Desenvolvedora indie brasileira lança “Out There Somewhere”

Tags: desenvolvedor indie, desenvolvedores independentes, desenvolvimento de jogos, game indie, miniboss, Out There Somewhere

Fico muito feliz por anunciar que mais um jogo brasileiro já está tendo seu destaque e sendo vendido para a galera. A empresa da vez é a MiniBoss que lançou, no último dia 21 de fevereiro, seu puzzle de plataforma chamado de “Out There Somewhere”.

Mas quem é o pessoal por trás da MiniBoss? A desenvolvedora indie foi criada em 2010 e, segundo sua co-fundadora – Amora B. – eles preferem não serem considerados uma empresa em si.

“A MiniBoss não é uma empresa, apenas um grupo de amigos fazendo jogos em seu tempo livre, cada um tem seu próprio trabalho. Quando começamos, morávamos em São Paulo, mas agora eu e o Santo moramos em Campinas, o Rafa em São Paulo mesmo, a bit acabou de ir pra Londres e o Rodrigo vai também em algumas semanas”, conta Amora.

Além dos cinco membros “oficiais”, Amora conta que a MiniBoss “tem muitos amigos que nos ajudam nas jams (maratonas de desenvolvimento de jogos em 48 horas), como o Henrique Manfroi e a Marina Val. Também temos como colaborador o amigo Henrique Abate, que é advogado e nos ajuda a analisar contratos e outras questões legais”.

Falando sobre o “Out There Somewhere”, em específico, o game foi desenvolvido apenas pela Amora B. e por Santo (Pedro Medeiros). O Girls of War bateu um papo serelepe com a Amora, que também trabalha com animação, ilustração, textos, direção e um pouco de game design.

– Confira a entrevista:

Girls of War: Segundo vocês mesmos já disseram em entrevistas, “Out There Somewhere” é baseado em jogos de PC da década de 90. Explique um pouco melhor essas referências e qual a história do game.

Amora B.: O OTS é um jogo criado para ser nostálgico, acima de tudo. Tivemos inspiração de vários jogos, como Zero Wing, Flashback, Doom, Zelda e Quackshot, também nos inspiramos bastante em Portal, obviamente. A história do jogo é de um astronauta – chamado Yuri – que, ao perseguir seu arqui-inimigo Grigori, é forçado a pousar em um planeta desconhecido e de lá ele continua sua missão. A história do jogo é bem nonsense, como dos jogos daquela época.

GoW: “Out There Somewhere” é uma mistura de puzzle com plataforma, certo? Explique como funciona o seu gameplay.

AB: O gameplay gira em torno de uma mecânica de teletransporte. O personagem principal tem uma “arma” que atira balas de energia e, quando essas balas atingem uma parede, ele é teletransportado para esse ponto de impacto. A velocidade de Yuri é conservada, o que permite o jogador fazer diversas manobras e resolver os puzzles de diversas formas diferentes. A maioria dos puzzles do OTS possui uma “resposta” simples e que não necessita muita técnica, e sim raciocínio.

GoW: Quais as maiores dificuldades que encontraram para a realização do projeto e que conselhos dariam para quem quer desenvolver jogos de forma independente também?

AB: Durante o lançamento do Out There Somewhere descobrimos que a parte mais difícil, sem dúvida, é a finalização do jogo. Sempre que nós achávamos que o jogo estava pronto, descobríamos mais um monte de bugs. Aí percebemos que o jogo ainda estava curto, então adicioanamos várias salas e mecânicas, que geraram mais bugs. Depois de meses dizendo “o jogo está praticamente pronto”, terminamos de fato e lançamos.

Aí veio a parte mais cansativa, que é mandar press release pra mil sites, corrigir mais bugs que nunca tínhamos visto, mas que aparecem nas máquinas de quem comprou o jogo, dar suporte, lidar com a parte da loja no site e com o Desura, foi tudo muito cansativo e extremamente demorado, principalmente porque estamos só em duas pessoas (claro que alguns amigos nos ajudaram pra caramba no que podiam).

