal, Programa da Eliana, Mais Você, Malhação, Rebelde, novelas da Globo e mexicanas (as que passam no SBT) e terror infantil Maisa.

Não pode matar o paciente? Aaaaahhh...

Não pode matar o paciente? Aaaaahhh...

Deixe o paciente sendo exposto a essas imagens por 2 dias seguidos, não esquecendo de pingar colírio nos olhos do sere alimentá-lo periodicamente (mais uma vez é bom deixar claro que o interessante é o paciente sobreviver ao tratamento).

Já no terceiro dia, você irá novamente relembrá-lo de seu amado passado gamer e de que como era bom poder usar a televisão para algo prazeroso e interativo. Deixe claro que não precisamos nos submeter à tortura da programação da TV aberta (se ele argumentar que tem TV por assinatura esfregue um limão nos olhos dele).

Após você apresentar inquestionáveis argumentos, o paciente – já exausto – irá concordar prontamente com você e é provável que o mesmo chore de emoção (ou por causa dos olhos ardendo pelo limão) ao constatar como foi idiota ao negar a importância que os games tiveram em sua vida.

Agora você já pode desamarrá-lo (mas tenha sempre um tijolo por perto caso o paciente se revolte). Você notará que, antes de fugir desesperadamente, o paciente irá se agarrar aos videogames como a um tesouro precioso e irá jurar jamais negá-los novamente.

Antes de libertá-lo por completo, faça-o ingerir uma pílula com nutrientes pró-ativos e lacto-bacilos vivos para facilitar a saída da comida entalada por 2 dias sentado numa cadeira.

Agora você me pergunta? “E se ele for me denunciar à polícia pelo tratamento não tão ortodoxo?”

Lembra da pílula? Ela não somente vai ajudar o seu paciente a fazer o “número 2” como também pode liberar uma neuro-toxina fatal que irá derreter os neurônios do ser, caso ele tente comentar sobre o tratamento com alguém. Simples assim…

Então é isso, pequeninos herculoides, espero que o estudo de hoje ajude a vocês a conseguir resgatar os gamers perdidos em seus amigos, conhecidos, parentes, desafetos e por aí vai. Não se esqueça de comentar, tirar suas dúvidas e sugerir novas formas de resgate aos gamers esquecidos.

O paciente após tentar denunciar o tratamento à polícia

O paciente após tentar denunciar o tratamento à polícia

Até a próxima consulta (que sabe-se lá quando vai acontecer… rs)

 

Atenciosamente,
Suma Sacerdotisa Vodoo Imperatriz Shiva Eclesiástica Sekhmet
Mãe de Santo Necromante Karioka Vivi
.

Vivi Werneck
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41 Comentários em "Divã Espiritual Gamer em: caçadores do gamer perdido"
  1. Edson Vitor
    12/06/2011

    Olhando pra manete do Atari me faz lembrar meu primeiro video game o grande atari 2600 sinto falta daquele epoca do SUPER NES Mega Drive(eu tenho ate ele hoje e ta funcionando). Hoje em dia video game pessoal ta levando mais para os graficos e nao tao nem ae pra historia e enrredo.

    Uma pena.

  2. Cristiano
    12/06/2011

    medo….
    Nao concordo q hj em dia as pessoas levem os jogos mais pelos gáficos.As historias estão muito mais elaboradas do q na época do super nes

  3. Caio
    12/06/2011

    Hmm, interessante, meus amigos nunca esqueceram dos video games…

    Aliás, vivi, por onde você faz pre order dos jogos?

    • Vivi Werneck
      12/06/2011

      fazia no shopto.net, mas está atrasando muito. agora estou tentando no play asia.

