A polêmica dos jogos violentos

Tags: atirador realengo, atirador shopping morumbi, caso realengo, jogos violentos

Por Clarice dos Santos

Hoje vou parar um pouquinho com minhas brincadeiras para falar sobre uma coisa que anda nos incomodando muito e ninguém nos ouve, por isso vou ser um pouquinho mais séria para sermos levados a SÉRIO.

Desde que os jogos violentos entraram em cena na Indústria dos Videogames sempre tem alguém metendo o pau em cima: nossas crianças não podem ver isso e os jovens podem ser influenciados por jogos tão violentos. Só digo uma coisa: BULLSHIT!

Meu primeiro contato com jogos violentos foi quando eu era pequena, quando conheci Mortal Kombat. Admito que sentia um pouco de aflição ao ver o lutador chamuscado por Scorpion ou quando Sub-Zero arrancava a cabeça com a coluna inteira, e morria de medo do Baraka. Sempre via os Fatalities, mas nunca senti vontade de arrancar a cabeça dos outros por causa disso.

Com essa polêmica envolvendo o atirador de Realengo, não demorou muito para caírem matando em cima dos jogos eletrônicos, o que resultou em matérias sobre “a influência dos jogos eletrônicos nos jovens”, tendo até informações falsas.

Fãs de GTA e Counter Strike, me respondam: vocês já ganharam pontos extras por matarem crianças, mulheres e idosos? Pois é, nunca vi isso, mas o autor da matéria do O Globo escreveu esse absurdo, defendendo a idéia de que o atirador que entrou na escola responsável pela morte de 12 adolescentes teria sido influenciado por esses dois jogos. É pra rir ou pra chorar?

Mais uma pérola:  no Domingo Espetacular (que de espetacular não tem patavidas) passou uma matéria  sobre como “proteger” os filhos dos jogos eletrônicos considerados violentos, de evitar que sejam influenciados por tais a cometerem crimes na vida real ou até mesmo de se tornarem agressivos com o tempo. Se fosse assim eu andaria com um chicotinho na cintura pra matar quem eu achasse que fosse vampiro ou com uma pistola dando tiro na cabeça de todo mundo achando que fossem zumbis. O mais engraçado dessa história do tal de Wellington é que ninguém se lembrou de ele ser filho de uma mãe esquizofrênica, e abstraíram totalmente o fato de “possivelmente” ele ter herdado a doença. Não, a culpa é do jogo violento que ele jogava em casa, por que não? Por mais que logo no COMEÇO da matéria da Record ele tenha sido definido como uma pessoa com transtornos mentais, a base da mesma era de que os jogos violentos são responsáveis por tê-lo “incentivado” a cometer o crime e torná-lo agressivo.

Em um certo ponto da matéria, os jornalistas entrevistaram uma mãe e seu filho, cujo comportamento tornou-se diferente depois de passar muitas horas jogando videogame. Ele mesmo falava que se irritava quando a mãe atrapalhava sua partida. Só um esclarecimento: nesse caso, o problema em si seria o VÍCIO, não que o jogo tenha tornado o menino grosso, estúpido e agressivo. São duas coisas distintas!

Lembram do Atirador do Shopping que entrou no cinema metendo bala em todo mundo? Só pra refrescar a memória de alguns, o ex-estudante de Medicina Matheus Meira conseguiu entrar no shopping com uma metralhadora portátil, foi até uma sala de cinema e meteu bala em um monte de gente. O que o advogado dele alegou? “O meu cliente foi influenciado pelo jogo eletrônico Duke Nuken 3D, por isso que ele fez o que fez”. GENTE! Eu CANSEI de jogar Doom e Duke Nuken, jogo Bioshock, Killzone, e NUNCA senti necessidade de sair por aí dando tiro em todo mundo.