Nosso conselho para quem está começando é sempre o mesmo: comece com algo simples e com os pés no chão, quem quer começar fazendo um shooter em 3D ou um RPG de 30 horas provavelmente vai desistir durante o projeto, e é muito melhor ter um projeto pequeno, mas pronto, do que um grande projeto nunca finalizado.

GoW: A MiniBoss já tem projetos para o futuro? Vocês já podem adiantar alguma novidade?

AB: Queremos muito voltar para o “Talbot” e talvez dar um tapinha no “Trapped!” (jogo produzido na última Global Game Jam) com a equipe toda, mas antes vamos iniciar um outro projeto menor, só eu e o Santo de novo. Não sabemos o que exatamente, mas acredito que vai ser plataforma de novo, que é que o a gente mais gosta de fazer! E estamos pensando no gênero terror.

 

– Ficou curioso com o “Out There Somewhere”?

Baixe a demo do jogo.

Compre o game na loja do MiniBoss ou pelo Desura.

 

– Conheça mais a MiniBoss:

Amora e Santo - Equipe do "Out There Somewhere"

Amora e Santo - Equipe do "Out There Somewhere"

Veja o blog da desenvolvedora.

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Vivi Werneck
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48 Comentários em "Desenvolvedora indie brasileira lança “Out There Somewhere”"
  1. lipe!
    27/02/2012

    Achei genial,mas o jogo é em inglês??
    Pelo o que eu vi no vídeo sim…e no mais:adorei o estilo do jogo.

    • Gabriel
      27/02/2012

      Tem em português e inglês ^^

  2. 27/02/2012

    Curto muito o estilo puzzler, e tem muito jogo indie que desafia e diverte mais que jogo blockbuster. Baixar pra testar! o/

  3. EltonBM
    27/02/2012

    Se comprar pelo site deles o jogo vem nas versões PT-Brasil e em inglês. Como o jogo está sendo vendido no Desura, a versão básica deve ser em inglês mesmo.
    Ainda não tive tempo de brincar muito com a minha cópia, mas devo fazer isso hoje. Gostei do que experimentei. Parabéns aos “Minibosses” pelo trabalho e boa sorte.

    • lipe!
      27/02/2012

      Obrigado pela info.
      Realmente prefiro jogos assim do que muitos blockbusters que temos por aí.

  4. Rafael Frozen
    27/02/2012

    Achei muito foda o jogo! Vou baixar a Demo!

  5. 27/02/2012

    Ter se criado no mundo o nome Indy pra categorizar esses jogos foi uma das melhores coisas que aconteceu (especialmente pros brasileiros) nos ultimos anos para o Game Develop. Quantos jogos excelentes não foram percebidos ou foram vitimas de preconceito por serem “amadores”. Hoje muitos desses games (como esse da matéria) tem qualidade que competem de igual para igual a grandes titulos de se genero e muitos profissionais brasileiros estão se aprimorando apartir do desenvolvimento desses titulos.

    Espero ver mais novidades assim =]

  6. Leandro
    27/02/2012

    a capinha do jogo é uma homenagem aos antigos cartuchos da Sega para Mega Drive e Master System?

    vou baixar a demo agora!

    sera q tem compatibilidade com o controle do xbox 360?

    • Vivi Werneck
      27/02/2012

      Acho que tá com mais cara de Master System.

      • Leandro
        27/02/2012

        eu não me lembro muito daquela época. :p

  7. 27/02/2012

    Putz, me dá cada vez mais orgulho ver esses jogos desenvolvidos por equipes brasileiras \^^/
    É tanto amor e dedicação colocados que dificilmente dá errado, mesmo. Esse não parece nem de longe ser uma exceção :D

    O que mais me chamou a atenção foi a fundação na qual o jogo foi criado.
    O OTS é um jogo criado para ser nostálgico, acima de tudo“.
    CHALLENGE ACCEPTED!
    OBJECTIVE ACHIEVED!

