Assassin’s Creed

Tags: Assassin's Creed, Kristen Bell, nolan north, Philip Shahbaz, Previews, ps3, Ubisoft, Xbox 360

Por Clarice dos Santos

Você já quis saber o que seus antepassados fizeram? Já imaginou que talvez tudo o que eles viveram pode estar gravado em seu código genético? Como você se sentiria revivendo tudo o que seu antepassado fez? Com essa ideia em mente, a Ubisoft desenvolveu o começo de uma série que poderia se tornar uma das melhores da última geração: Assassin’s Creed.

Com um enredo inovador e um ambiente meio chatinho (pelo menos EU achei) o jogo conseguiu uma boa legião de fãs com o propósito de colocar o jogador na pele de um assassino, mas não um qualquer.

Animus

Quando liguei o jogo pela primeira vez, fiquei com belo “WTF?” na cabeça, já que eu estava esperando algo totalmente diferente do que vi. Em Assassin’s Creed temos dois protagonistas: Altair e Desmond. Desmond é um bartender americano e é sequestrado pela empresa Abstergo, que começa a explorar as memórias de seu antepassado em seu código genético. Fazendo esta busca, a Abstergo esperar encontrar uma determinada memória  do antepassado de Desmond. É aí que conhecemos Altair Ibn-La’Ahad.

Desmond Miles. Ano: 2012

Altair. Ano: 1191

Obviamente Desmond não se lembra dessas coisas, por isso que para acessar e gravar tudo a tal empresa desenvolveu o Animus, um grande aparelho que garante o acesso a essas memórias. Infelizmente, a tal memória que a Abstergo deseja acessar não está disponível de imediato, fazendo com que o “refém” tenha que reviver momentos antecedentes ao tal evento. Aí o  jogo começa pra valer.

De volta à antiga Jerusalém

Altair é um dos superiores da Ordem dos Assassinos, grupo responsável em proteger um dos “Pedaços do Éden” (Piece of Eden, às vezes chamado de “maçã”) dos Templários que querem utilizá-lo para escravizar o Mundo. Clichezão, mas a ideia de como impedir isso é o que torna o jogo interessante: muitas mortes e um pouquinho de derramamento de sangue. Woohool!

Uma outra característica da série que a destaca e que é pouco abordada em outros títulos é a Religião. Alguns fatos históricos serviram de base para o enredo de Assassin’s Creed, mas vale lembrar que nem tudo que vemos no jogo é verdade. Boa parte é ficção. A jornada de Altair se passa nas cidades de Jerusalém, Acre e Damasco.

Vamos para a matança

Para descobrir porque os Templários querem tanto o tal artefato e impedir que o consigam, o jogador precisa matar os membros mais influentes e seus aliados para impedir sua ação e arrancar informações. O chato desse jogo é que antes de enfiar a lâminar na goela do sujeito, tem que fazer uma investigação, descobre onde tá o fulano, fala pro chefão, depois você vai pro pau. Nessas horas não dá para ser muito ansioso(a).

A jogabilidade até que é boa. Logo no começo temos um tutorial de como se esconder, camuflar e matar. Ao longo do jogo, a cada missão bem-sucedida, Altair aprende novas habilidades (que, por sinal, as perde no começo do jogo por ser irresponsável, passando de fodão da Ordem para noob) e aprimora seus equipamentos.

A parte mais legal do jogo é escalar os cenários. No começo fiquei meio perdida, caía direto, mas fui pegando o jeito. O problema é que eu sou MUITO AFOBADA, aí vivo morrendo depois de cair de lugares MUITO altos.

A inteligência artificial do jogo consegue aumentar bem sua dificuldade com soldades sempre de olho em você, mendigas que te seguem enchendo o seu saco, pedindo dinheiro (E ainda jogam pedras em você! Malditas!) e uns maluquinhos que dão um baita empurrão em você.

O bom de Assassin’s Creed é que TUDO o que você tem que fazer você pode ver no mapa que fica na parte inferior direita da tela. Lá você encontra seu próximo objetivo, normalmente mostrado com uma exclamação, um rostinho “falando” ou uma mão segurando um papel, e algumas missões extras como salvar os cidadãos (salvando-os, você tem aliados nas cidades por onde passa, que podem te ajudar quando você se encrencar). Quando você faz algo que é perseguido(a) pelos guardas, ao perdê-los de vista, o mapa mostra os lugares onde você pode se esconder até que eles parem de te procurar. É bem útil.