  4. Leonardo
    12/06/2011

    Quem é que se esquece que já foi gamer e nega tal passado!? WTF? Até parece que anda aí alguém tipo Ku Klux Klan a pendurar e queimar gamers. Espero chegar à altura em que vou viciar (dentro do saudável…ou não) os meus eventuais filho(s) e depois, já velhinho, serão eles a comprar os jogos e eu a jogar =)

  5. 12/06/2011

    Pra ver como a Vivi é tranquila hein…
    E na troca do visual do site, tinha gente que preferiria a tortura (tá eu tb tava nesse grupo), NUNCA MAIS!!

    hehehe

  6. Thyago
    12/06/2011

    Realmente, dá uma vontade de jogar o ser sacripante numa caldeira de óleo fervendo quando ele diz que “perdeu muito tempo jogando”. Na verdade, capaz dele querer estar pagando de gostosão pro seu lado e dando uma de maduro dona Vivi, hahahaha XD

    Mas enfim, eu já passei pelo aborrecimento de ter que lidar com uma filha de uma prima minha chegar para mim e dizer “você num é muito velho pra ficar jogando videogame?” e eu “você não é muito velha pra ter medo de escuro? *apaga a luz*”

  7. Jonathan Gouvea
    12/06/2011

    Uma dúvida, mestre Vivi, se o ser se jogar no chão e começar a se arrastar para fora, o que eu devo fazer?

    • Vivi Werneck
      12/06/2011

      Arraste-o de volta e incremente a tortura, digo, tratamento com sessões de desenhos animados da Barbie e do Barney.

  8. Deivd
    12/06/2011

    APOSTATA INCREDULO, q tipo de ser e esse q renega as origens, fala q jogar e besteira? E q historia e essa de “nao pode matar o paciente”? gente desse tipo tem q ser eliminada para nao contaminar a fé dos fracos e de pouco conhecimento, depois do q ele disse ele nao merece perdão. Esse cara so perde para reportagens ridiculas q falam q game estimula a violencia, denigre o carater e bla bla bla (ate parece q as novelas nao fazem coisa pior).
    E para vc Vivi, meus parabens, essa tortura q vc criou derruba qualquer soldado de elite (e pode levar a pessoa a completa loucura), Restart, Gugu, Eliana… nao existe mente capaz de suportar a esse tipo de coisa, pobre daqueles q forem o seu inimigo.

  9. Bavaro
    12/06/2011

    Que herege detestavel pode negar quem um dia foi? isso é negar a coisa mais preciosa que uma pessoa pode ter, uma vida gamer.

  10. William
    12/06/2011

    Vivi,esse método já foi testado?não quero ter efeitos colaterais.

    • Vivi Werneck
      12/06/2011

      os possíveis efeitos colaterais podem ocorrer apenas com o paciente. Você pode ficar tranquilo! =)

      • William
        13/06/2011

        Vivi,eu não estou preocupado com os efeitos colaterais,eu tou preocupado que os efeitos colaterais do paciente possa fazer algo contra min.

  11. Soldado Rock
    12/06/2011

    Renegar os games é um absurdo, se eu viver até os 100 anos vou continuar jogando(se a minha mente e corpo permitirem).

    Mas claro que após o casamento, por exemplo, o tempo para jogar diminui, ou em outras situações também, como se mudar, para estudar em outro lugar, nem sempre podemos levar os consoles para esses lugares, pelo menos por um tempo.

  12. Fabiano
    12/06/2011

    Mais uma pergunta sobre o tratamento:
    Se eu colocar colírio no olho esquerdo, o colírio acabar e eu tiver que sair pra comprar mais, causando cegueira permanente no direito, a tortura, quer dizer, tratamento segue normalmente? Ou tenho que estender o tratamento em mais alguns dias?

    • Vivi Werneck
      13/06/2011

      o colírio deve ser administrado em ambos os olhos. na imagem, com o simpático cãozinho, só exemplifiquei no olho esquerdo por falta de espaço mesmo. rs

  13. Júlia
    13/06/2011

    Gentem, apesar desse ódio mortifero que corroe o nosso ser como ácido sulfurico quando um herege renega seu passado gamer, nossa missão como integrantes da Irmandade do Joystick Sagrado é leva-los de volta ao caminho da luz(a luz que indica que o videogame tá ligado :D). Por isso matar o demente, também chamado paciente deve ser evitado, pois não existe o cogumelo verde do Mario na vida real!!!