    Primeiríssima reação que tive foi exatamente de nostalgia. A começar pela capa do jogo, que me lembrou (óbvio!) na hora os jogos de Master System (sem aquelas bizarrices de artes NADA a ver com o jogo, claro! xD). Jogos com esse “q” de nostalgia são deliciosamente viciantes (como foi dito, às vezes bem mais que jogos famosões). Eu prefiro mil vezes passar a tarde jogando Bejeweled a jogar, por exemplo, Dead Space (exemplo hipotético) o dia todo. Viajei, mas já parei xD

    Vivi, você sabe informar os requisitos pra demo do jogo? Fiquei fortemente tentado a baixar (não baixei ainda porque tô no trampo, só pra constar xD), mas não sei se meu Podre Computer PC vai conseguir rodar.

    Só pra finalizar, frasezinha bocó que me veio à cabeça:
    Brasil cada vez mais virando terra de índios e de indies…

    • Vivi Werneck
      27/02/2012

      “Vivi, você sabe informar os requisitos pra demo do jogo? Fiquei fortemente tentado a baixar”

      No momento não tenho essa informação, mas acredito que o jogo seja bem leve. Vou ver com o pessoal do MiniBoss.

      • 27/02/2012

        Valeu, Vivi! \o//

        Só perguntei direto porque tentei ver no site deles, mas não achei. Com certeza o jogo é leve, mas mesmo assim, a podridão do meu PC é capaz de ser maior… XD~

  8. Profeta
    27/02/2012

    Eu adoro quando vejo conquistas de espaço assim, fico extremamente feliz, mas como nem tudo são flores…eu vejo também um “preconceito” ( ou alguma outra palavra que agora não me vem a cabeça) com o “brasileirado” ( se é que existe uma palavra assim ), jogos indies produzidos aqui, 90% são com nomes, termos em inglês, fora os comandos, que é algo que eu acho mais do que certo usar os termos em inglês, mas no resto, no nome pelo menos, poderia usar um nome em português, em plena década onde outros jogos até dublagens em PTbr estão usando, não estaríamos nós meros seres dessa terra tupiniquins indo em direção contrária?

    ps: espero não ter ofendido a dignidade ou virtude de ninguém, e nem desmerecendo esses esforçados produtores do ramo indie.

  9. Hélio
    27/02/2012

    Parabéns aí pra Amora e sua pequena equipe.
    É bacana como os indies, na maioria das vezes, vão pelo caminho inverso à indústria de AAAs: mais inovação, menos reutilização de conceitos pré-estabelecidos.
    Achei interessante o conceito de ser teletransportado. Isso me lembrou a habilidade do Soma Cruz em Castlevania Daw of Sorrow, aquela em q ele joga um bonequinho de vudu e troca de lugar com ele. Imagino q a arminha permita grandes puzzles mesmo.

    • Breno
      27/02/2012

      Também não vamos exagerar com inovação! O jogo é um plataforma(quantos outros desse tem por ai…),além de ter varios elementos de jogos comerciais,como vc mesmo falou… Tem que se ter MUITO cuidado quando for falar que um jogo é inovador(pois muito provavelmente deve existir um jogo similar em mecanicas)!

      • Hélio
        27/02/2012

        Mas eu não vi nada similar em mecânicas. Um jogo q se baseia no conceito de atirar e ser teletransportado pelo tiro é algo inovador ao meu ver.
        Minha analogia com Dawn of Sorrow foi apenas superficial: o jogo não faz, nem de longe, a mesma coisa proposta pelo Out There Somewhere. Até pq ele não é focado nisso.
        Um jogo ser do gênero plataforma não impede de ser inovador. Plataforma é um gênero, apenas. A prova disso é q Rayman Origins tem sido elogiado pela sua criatividade mesmo décadas depois dos primeiros jogos de plataforma terem sido lançados.