Gráficos, Música e Dublagem

Assassin’s Creed é um jogo muito bonito, mesmo com um ou outro personagem mal-feito, inexpressivo e parecendo uma caricatura. O cenário foi feito especialmente para ser “escalado”, mas não são todos os lugares que dá para fazer isso, MESMO VOCÊ VENDO QUE DARIA PARA SER ESCALADO, mas tudo bem.

A trilha sonora é legal, empolgante, mas achei que toca muito pouco. Em algumas partes nem toca muita música (boooooooring) mas também quando é pra tocar, meu deus!

A dublagem é boa também, pena que o escolhido por dar vida ao Altair não deu conta, fazendo uma atuação um pouco ruinzinha. Ele nem se deu ao trabalho de por um sotaque no protagonista. Já sobre Nolan North, o dublador de Desmond, TOTALMENTE SEM COMENTÁRIOS. Ele desempenhou muito bem seu papel em transparecer o carisma do personagem. Particularmente gosto mais de Desmond do que de Altair neste jogo.

Outra que não posso esquecer de citar é Kristen Bell, a atriz que emprestou o corpo (ai, danadinha!) e a voz para Lucy Stillman, fazendo um trabalho brilhante.

O som do vídeo acima está HORRÍVEL e super baixo, mas dá pra ter um pouco de noção da voz muito “americana” do protagonista. Tudo bem que o Animus traduz as falas das pessoas de Jerusalém pro inglês, mas mesmo assim. Assistam o começo do vídeo abaixo.

Abaixo, um vídeo mostrando um diálogo entre Desmond (Nolan North) e Lucy (Kristen Bell).

Philip Shahbaz, dublador de Altair.

Nolan North, dublador de Desmond.

Kristen Bell, dubladora e modelo de Lucy.

Assassin’s Creed é uma boa escolha para quem é fã de conspirações, ação e sangue. Com uma boa jogabilidade e um ótimo roteiro, nasce mais uma excelente série, pena que começou com um jogo um pouco chatinho.

Clarice dos Santos
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35 Comentários em "Assassin’s Creed"
  1. Soldado Rock
    27/02/2011

    Eu joguei o começo do 2,no início o jogo é impolgante,lindos graficos, ambientação interessante,o tal escalar paredes muito divertido e o esconde-esconde faz vc pensar.
    Mas as lutas eu achei meio travadas, acabei me enjoando de apanhar dos controles e largei o game, mas quem se acertou com os controles e não se enjoôu dos combates aproveitou bem o jogo.
    Estou acostumado demais com o Devil May Cry.

    • PSSH
      01/03/2011

      Sem comentários. xD

  2. 27/02/2011

    Na minha opinião, Assassin’s Creed começou a série muito bem. De fato, ter de investigar enquanto passa clandestinamente pela cidade é algo excessivamente boring. Mas esse detalhe foi alterado nos jogos seguintes, o que ameniza um pouco. Mas, se for parar para pensar, não é de todo ruim.

    Tem missões que são patetas, como ter de pegar as bandeirinhas coloridas espalhadas pela cidade porque “o cara torceu o pé”, mas há algumas que dão um toque bem interessante para o jogo. Ouvir as conversas à distância, por exemplo, ou roubar itens dos suspeitos, essas missões incrementam a missão de uma forma interessante, fornecendo informações sempre úteis para se chegar ao assassino de fato e armar uma boa estratégia de ataque e de fuga. Não é só invadir, enfiar a adaga na garganta do carinha e sair correndo alucinadamente. O jogo nos propõe que bolemos um plano cheio de detalhes, e podemos aceitar esse plano ou não, realizando as submissões. Tem seu lado ruim, mas tem seu lado bo também. Além disso, quem não quer fazer todas as missões de investigação, pode fazer apenas o mínimo necessário, mas saiba que estará perdendo informações importantes para a compreensão da história, que é densa e bem escrita, por trás de cada morte.

    Definitivamente, um jogo que vale a pena ser jogado.

  3. Yan Paulo
    27/02/2011

    Nossa, que coincidência!
    Terminei o Assassin’s Creed agorinha e de brinde fiquei com uma cara de “WTH?”.
    MUITO com mesmo esse jogo, e ao contrário do que todos disseram que aconteceria, eu NÃO achei ele enjoativo perto d final (até porque a história também passa de chata pra interessante do nada!).

    Agora, Clá… Você jogaria o Bloodlines (que se passa logo após o 1) ou o 2 mesmo, hein?

  4. Yan Paulo
    27/02/2011

    *Eu quis dizer:
    “Agora, Clá… Depois de terminar o 1, você jogaria o Bloodlines (que se passa logo após o 1) ou o 2 mesmo, hein?”