  14. Júlia
    13/06/2011

    [off-topic]ahh… Vivi, quanto é mais ou menos o frete pelo Play-Asia pro Brasil, você já recebeu encomendas de lá, e tem que ter um cartão internacional pra comprar??

    • Vivi Werneck
      13/06/2011

      é a primeira vez que irei comprar lá, mas tive boas recomendações. e sim vc precisa de cartão de crédito internacional.

      • bQUARKz
        13/06/2011

        Eu também, nunca tive problemas quando comprei no Play-Asia. Se não me engano, os jogos eles despacham como brinquedos – o que dificilmente será taxado na alfandega. Controles e outros acessórios pode ser diferente. Bom, no demais para mim valeu a pena, recomendo.

  15. 13/06/2011

    Hoje tenho 31 anos!
    Já faz um bom tempo que sou doido por video-games! Por tecnologia, em geral, na verdade!
    Tenho um celular que funciona perfeitamente, um LG Cookie KP570Q, mas não resisti e comprei um smartphone também, um Galaxy 5!
    Comentários sobre esse acontecimento bombaram…
    Certa vez, estava em casa, numa difícil missão, numa selva que não me lembro qual, e uma amiga chegou.
    “Mááááárcio!”
    Dei pause na jogatina, e ela: “O que você tá fazendo?!”
    Jogando video-game!
    “Fazendo o quêêê?!”
    Jogando video-game!
    “Noooooossa! Nessa idade fazendo isso?!”
    A vontade era de esganar, mas me contive, esbocei um leve sorriso, e apenas comentei:
    Obrigado por me lembrar o quão bom é estar solteiro! (Assim não tenho de aguentar encheção de saco de ninguém!
    VIVA A CULTURA GAMER!
    Resgatemos os que se foram!!!
    Parabéns pelo post, Vivi!!! :)

    • bQUARKz
      13/06/2011

      Dedé Santana vc joga video-game? .) (Smile caolho)

  16. Hélio
    13/06/2011

    rsrsrrsrsrsrrsrsrs
    Vivi, adoro seus Divãs, já tava fazendo falta! Acho q vou testar essa tática de bater a cabeça da pessoa na parede (ops rsrs). Brincadeiras à parte, meu Divã preferido é aquele em q vc conta da sua partida de FPS com seu priminho endemoniado haha. Chorei de rir com aquele!

    • Vivi Werneck
      13/06/2011

      oi hélio. esse não é um Divã é uma Crônica Gamer =D

      • Hélio
        13/06/2011

        Ops, errei então rsrs
        Bom, mas ficou show mesmo assim xD

  17. 13/06/2011

    Mulheres são naturalmente pscicopatas. Cuidado rapaziada, ao falar de seus gostos, hobyes etc…

  18. Júlia
    13/06/2011

    Quem é psicopata aqui, quem, QUEM??? (afiando minhas Blades of Chaos)

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  19. Bavaro
    13/06/2011

    hei… Vivi qual era o nome da sua banda?

  20. Fabão
    13/06/2011

    hummmm… segundo as previsões do pó de café usadu da semana passada do “tiuzão do café xamã preto véio extra-forte” … esse seu amigo não abandono os games coisa ninhuma, ele teria dito isso issu pra dispertá a furia da sinhazinha, podendo assim ter a oportunidade de realizá desejos ocultus sado-masoquistas para com sua pessoa… hummmm…

  21. Rodrigo
    13/06/2011

    Vivi, tinha acabado de ler sua matéria (excelente, por sinal!), e então resolvo voltar a minha vida simplória e mundana e dar uma estudada eis que me deparo com isso: “será antijurídica toda execução de ação lesiva prevista na norma efetuada de MODO DESUMANO ou degradante, que VIOLE A DIGNIDADE da pessoa humana” lembrei na hora do seu método de tortura, ops, tratamento aprovado pelo Ministério da Saúde haha :p

  22. 13/06/2011

    Mestra Vivi,obrigada por esse momento de iluminação! Mas, se me permite perguntar, que fantástico método de meditação você utilizou para não arrancar a cebecinha do seu amigo e usá-la como bola de ping-pong? Porque, se fosse comigo, provavelmente teria levado o herege para ser cobaia do Setor de Capação sem pensar duas vezes…