Videogames não influenciam as pessoas. Pessoas como Wellington e Matheus precisavam de AJUDA. Quando ocorreu o massacre no Rio até pensei: ”Ah, ele precisava de uma educação melhor”, mas o tal de Matheus fazia MEDICINA, então esse meu raciocínio caiu, ou seja, totalmente nada a ver uma coisa com a outra. Proibir a venda de jogos violentos não vai resultar em nada, só em revolta por parte de nós, gamers, que queremos tanto nos distrair nem que sejam dez minutos do nosso dia para fazermos algo diferente. Tem alguns jogos que são violentos demais, realmente, mas é FICÇÃO, não chega ao ponto de influenciar alguém a cometer um crime. Como vi na matéria do CQC, se fosse assim, vamos proibir as novelas de passarem na televisão também, pois fiquei sabendo que a ex-empregada de não-sei-quem vai matar a colega dela da prisão. Ela mata, não mata? E a Clara da novela Passione que matou um monte de gente e fugiu, impune? Se alguém for influenciado, vai ser culpa da novela? Se virem alguém voando na outra novela onde vários personagens têm poderes e quiserem de jogar do prédio pra fazer igual? A culpa é de quem?

Por causa de meia-dúzia que cometeu esses crimes e, coincidentemente, jogavam jogos violentos, estamos sob a mira de um Projeto de Lei que visa proibir a venda de tais jogos em território nacional. Ótimo, o problema não é que essas pessoas precisam de ajuda psicológica, é mais fácil proibir a venda dos jogos e prejudicar a muitos.

Pode chegar alguém nos comentários e falar pra mim: ”Ah, mas o que tem de diversão MATAR alguém no jogo?”. Sim, alguns jogos exageram DEMAIS, mas se não me engano (posso estar enganada, me corrijam por favor) Street Fighter é considerado jogo violento por muitos. Lógico, você bate em outros competidores, mesmo não tendo sangue É VIOLENTO. Resident Evil é violento pra caramba, mesmo que estejamos tentando salvar a humanidade de uma empresa inicialmente farmacêutica que se tornou especialista em criar armas biológicas.

Por que gostamos tanto de vários gêneros de jogos? Repito, PORQUE É FICÇÃO! É tudo história inventada, com cenários diferentes da realidade, podendo nos transformar em um agente da polícia que combate zumbis ou simplesmente em um encanador bigodudo que pula em cima de tartarugas e entra em canos para encontrar sua Princesa.

No mais, ASSUMAM que pessoas têm problemas (psicológicos ou não) e que precisam de ajuda, não punam milhões de pessoas por causa de um caso ou outro de algum crime ocorrido por pessoas que coincidentemente jogavam videogame. Portanto é melhor pesquisarem mais sobre o assunto antes de tirar conclusões precipitadas, procurando incentivar as famílias a deixarem suas crianças/adolescentes longe dos videogames. Até onde sei, existem mais pessoas jogando videogame do que assistindo os “programões” que passam na TV. Será que não é esse o real motivo de sua preocupação?

Convivo com jogos violentos desde pequena e não sou uma assassina. E vocês?

Abaixo, a tal matéria da Record que passou no Domingo Espetacular:

Clarice dos Santos
Share on Tumblr
Feed do Post
103 Comentários em "A polêmica dos jogos violentos"
  1. 26/04/2011

    Ótimo post meninas!
    Clarice vc mandou bem.

    Eu recentemente levantei um tópico no meu site para os gamers do Rio irem em Realengo para mostrarem que não somos esses monstros que a Rede EROCÒPIA, portal ERRO7 fez sobre a comunidade gamer!

    Vamos deem uma olhada http://paladinodocerrado.com/?p=1093

    Sei que pode desvirtuar o tópico, mas a intenção é união contra essa desinformação passada em forma de matéria de jornalismo, ou que joga o diploma de quem fez isso no lixo ou na cova do assassino de Realengo!

    Pois jornalismo tentencioso é tão perigoso quanto um homem-bomba!

    A desculpe meu engano jornalismo tendencioso é muito mais perigoso! Alguém ai lembra de um tal Adolf e sua máquina de propaganda e jornalismo???

  2. Benih
    26/04/2011

    Bom post.

    Esse assunto ta realmente incomodando.

    Existe um estudo e até um livro que prova que jogos não influenciam a pessoas se tornarem violentas.

    Nos, gamers, precisamos é nos unir por essas causas, tanto para o Jogo Justo quanto para essa proibição.