  5. 27/02/2011

    Confesso que não joguei nenhum até hoje, só o II para celular…rs

  6. Mih
    27/02/2011

    Caramba,sempre ouço falar bem desse jogo,mas nunca joguei pq infelizmente meu Pc não permite(Sad,but true TT^TT)e não tenho XBox 360 u__u (e por preguiça,pra variar ¬¬’)

    Maaaaas,desse ano a operação vergonha na cara não passa ^^

  7. Chip
    28/02/2011

    Na narração pelo menos melhorou no dois.

  8. Flávio
    28/02/2011

    Eu Gosto de Assassins Creed, mas realmente é bem chatinho, as missões são repetitivas, no inicio tudo é otimo, mas com o tempo vai caindo na repetição. Eu demorei a terminar pq dei uma pausa de uns 2 ou 3 meses para voltar ao game e finalizá-lo. Agora o 2 e Brotherhood eu simplesmente me apaixonei pela série, são excelentes, principalmente o Brtotherhood, onde vc se sente realmente o fodão e controla os asassinos em várias missões.

  9. Danilo
    28/02/2011

    Assassin’s Creed foi uma grande surpresa apresentada pela Ubisoft, é assim que resumo Assassin’s Creed.

    Além da intrigante interação futuro/passado, fica mais impressionante quando você termina o segundo jogo…sem Spoiler!!

    Porém assassin’s acima de tudo é um jogo que trabalha de maneira magistral os períodos da humanidade. Desconheço um jogo e até mesmo filme que tenha tal detalhe da cidade de Jerusalém e Acre. Uma das coisas mais impressionantes é a chegada de Altair na cidade Sagrada, ou para alguns, o reino da consciência. A enorme muralha da cidade que nela habitavam (e habitam) o judaísmo, cristianismo e islamismo.

    Poder andar aos sons do público e cada canto da cidade ouvir um pregador cristão e muçulmano professando a sua fé, torna de assassin’s creed um colírio para os olhos e melodia para os ouvidos.

    O segundo jogo mostra uma Itália em que a ciência e arte fervilham nas ruas e universidades. O que dizer de Veneza….pegaram cada catedral, viela, rua, canal de água e colocaram no jogo, impressionante!!!

    Os puzzles com obras de arte, eventos históricos, textos antigos e sistemas de contagem de povos antigos torna a experiência mais imersiva, além de trabalhar seu cérebro com a parte lógica abre espaço para a capacidade de entender e se vislumbrar com a explosão artística na época.

    Devo ressaltar também como personagens históricos e que realmente existiram fazem parte da trama, parecendo até que tudo aquilo ocorreu!!! Demais!!!!!

    Assassin’s creed não é um jogo, é uma experiência pessoal, cada um que joga vê aquilo que consegue, mas nem sempre vê aquilo que é (não que eu saiba o que realmente é). Para mim foi uma deliciosa aventura em épocas chave da humanidade, ao mesmo tempo que aprendi inúmeras coisas com os textos espalhados pelo jogo.

    Jogue e sinta Assassin’s Creed, sim meu caro sinta! Sinta os sons de Jerusalém, veja os riquíssimos detalhes arquitetônicos de Veneza, aprenda com cada puzzle um pouco desses 400 mil anos desde a aparição do homem na terra.

    E lembrem-se….

    A’shaia wak akla mukla bel kunlun munkin
    Nulla è reale tutto è lecito
    Nothing is true, everything is permitted
    Nada é verdadeiro, tudo é permitido

  10. Hélio
    28/02/2011

    Ah, Kristen Bell rsrs
    Assassin’s Creed não é mesmo minha cara. Acho q, como história original, tudo bem, é válido. Mas como sucessor da série Prince of Persia, é um tremendo fail, pois não chega aos pés do seu antecessor. Joguei todos os PoPs e eles são tão bons q influenciaram a jogabilidade de franquias famosas como God of War e Tomb Raider, além do próprio Assassin’s. Mas com exceção de GOW, q realmente é fluido e responde perfeitamente aos comandos, TR nunca teve o mesmo charme e Assassin’s menos ainda.
    Acho q a Ubi poderia investir mais no príncipe (mas direito, não com games toscos como Forgotten Sands) q isso renderia bons frutos. Ou poderiam criar uma IP original, pois AC reamente nunca teve muita graça ou brilho, funcionando mais como um sonífero a la Shadow of the Colossus. E se eu qser dormir, prefiro um bom leite quente q pelo menos não me causa tédio.

    • PSSH
      01/03/2011

      Putz, opinião é foda…

      Eu AMO a série Sands of Time, mas caramba, não chega nem aos PÉS de Assassin’s Creed (principalmente se falarmos do 2 e do Brotherhood).

