Breve análise de Mass Effect 2: Arrival (PC)

Tags: Arrival, Mass Effect 2, Mass Effect 2 Arrival, Mass Effect 2 DLC, Reapers, Shepard

OBS: podem ler tranquilos. Não há spoilers no texto.

Por Vivi Werneck

Terminei do final da tarde deste sábado (2) “Arrival”, o último DLC do épico Mass Effect 2. Fiquei um pouco receosa em escrever uma análise sobre o DLC já que qualquer coisa que eu escrevesse poderia ser um spoiler. Não que a história do extra tenha rendido algo de extrema relevância à trama principal (o que não aconteceu realmente), mas tomar dois dos principais spoilers de Arrival mataria as duas únicas coisas neste DLC que valeriam o investimento de R$ 12,00 na sua compra.

Admiral Hackett

Admiral Hackett

Sim, pequenos herculoides, Arrival é… Como posso dizer… Sem sal, dado o tempo que esperamos por algum novo extra para este jogo brilhante, desde “Lair of the Shadow Broker”, e a curiosidade que estávamos em relação ao suposto “segredo dos Reapers”. Só para se ter uma ideia, jogá-lo no meio da sua campanha ou já após o epílogo não vai alterar em absolutamente nada, então, se você ainda não zerou o jogo pode jogar Arrival tranquilo que não vai ver spoiler algum dos eventos finais do game.

Em “Arrival”, o(a) Comandante Shepard deverá resgatar uma agente infiltrada que está perdida em algum lugar no espaço Batarian (raça alienígena que despreza a humanidade). Ela desapareceu após, supostamente, encontrar evidências da invasão iminente dos Reapers. Shepard deverá ir sozinho até os confins da galáxia resgatar a agente e descobrir a verdade por trás da chegada dos Reapers.

Olhando assim você até imagina que vai ser um resgate super eletrizante né? Pois é… Pensei assim também. Para evitar que eu acabe estragando o pouco que se tem de aproveitável neste DLC, vou enumerar alguns pontos principais:

1) Em Arrival você tem a possibilidade de destravar 3 novos achievements (você pode vê-los acessando o quadro de medalhas de Shepard em seu quarto, na Normandy);

2) Você pode encontrar 3 novos upgrades: Heavy Weapon Ammo, Medi-Gel Capacity, Heavy Skin Weave;

3) O DLC também conta com o retorno do Almirante Hackett;

4) Essa é uma campanha solo de Shepard, o que tornou a missão ainda mais monótona;

5) Há duas reviravoltas muito interessantes na trama e uma delas CERTAMENTE será bem explorada em Mass Effect 3. Vocês saberão o que é ao final do DLC;

6) A verdade por trás da invasão dos Reapers poderia ter sido melhor explorada já que o DLC, teoricamente, tratava-se disso.

Enfim, é interessante jogar Arrival para você já saber o que te espera em Mass Effect 3 e, principalmente, já ter noção de quem serão as pedras na botinha espacial de Shepard durante a trama, além dos Reapers é claro.

Arrival está disponível por 560 Microsoft points, BioWare 560 points, ou 6,99 Dólares.

Vivi Werneck
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10 Comentários em "Breve análise de Mass Effect 2: Arrival (PC)"
  1. Hélio
    02/04/2011

    Por isso os RPGs antigos como Final Fantasy VII eram pérolas tão raras e que ficaram eternizadas como obras-primas. Não havia DLCs. Vc sabia q as quests opcionais eram desenvolver chocobos, matar Weapons, ir a Wutai enfrentar o desafio da Yuffi… Hoje vc joga um game q pode ser nota 10 na primeira vez, aí vem um DLC, te deixa ansioso e te decepciona. Não existe uniformidade, homogeneidade na obra. DLCs deviam ser algo feito com muito carinho e cuidado, sem abusar, ou podem virar só mais uma forma caça-níquel de explorar um jogo consagrado.

    • 02/04/2011

      Por um lado também tenho um pé atrás com DLCs, mas quando eles são bem feitos como, por exemplo, Lair of the Shadow Broker (Mass Effect 2), Broken Steel (Fallout 3) e Knights of the Nines (Oblivion), vale sim muito a pena e eles só acrescentam ao que já era ótimo.

      Acho que os DLCs não deveriam ser banidos (e nem que eu quisesse pq isso dá dinheiro e não vai sumir rs), mas deveria serem melhor estruturados para coisas desse tipo não acontecer.

      PS: apesar de ser uma expansão, e não um DLC, “Awakening” de Dragon Age Origins é sofrível, repetitivo e sem graça. Foi uma decepção épica para mim.

      • Jhun
        02/04/2011

        Infelizmente é uma triste verdade. Recentemente comprei o Dead Space 2: Severed pra jogar no 360 do meu amigo e me decepcionei. =/ Esperava bem mais da DLC. Ainda não cheguei a jogar o Awakening mas já ouvi alguns comentários ruins sobre a expansão.