        • CPR
          28/02/2012

          Joguinho interessante. E barato só cinco doletas. Há alguma possibilidade de desenvolverem esse game para celulares? Acho q seria interessante.

          P.S: Cara esse negócio do boneco se teleportar me lembrou valkyrie profile 2 q a heroína joga um raio q congela os monstros.

          • Hélio
            28/02/2012

            Sim, verdade. A diferença é q os monstros estão em locais específicos e vc só pode ir onde o monstro estiver.

        • Breno
          28/02/2012

          E o que faz ele ser diferente de Portal 1 e 2?

          • Hélio
            29/02/2012

            Muita coisa. Abrir portais é diferente de se jogar lá na china com um tiro.

  10. leandro(leon belmont) alves
    27/02/2012

    um joguinho bem feito, desafiador e fofolete. gostei mesmo, e feito por brazucas? excelente! e gostei do Layer do game, é quase igual a antigos games do Master System. genial! cada vez mais, o Brasil está se comparando a grande jogos feitos lá fora. esse lembra o Super Meat Boy com um game que vi no começo do ano, que tinha que controlar uns jatos de água para avançar(não lembro o nome, mas era indie). muito bacana

  11. 27/02/2012

    Espero que a galera também baixe os outros jogos da Miniboss. O Talbot’s Odyssey é sensacional, com um roteiro muito interessante, mecanica legal, humor bem construído e visualmente caprichado.

    da pra baixar aqui http://studiominiboss.com/talbots-odyssey/

  12. 27/02/2012

    Digitei meu nome errado?…Ato falho!!!!

  13. Profeta
    27/02/2012

    acabei de assistir o trailer, o jogo parece bem difícil, assim como muito criativo, só achei o personagem desproporcional ao cenário.

  14. Murilo
    27/02/2012

    muito legal o jogo e a entrevista, tb qro começar a fazer jogo, mas antes estou aprendendo a mexer com 3D…

    btw, eles estão morando na minha cidade xD

  15. 28/02/2012

    Caraca o_o
    Acabei de jogar a demo e simplesmente adorei. Pelo o que pude ver, o jogo consegue misturar essa coisa nostálgica dos jogos mais antigos com o visual dos jogos “arcade” novos… não sou muito fã desse gênero, mas curti demais essa demo, com certeza vou tentar comprar.

    • 28/02/2012

      E esqueci de mencionar que também adorei as ilustrações que serviram de conceito para os bichinhos fofoletes. Fico feliz por ter mais um jogo de qualidade feito por uma “empresa” independente brasileira.

  16. Vivi Werneck
    28/02/2012

    Galera, para quem quiser saber as recomendações do sistema para rodar o “Out There Somewhere” estão aqui: http://studiominiboss.com/out-there-somewhere-order/

    • 28/02/2012

      Valeu²³¹¹³²¹²²³, Vivs!

      Ontem procurei no site mas não achei, se bem que não fucei tão detalhadamente porque tava no trampo né xD
      Acredito que minha carroça meu PC consiga rodar, vou baixar a demo aqui NOOOOW! /o/

  17. Guto Collares
    28/02/2012

    Parabéns ao pessoal do Out There Somewhere.
    Independente de qualquer outra coisa, num Brasil com ausência de incentivos à criação digital, política fiscal ridiculamente repressiva e pirataria amplamente difundida, concluir um game – por si só – é um Platinum Trophy. Ou mais que isso.

  18. 28/02/2012

    Joguei por míseros 10 minutos (trampo chama, argh), mas putz, gostei MUITO!!!
    O gráfico é espetacular, retrogame total! O jeito de jogar (só usei o teclado, diga-se de passagem,porque não tenho controle pra PC) também é legal, desafiador na medida certa! Nem falo nada das musiquinhas, é nostalgia pura logo que o menu do jogo aparece *_*

    Recomendadíssimo!!!
    Mais uma vez, parabéns³²¹¹¹²²¹²¹³²³²¹²³ ao pessoal da MiniBoss!!!! Assim que as verdinhas estiverem em minha posse, com certeza comprarei a versão Full, eles merecem muito! \o/

  19. Fabão
    28/02/2012

    Além de desenvolver games Amora tb é muito gatinha ^^ Meus parabéns a toda galera do Miniboss, assim q me sobrar um tempinho vou com certeza jogar o OTS

  20. 28/02/2012

    MUITO MASSA!