      E apesar de aparentemente serem jogos “parecidos”, eles são na verdade completamente diferentes. Não dá pra comparar não.

  11. 28/02/2011

    Eu particularmente não gostei do primeiro AC, me decepcionou a ponto de desistir de terminar o game, muito chatinho eu achei, mas ainda vou me arriscar no 2 que dizem ser melhor ainda, a série me chama atenção, fazer o q né.

  12. 28/02/2011

    Assassin’s Creed mora aqui ó *peito*

    Eu tenho uma paixão por História da Arte, era a única matéria da faculdade na qual eu era o melhor da sala. Eu adorei essa análise da Clarice e gostaria de ressaltar que para uma pessoa como eu, é incrível poder visitar, mesmo que como Ezio, aquelas catedrais, aquelas ruas, rios e luminários da Itália renascentista.

    Eu nem ligo para os defeitos do game, porque a apresentação dele me cativou no “Oi”.

    PS: A Lucy parece a Lily Rush do Cold Case. Nolan North é um cara que dá vontade de rachar uma breja, mesmo não gostando de cerveja :D

    • Danilo
      28/02/2011

      Caro Danilo,

      Mesmo sendo meu xará, ou vice e versa, depende quem veio primeiro.

      Faço de suas palavras minhas palavras, Assassin’s me cativou no começo “defeitos a parte” a história e o contexto da narrativa é envolvente.

      Também racho um cerva com Nolan North, imagina lá pelas 3 da madruga e uma caixa inteira pro estômago ele começa a imitar o Nathan Drake, Desmond e o Dead Pool.

      • 28/02/2011

        No te preocupes mas, posso usar meu sobrenome, apesar que nasci em 87, se pá sou mais velho.

        Pois é, eu acredito que é bem mais fácil ensinar as crianças sobre História visitando recriações fiéis de cenários históricos controlando um avatar do que em livros, mas aí já é outra discussão.

  13. 28/02/2011

    Opa!
    Reviews da Clá toda semana JÁ! o/
    Agora o meu momento “WTH?” foi com o final do 1 mesmo! O ambiente todo modernoso eu já esperava, pois vi o manual antes de jogar ^^

  14. 28/02/2011

    _o/ !!! _o/ !! _o/ !!!!!!

  15. 28/02/2011

    Aguardem que minha próxima análise será do FODÁSTICO Assassin’s Creed 2. Nesse vou colocar mais meu coração nele, podem ter certeza!!!
    *.*

    • Thiago
      28/02/2011

      A sua análise ficou mto show, e quem é fã da série gostou mais ainda. Sugestão: mais,mais e mais análises (e nem precisa ser tão completa qt essa) rsrsrsrs Mas pelo olhar gamer da coisa, pois os sites q fazem análises além de tendenciosos queimam mto jogo bom sem nescessidade e os caras ficam se preocupando com coisas tipo “a grama no xbox tá mais verde q no ps3”. Quem curte só liga qd são coisas grosseiras. O blog d vcs é foda, entro todo dia!!!

    • Yan Paulo
      02/03/2011

      Análises feitas por gamers, ainda mais com essa análise sendo de AC2 e ainda mais a gamer sendo a Clarice!!
      Só esperar! o/

  16. Mih
    28/02/2011

    “Quem quer reviews da Clá semanalmente bota o dedo aqui, que já vai fechar…”Opa! _o/ !!!

  17. 28/02/2011

    Tentei jogar o primeiro Assassin’s Creed, mas fiquei muito irritada por ter sido obrigada a jogar o tutorial. Ainda bem que deram um jeito nisso nos jogos seguintes. Achei o primeiro um tanto repetitivo tb. No entanto, acabei de fechar o AC Brotherhood e AMEI! Comprei até um action figure do Ezio igual ao do Clá! rs. Agora já estou com o AC 2 e vou continuar jogando. =D

  18. marcos
    28/02/2011

    eu só joguei o brotherhood (isso que dá ter comprado ps3 no ano passado) e adorei, especialmente o multiplayer “wanted” que é uma das coisas mais bem sacadas da história recente.

  19. Thiago
    28/02/2011

    Quem não gosta de Assassins Creed geralmente é pq não sabe jogar… O primeiro é meio repetitivo mas os outros, principalmente o Brotherhood, são fodas demais, melhorando sempre a cada jogo lançado… Agora comparar Assassins com Prince of Persia, sei não. No máximo com Tomb Raider, mas bem de longe.Todo jogo onde vc tem q escalar alguma coisa fica no chinelo pq a jogabilidade de AC é perfeita. Mesmo quem achou o primeiro meio fraco, faça um “esforço” e termine os 3 na sequência q com certeza não vai se arrepender!!!