    Como disse o Radaeli [acho que é esse o nome] do SOS Brasília: proibir jogos violentos não vai diminuir a violência e vai aumentar a pirataria

    o/

  3. DeathScytheBR
    27/04/2011

    É o que eu to tentando explicar para esses seres inferiores faz ANOS(!!!) mas eles simplesmente me ignoram. Só meu pai me entende, mas é porque ele gosta de ver sangue voando pra tudo que é lado, como no TF 2.

    http://youtu.be/ZN70AW6g7uM?hd=1

  4. bymaxweb
    27/04/2011

    Essa história é velha e coisa de quem quer arrumar um bode expiatória. Porque eles não falam que esses malucos agiram assim porque assistiram Duro de Matar 1,2,3,… Efeito Colateral, Jogos Mortais, Seven, Mercenários,etc? Quem é macho pra peitar a indústria do cinema e a programação da TV?

    • Benih
      27/04/2011

      Por que não depois de assistir uma novela da Globo, do SBT ou da própria Record?

      Talvez se os gamers pagarem o dízimo a Record esqueça….mas isso é um assunto que nem vou falar nada, pq é um dos assuntos poríbidos (desencadeam guerras em forma de discussões o/)

  5. Thiago
    27/04/2011

    Falar que o desgraçado do assassino de Realengo além de ter problemas mentais era fanático religioso a Record não fala né!!!!! Sem botar religião no meio é só pararmos e analisarmos, que mts das guerras, terrorismo e outras atrocidades que acontecem pelo mundo a fora não são influenciados pelo GTA e mto menos pelo Mortal Kombat e sim por gente ignorante que não sabe interpretar as coisas, viram fanáticos e fazem toda essa m… q a gente vê todo dia pela TV.

  6. Elton BM
    27/04/2011

    Religião, política e futebol não se discutem com fanáticos. Espero que não sigamos por essa linha.
    O controle da mídia sobre o que é considerado violento ou inapropriado se estende também a como ela apresente essas coisas para o público. A Globo, a Record, a Band, e sabe-se quem mais, vão meter a porrada em tudo que elas não comercializarem. E como os canais de TV aberta vendem novela, filmes, seriados e sensacionalismo, tudo que não estiver neste grupo pode e vai ser alvo deles. E sabiam que a polícia de Los Angeles teve de aumentar o efetivo nas ruas logo após a revelação que os caras centrados de lá tiveram depois de ver 2 Fast 2 Furious. O pessoal saia dos cinemas para fazer “desportes” nas ruas. Por que não vemos notícias como essas? Por que esse é um filme é exibido na grade de uma grande empresa de telecomunicações. Na tv você ganha pontos falando mal de algo, e não dando pontos positivos. Não importa a veracidade de nada, só o impacto que aquilo vai gerar.
    Jogos já são tributados no BR como se fossem jogos de azar, caça-níqueis. Se os jogos ainda brigam por respeito nos seus países de origem, o que esperar do Brasil? A Austrália e a Alemanha tem banido, banido no século XXI, jogos por causa da violência. Não sei se essas regras se estendem a filmes e livros/gibis, mas já mostram o que esperar do nosso governo.
    Podemos gritar e espernear, mas a mídia deste país não está a nosso favor, e quando esse poder não olha pra você, os outros 3 nem lembram que você está lá.
    Precisamos ter os jogos na mídia como eles são para nós, mostrar o que eles significam pra nós. Mas não temos como conseguir isso com a nossa mídia imatura e completamente centrada no dinheiro do marketing privado e governamental.
    Por agora só podemos esperar e nos preparar para qualquer coisa, pelo menos até termos poder de revidar.

    • jpmelhorfinal
      27/04/2011

      Bem lembrado, Elton.

      A ideia estúpida de se banir jogos no Brasil parte do princípio de que, em outros países, diga-se de passagem, melhores e mais evoluídos que o nosso país, esse método já é aplicado e de modo eficiente. Então, os políticos pensam: já que em outros países eles podem banir jogos, porque aqui também não podemos?”

      Na Alemanha, por exemplo, 12 jogos foram banidos, incluindo Mortal Kombat 1, 2 e 3 (tá vendo, Clarice? Se tivesse crescido na Alemanha, jamais teria jogado esse jogo, a não ser ilegalmente), alguns por referências nazistas, como Wolfenstein 3D e Commandos: Behind Enemy Lines, e até outros, como ManHunt, Soldier of Fortune e The House of the Dead: Overkill, por causa da violência. “Poxa, se a grande e poderosa Alemanha achou plenamente sensato proibir esses jogos, porque aqui eles ainda circulam”, pensam os críticos.