    Sou blogueiro, sou contista e quero ser roterista de games algum dia!

    Quando eu comprar um pc novo prometo dar uma BOA olhada no jogo!

    Mas lendo a entrevista bateu aquela senssação de “Nossa é praticamente como a Blizzard começou!”

  21. 28/02/2012

    Excelente game galera. Gostei muito da demo. Cade vez mais a desenvolvedores indies estão mostrando a sua força no mercado. Este é mais especial ainda por ser brazuca. \o/ Muito sucesso.

    Da minha parte a compra é garantida. \o/

  22. Ebbios
    28/02/2012

    Comprei na pre order. Já tinha achado a ideia do jogo muito boa e a execução da ideia foi melhor ainda. Jogo divertido! Já sou fanboy da MiniBoss, só vejo coisa batuta vindo deles.

  23. Victor
    28/02/2012

    é, mais um game brasileiro sensacional.
    e algumas pessoas ainda dizem que games brasileiros são ruins

  24. Lucas Zeta
    29/02/2012

    Gostei muito do jogo, queria comprar na pré-venda mas o processo não foi concluído. Vi tentando comprar agora que não rolou porque não tenho cartão internacional, e agora? FFUUUU

    • CPR
      01/03/2012

      Verdade, além do mais bem q podia ter a opção de pagar por pagseguro q oferece a opção de pagar por boleto bancário, pois tem muita gente (como eu) q não gosta de ficar usando cartão por causa dos juros abusivos.

  25. 29/02/2012

    Que legal. Super curto a miniboss.
    Ontem mesmo tava mostrando um jogo deles pra um amigo meu.
    Esse jogo ficou muito bom. Não vou comparar com Portal pq né … é sacanagem XD To afim de jogar OTS, mas … comofas/ I have no cartão Q

  26. Danilo Cho
    29/02/2012

    Alguem reparou que o chat das girls ta off T.T

    • Vivi Werneck
      29/02/2012

      O chat está fora do ar por um problema no próprio “Groupsim”. O negócio é esperar voltar :/

    • georges
      01/03/2012

      Fala Danilão!!!!!!!!!!
      Também percebi cara. Como a Vivi disse, o geito é esperar :/

  27. Jwg
    01/03/2012

    gostei de quando eles falaram q querem fazer um game de terror. agora, fiquei chateado de ver o jogo todo em inglês, nos jogos americanos e japoneses não a nenhuma referencia ao Brasil. agora em alguns jogos brasileiros até o nome dos personagens são de gringo..

    • CPR
      01/03/2012

      “nos jogos americanos e japoneses não a nenhuma referencia ao Brasil.”

      Vc é q pensa, amigo. Aqui e acolá se vê referências ao Brasil nos jogos. É só procurar.

    • Jwg
      01/03/2012

      vc esta certa Bebs. eu ñ tinha pensado nisso, talvez a ditribuidora desses jogos sejam estrangeiras.

  28. Murilo
    03/03/2012

    Comprei, joguei e recomendo! Vale o preço, galera! Parabéns Miniboss! Espero um dia terminar o meu tb e vender!

  29. 11/03/2012

    Mecanica de jogo bem interessante e a execução muito boa. Se a música do vídeo for realmente a música do jogo, parabéns ! Me lembrou vagamente um jogo em estilo parecido chamado BLIND PANIC, dos meus tempos de TK90X. Aliás, os gráficos e sons me lembraram o estilo de jogos como CYBERNOID, STORMLORD e outros do Spectrum (TK90X aqui no Brasil).

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