  20. Giovanni
    28/02/2011

    Eu comprei Assassins Creed principalmente pelo número de fãs que o game conquistou na época, sem me preocupar em pesquisar sobre os aspectos gerais do jogo (gameplay, história e tal). Por causa disso tive muitas surpresas ao jogar o game: a presença de cenários e personagens modernos e as batalhas mais lentas e estratégicas. Apesar de ter esperado por um jogo bem diferente os elementos de AC me deixaram entusiasmado. Por pouco tempo. O jogo é muito, mas muito repetitivo. Confesso que fiquei muito frustrado quando me dei conta de como o jogo era repetitivo e desenvolvido em poucos mapas. Durante todo o game você faz sempre a mesma coisa: vá para o mapa em questão, completa um número de quests (que são sempre as mesmas) no local e depois parte pro confronto contra alguém importante pra sua missão. Pra mim esse foi um jogo com tanto potencial e que acabou caindo numa mesmisse maçante. Além disso não existem legendas (nem em inglês), o que dificulta a vida de quem não consegue acompanhar perfeitamente os diálogos dos personagens.

    O pior é que por causa dessa experiência eu me senti desmotivado a jogar as continuações. Felizmente a crítica (e os jogadores em geral) reconhecem que esse foi um jogo bem morno, mas elogiam bastante AC 2. Estou até um pouco interessado em jogar Assassins Creed 2 e o Brotherhood.

    • 28/02/2011

      Giovanni querido do meu <3, jogue SIM Assassin's Creed 2.
      Eu também não botava muita fé,mas resolvi arriscar. É LINDO!!

  21. 01/03/2011

    Insight inútil: Alguém já notou a similaridade entre o símbolo dos Assassinos e um compasso? Será que eles vão eventualmente se tornar os maçons conforme o game avança para a modernidade?

    Aliás, pelo rumo que os quadrinhos estão tomando, parece que o próximo Assassin’s Creed vai se passar na Rússia, na época da revolução. Será que um dia a série vai se passar no presente?

    • 01/03/2011

      Eu reparei isso sim^^ E é esse pequeno “detalhe” que está me freando em tatuar o símbolo dos assassinos… To pensando…rs.

  22. 01/03/2011

    Assassins Creed não é para mim. Já tentei ele, GTA e Red Dead Redemption, mas eu não consigo jogar esses jogos que não tem ação, tem que ficar se camuflando, correndo para não ser pegue de vez em quando, e além de precisar de alguns skils para matar, e também não poder fazer isso a não ser na hora que não seja necessário.

    Eu acho a série linda, e por sinal muito inteligente, e as vezes eu gosto de ver meus amigos jogarem assim como Red Dead Redemption, mas eu pessoalmente não tenho paciência para isso, eu prefiro os jogos hack and slash mesmo rs.

  23. Cabelo
    02/03/2011

    Assassin’s creed é um jogo q vou comprar e jogar até o fim dos tempos!!

    Quando comprei meu primeiro AC comecei pelo 2, na época eu não sabia nada do jogo e o 2 tinha acabado de lançar. E simplesmente descobri um jogo incrível, que não se baseia apenas em enfiar a faquinha na nuca de seus oponentes, mas sim impedir uma conspiração poderosa que dura até os tempos atuais. O final daquele jogo me deixou de queixo caído e as revelações nos enigmas do subject 16 mais ainda, mais tarde não resisti e peguei o AC 1 emprestado com um amigo(zerei duas vezes).

    Comprei o Brotherhood e não podia ser diferente, mais um jogo DO CARALHO que eu estava esperando a tanto tempo. Gostei da história, dos novos personagens, do modo online e de finalmente poder reunir o minha própria guilda de assassinos.

    Enfim aguardo ansiosamente pela revelação de mais um novo assassin’s creed esse ano, que com certeza será tão mindblowing quanto seus antecessores.

  24. alexandre
    27/09/2011

    Eu jogei os tres jogos, realmente, o 1 é o mais fraquinho da serie, mas como me viciei muito bati o jogo um cerca de uma semana, então não tive tempo de me encher o saco, a unica coisa que ocorreu é que na ultima misão antes do chefão eu deixei de fazer duas pesquisas, que (mesmo tendo batido faz 6 meses) nunca voltei para terminar.
    o jogo é muito bom, mas confesso, depois de bater ele é so mais uma caizinha na estante, diferente dos outros doi em que eu tenho vontade devesemquando de voltar e jogalos

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