      Na Austrália, ninguém pode nem pensar em chegar perto de GTA (do 3 ao 4, pelo menos), Silent Hill: Homecoming, Duke Nukem 3D (sempre o “jovem consumidor de drogas” Duke Nukem), Dark Sector, Manhunt 2, The Punisher e vários outros, 28 jogos no total da lista de proibição.

      Na Arábia Saudita, eles proibiram apenas Pokémon (??? Não me pergunte).

      E vários outros países. No Brasil, caso não saibam, são 11 jogos proibidos de circularem, incluindo os famosos Bully, Doom, Duke Nukem 3D (é proibido já, no Brasil, sabiam?), EverQuest, o primeiro GTA, o primeiro Mortal Kombat (viu, Clarice, sua fora-da-lei…), e Carmageddon. Counter Strike chegou a ser proibido mas isso foi revogado e ele pode ser comercializado livremente hoje em dia.

      De fato, os gamers brasileiros não conseguem ter a sua voz ouvida pelo governo. Mas isso se reflete em praticamente todo o mundo. Porque o Brasil, onde o governo é tão corrupto, o povo é tão desunido e a mídia é tão porcamente sensacionalista, nós temos alguma esperança de vitória?

      Como disse o Elton, temos de segurar as pontas e tentar não permitir que piore, porque melhorar a situação do jeito que está será quase impossível.

      • Shinobi-kun
        29/04/2011

        @jpmelhorfinal Na Arábia Saudita, eles proibiram apenas Pokémon (??? Não me pergunte).

        Eu sei q vai soar completamente imbecil, mas é bom dividir informação: eles proibiram a série de desenhos tbm, pq as personagens “vão contra o código de respeito e vestimenta feminino, sendo uma afronta aos costumes do povo” (tradução literal: as meninas não usam burca ¬¬)

        • jpmelhorfinal
          29/04/2011

          Caraca, que interessante, Shinobi-Kun.

          Não soou imbecil não, pelo contrário, gostei muito da informação. Realmente, tal ideia nem tinha me passado pela cabeça. Proibir um desenho de televisão e um game porque o código de postura e vestimenta da cultura feminina é diferente da deles é o cúmulo…

          Valeu.

  7. Mih
    27/04/2011

    Já até tenho uma resposta pra essa reportagem #fail da record:
    http://www.gamevicio.com.br/i/noticias/77/77844-jogos-nao-criam-assassinos-diz-estudo-atualizado/index.html

    Não assisti essa reportagem,mas fiquei muito revoltada e pasma com a ignorância dos que se dizem jornalistas sérios u___u Atentem que em uma determinada hora citaram “Jovens e crianças”…Ô MEU QUERIDO,É PRA ISSO QUE EXISTE AQUELA PORRA DAQUELE SELO DE CLASSIFICAÇÃO DA ESRB,KCT!!!!!!!!Se os pais pelo menos lessem aquele selo,saberiam que o jogo não é pra crianças!!!!!!(perdão,realmente estou revoltada)

    *recupera o fôlego*pronto,me acalmei ^-^

    Como a Bebs me falou dia desses:Em vez de fazer uma boa matéria sobre o que realmente influencia casos como o de Realengo (bullying nas escolas, falta de amor/atenção dos pais e uma série de outras questões espinhosas varridas pra debaixo do tapete),eles preferiram culpar os games violentos e,além de apelarem para o sensacionalismo baixo,transformaram essa tragédia em um grande espetáculo só para conseguir audiência da forma mais suja possível(esse finalzinho eu que acrescentei ^^)

    Ah,quanto à pergunta…Sim,adoro jogos violentos desde meus 6 anos de idade quando descobri Mortal Kombat,jogo mais pra relaxar(vai me dizer que não é relaxante cortar cabeças de zumbis e dar Headshot?!),já joguei Manhunt 2(aquele jogo que foi banido em não sei quantos países pelo excesso de cenas violentas) e adorei,todo dia depois da aula reúno a galera pra jogar um co-op de L4D 2 e nem por isso sinto vontade de sair matando todo mundo u___u