    • Vivi Werneck
      13/06/2011

      o método foi o seguinte: na hora q ele apareceu eu estava no meio do happy hour com rodada dupla de qualquer bebida. se ainda fosse parar pra afiar o machado eu perderia minha caipivodka e, sinceramente, ele não vale a pena o sacrifício.

      chamei alguns recrutas que deram cabo dele enquanto eu bebia =D

  23. Flavio'
    14/06/2011

    Excelente tratamento, só temos de tomar cuidado para não causar o efeito Laranja Mecanica e ele criar aversão a games. Caso isso ocorra, é só utilizar o tijolo com um pouquinho mais de força e caudar um traumatismo craniano, esse paciente já não teria jeito mesmo. Enfim, já tenho uns dois ou tres pacientes agendados forçadamente para esse método eficiente. Deixe-me tratá-los, fui!!!

  24. PH!
    16/06/2011

    AAAAAAAAAAAHOIUHAUIHAIUHAUIHAUIAHUIAHUIA!!!

    Err… digo…

    Grande Mestra, obrigado por nos agraciar com mais uma macumba um grande ensinamento! Fiz o procedimento em um ex gamer, e em 2 dias ele estava de volta, fazendo até cosplay do sonic com caixas de papelão e vidrinhos de Nutella (ficou horrível)!

    A tortur… digo, o procedimento é tão eficiente que consegui converter minha irmã, que nunca pegou num joystick, a idolatrar os jogos! Consegui até convencer um papagaio manco a jogar no Kinect! Ele se amarra em Dance Central! Obrigado, Mestra!

    p.s.: bandinha no curso de inglês? Vc vai se arrepender por essa informação… EU QUERO SABER!!! QUAIS MÚSICAS??? ONDE ESTÃO AS FOTOS??? HAUIOAHAIUHAIIU!!!

    • Vivi Werneck
      16/06/2011

      fiz o “favor” de acabar com todo e qualquer vestígio dessa época. jamais me pegarão! muahahahaha!!!!

  25. Thuni - chan
    16/06/2011

    Que feliz e eficiente esse tratamento! Quero converter toda e qualquer pessoa que cruze meu caminho! muahaha
    Não gostei do fato de que não pode matar o paciente, dessa vez (por um milagre) eu concordo com a nossa queridinha Witch of the Wilds: DISAPPROVES! **insert heart broken here**
    Vou filmar a minha versão 1.1 do tratamento, (sim, tenho planos malignos em mente) vou lançar com o nome de GAMER SAW e ganhar uma bolada de dinheiro! $_$
    Ó incrível mestra vivi, eu prometo que te mando uma boa mesadinha, ok?! hsuahsuahuahsa

  26. The Punisher
    17/06/2011

    Blasfêmia! Só faltou ele negar suas raízes gamer por 3 vezes.

  27. Yan
    17/06/2011

    Hah, eu detesto quando alguém resolve renegar o passado gamer assim.
    Mais ainda porque essas pessoas não resolveram ser assim, mas foram levadas a isso!
    Não só gamers, mas quando eu vejo que qualuqer pessoa que eu conheço renega o seu passado pra agradar os outros, eu entro num vivi-psycho-mode por alguns segundos!
    Valeu pela dica Vivi! o/
    Vc também deveria abrir uma clínica específica pra esse tipo de tratamentos, ia dar uma grana boa!!

  28. 18/06/2011

    Minha estrágia seria colocar o cara para assistir Discovery Chanel o dia inteiro. Entre os Backcardingas e Mortal Kombat, acho que eu faria o cara mudar de idéia.

  29. 25/06/2011

    Moooooooooooooorte aos infiéis!!! [momento xiita passando]
    mas se algun infeliz me falasse Não tenho mais tempo para essas besteiras. eu o rasgaria verbalmente de forma muito mais violenta! mandaria ele enfia um wiimote no dito cujo!!! e muito pior!!!

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