        O Hélio tocou num ponto interessante. Antigamente os RPGs não precisavam disso. Passei hrs atrás das Cards de Final Fantasy VIII sem precisar gastar nada a mais e me divertindo muito. Meu último save de Final Fantasy IX tinha pra lá de 160 hrs. E tudo que vc precisava saber de importante sobre a história já vinha no game que vc comprou. Como citei no seu post anterior, não sou contra DLCs mas discordo daquelas que acrescentam fatos muito importantes a história pois torna a sua aquisição praticamente uma obrigação. Porém os jogadores mudaram e o mercado mudou e é assim q funciona hj em dia (não que eu me agrade).

        Como vc bem disse Vivi, DLCs são uma fonte de dinheiro mas seria bom se elas fossem mais trabalhadas para valerem os nossos trocados.

        PS: Sou só eu ou o Lance Henriksen é f#da msm? Goste dele desde a primeira vez que vi Aliens. o/

  2. Erick lessa
    04/04/2011

    Boa noite meninas, resolvi dar um pulo no blog para ver como está, sempre ótimo!

    mass effect é sempre muito bom, pena que os dlcs serviram somente para meia boca…

    ainda tenho esperança que saia um filme sobre =D *.*

    beijão meninas e continuem com o trabalho!!!

    Erick Lessa

  3. Elton BM
    04/04/2011

    A Bioware tem criado vários DLC’s, nada de mais certo? Não tem problema colocar pontos importantes da estória de um RPG em DLC’s certo? Pontos que podem ter partes importantes nos futuros jogos.
    Lembram de Kasumi? Lembram da memória perdida? Não acham que aquela memória somada ao final de Arrival pode ser importante em ME3? Expansões em RPG’s precisam seguir a idéia que eu vi pela primeira vez em Fallout 3: Elas não mudam a estória principal ou só entram depois desta terminar.
    Mas para a bioware é totalmente normal informar os conteúdos extras de DA2 antes dele ter sido laçado.

    PS.: Mass Effect 1 foi um grande jogo. As situações mostradas lá foram fantásticas no melhor sentido, e saber que não há como terminar a estória sem alguém ficar para trás foi Foda.. Mas Mass Effect 2 foi bem sofrível pra mim. Eu quis gostar, fiquei satisfeito por visitar a famosa Flotila, mas parece que os jogos de ação tomaram uma parte razoável do brilho da estória. Sem contar que aquelas poses precisam ser revisadas, os gráficos são lindos, mas a movimentação durante as conversas são, complicadas…
    PS.:A Commander deve ter sido soldado a vida toda, por que ela de vestido andando com aquela pose é sempre engraçado de se ver. E como Tycho já falou, pra mim vai ser sempre a “Commander”. Ter um cara com a cabeça raspada segurando uma arma é a capa de praticamente um quarto dos jogos do 360 e do PC, então eu não entendo por que a Bioware criou essas versões pré feitas do Sheppard. Toda e todo Commander deveria ter vindo da cabeça de cada um, e não aparecer nos vídeos CGI já pré-definido.

  4. 04/04/2011

    Ainda esperando pelo “Mass Effect 2: Platinum Collectors’ GOTC Mega Boga Blaster Edition”, que terá todo conteúdo extra já lançado para o jogo

    *acorda*

  5. Fábio Grazina
    05/04/2011

    Concordo plenamente com a opinião da Vivi Werneck… o que é certo é que já joguei vários dlc’s bons (os do Alan Wake) e outros muitos furos a baixo do jogo principal (Mafia 2 por exemplo).

    Um grande abraço aqui de Portugal!

  6. Fabão
    05/04/2011

    ah, eu gostei do arrival, é um dlc curtinho, é quase uma entrada antes do prato principal q é ME3… e acho legal q joga-lo ou não deva anterar em alguns aspectos da história do 3º. Mas vamos ver no q dá, ME pra mim é o q salva da Bioware por enquanto, pq eu to muito fulo com Dragon Age Ultimate e Dragon Age 2. Hj empresa q se salva mesmo no pc é só a Blizzard… fkdk

  7. Marco Alencar
    07/04/2011

    Acho que Mass Effect 1 foi como um ótimo filme de ficção científica. Mass Effect 2 foi mais como um filme de ação com toques de ficção científica. Ambos bons nessas áreas e com diferentes escopos. O primeiro é bem mais amplo, o segundo é menor, com espaços menores.

    Sobre DLCs eu não gosto muito da idéia. Já pagamos, pelo menos aqui no Brasil, uma nota pelo jogo. O mínimo seria recebermos os conteúdos adicionais de graça, e se forem fazer um adicional mais elaborado que façam uma expansão completa logo.

  8. Victor
    10/04/2011

    Provavelmente nunca jogarei um DLC, não consigo comprar pela net .
    E as vezes o preço da quase um jogo novo.

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