  8. claudio
    27/04/2011

    interessante e pensar nos jogos que vao fazer mal seus filhos ou qualquer coisa desse tipo, a realidade e so assistir o jornal ou da ou qualquer programa policial vao ver policiais corruptos assassinos que sao afastados para o tratamento psicologico se voce for qaulquer favela os muleques de 13 anos ja traficam e e tem armas sao fiel dos trafica eu cresci num lugar violento onde a a maioria do garotos era da febem na minha rua , eles brigavam tinha familias desetruturadas pobres e tudo mais mas quando gente ia pro fliperama o game integrava todo mundo agente competia na maquina do kung fu das antigas hevy metal e outros flipers da epoca e sempre uniu e ate era um momento daquels garotos que apanhavam em casa que passavam dificudaldes de gente grande mas era so meninos de 8 a 14 anos (ser espancado pelo pai bebado drogado…) mas jogar atari na casa de alguem que tinha ou ir no fliper era hora de alegria a vida ja era violenta nao era o game que tornava mais ou menos alguem violento esim o ambiente hostil de trafico a realidade em si e violenta o suficiente pra falarem de conteudo violente olha guerra no mundo como esta massacres estao ocorrendo a cracolandia no meio de sao paulo uma epidemia parece residente evil meu,so quem esta na cracolandia fuma maconha fuma pedra por que jogou mario bros hahahaha ; e essa pessoas vem falar de video game que fantasia para ne
    quanto ao rapaz que atirou nas crianças ele foi uma criança agredida nao por video games mas por outros seres humanos o seus amigos que enfiaram ele numa lata de lixo espancaram e enfiaram a cabeça dele numa privada que tipo de pessoas faz isso a outro ser
    isso niguem, divulga isso causa danos a auto estima da pessoa pro resto da vida olhaae o resultado intolerância gerando odio e conflito
    quanto aos video games serem o causador de esquizofrenia ou qualquer doença ou disturbio mental na boa essas doenças serem existiram e vao continuar existindo tudo isso nao passa da nuvem de fumaça pra cegar a realidade que e bem pior do quem mera fantasias sou psicologo e garanto nao ha testes que comprovem essa teorias absurdas de gente histerica e imprensa mal qualificada que manipula informaçao segundo interesse
    e isso um abraço

  9. Fabão
    27/04/2011
  10. Juliane Hernandes Barone
    27/04/2011

    Concordo absolutamente, e depois de uma super matéria dessas, nem há muito o que acrescentar. Se um manolo levar arma na escola, vejo mais sentido em culpar a educação ou até os pais dele, do que o GTA.

    Mas o que me preocupa agora, mais do que das outras vezes em que vemos esse tipo de “reportagem”, é que isso pode ser uma estratégia para desbancar o Jogo Justo. Vai ser difícil mencionar o projeto em rede nacional sem que associem isso a Realengo (erroneamente, na minha opinião), mas, ainda assim, ele pode perder certo apoio e atenção. Mesmo depois do sucesso do dia 29/01.

    Sem falar na Lei que visa cancelar a venda nacional de jogos. Não estou aprofundada nisso ainda, mas sinto que o Jogo junto vai precisar de mais força do que nunca.

  11. paulo honda
    27/04/2011

    A “record” , “o globo” e outras tantas midias escritas e eletronicas que costumam atacar os jogos eletronicos com argumentos tendenciosos,ignoram que essas pessoas com problemas tem que ser tratadas.Mas preferem mascarar o real problema dessas pessoas,com argumentos que os jogos eletronicos induz a pessoa a praticar tal ato.
    Querem proibir os jogos violentos,por outro lado tem politicos que são favoráveis a liberação das drogas,como se as drogas não causassem tantos problemas a sociedades.Infelizmente o pior mal é a desinformação aliado a serem tendenciosos no trato da informação.Estes estão no time da imprensa marrom.Como dizem,na guerra,a verdade é a primeira vitima da guerra.E na guerra da informação está valendo tudo.

  12. 27/04/2011

    A questão é que estão propositadamente invertendo os fatores. E neste caso a ordem altera o produto.
    Imo, os ditos não se tornaram violentos por conta dos games violentos (lógico, senão teríamos uma guerra cívil no mundo todo!). Mas, por já terem essa violência em si, é de se imaginar que games violentos os atraíssem. Porém, como no vicio em drogas, logo games se tornaram insuficientes e partiram para algo mais forte: a violência real. Mas ao contrário do Dexter, partiram pra cima de inocentes.
    Como políticos precisam de bodes expiatórios e distrações, e a mídia precisa que as pessoas voltem a dar-lhes atenção, juntam o útil ao agradável: fazer terrorismo com isso. As famílias se distraem do que importa e não enchem o saco de nossos ilustres governantes, e voltam a ver TV.
    E nós, que somos infantilizados por gostarmos de “coisas de crianças”, e por isso não nos dão crédito, pagamos a conta.

  13. Ariza
    27/04/2011

    Já dei minha opinião, o governo no máximo poderia colocar um selo para aconselhar, mostrando o que possui no jogo, uma classificação etária…espera…ESRB.
    Quem proibi o jovem de jogar um determinado game é o senhor pai e a senhora mãe.
    – Filho que mer#@ é essa? Precisamos conversar.
    Sente-se, converse, pesquise antes, vai de cada família.

  14. Jhun
    27/04/2011

    “O cômico dessa matéria foi o ex-colega de turma do atirador de Realengo querendo se fazer de santo, dizendo que ficava “até assustado” com os jogos violentos que o outro mostrava. Aham, senta lá… Tu devia viver na lan house jogando Counter Strike! rsrs”

    Nessa hora eu pensei que fosse programa de comédia. Nunca vi um depoimento tão falso. ¬¬° O kra estava forçadamente forçado (rsrs) Mandou muito mal. E o outro lá coma irmã? Ele só deve jogar tetris agora né.

    Eles falavam PESSOAS COM PROBLEMAS MENTAIS, e na frase seguinte isso já era ignorado e o problema eram os games.

    Porcaria de matéria sensacionalista. E fizeram questão de colocar um rock bem pesado pra dar mais raiva nas pessoas de mente fraca já que a nível de cultura popular o rock é coisa do demônio né.
    ¬¬° E isso tudo vindo de uma rede de tv que tem novelas com conteúdo extremamente violento e que se orgulha de sua próxima novela: REBELDE. Será que eles vão jogar videogame tb?

    Por isso que me orgulho de há 3 anos não assistir nada em tv aberta. ^^ Qdo vejo televisão é Discovery, Cartoon e séries. Tv aberta é mt lixosa. A guerra pela audiência deturpa as coisas.

    Como a Bruna bem lembrou, o Daft Punk já dizia: Television Rules the Nation.

  15. Leonardo
    27/04/2011

    O post está simplesmente fantástico. Falou e disse.
    Realmente, sempre que acontece alguma coisa deste género, os videojogos pagam logo as favas. Creio que o motivo principal para isto acontecer, sobretudo devido aos media que tanta influência têm e assim manipulam a malta que absorve informação sem sequer reflectir sobre o assunto, deve-se à pura e simples PREGUIÇA. Todos os organismos competentes falam que há controlo e vigilância (e até o há de verdade ex: o “rating” dos jogos consoante a linguagem, temas abordados, etc.) mas depois segue-se o próximo nível: a vigilância que deveria ser feita pelos pais – aí é que a coisa falha; os pais, hoje em dia, seguem os caprichos dos filhos que fazem birra se não lhes compram aquele jogo, por mais violento e macabro que seja. Ora, quando acontece um massacre, qual vai ser a escapatória? Culpar os jogos, mesmo quando não são só as crianças que jogam (videojogos não são coisas de criança mas sim, transversais a todas as gerações (mais uma coisa que parece ser difícil de perceber pelos media). É mais fácil culpar a indústria dos videogames do que admitir que o bullying é uma realidade, que o contexto social em que se vive é um factor importante…Fazem-se grandes coberturas (e mediáticas), são chamados especialistas das mais diversas áreas para falarem sobre o assunto, encenam-se debates (quando existe direito ao contraditório, o que normalmente não é o caso), mostra-se preocupação…passado uma semana já nem tocam no assunto, pois o que interessa é o impacto do momento.
    Pessoalmente, só senti a estupidez infundada sobre estes assuntos na versão Platinum do Pokémon em que substituíram as “slot machines” por outras maquinazinhas porque um organismo que controla estas cenas aqui na Europa, achou que isso influenciava as crianças a jogarem nas tais “slot machines” reais. De resto, ouve-se falar mas ainda não chegou ao ponto de serem tomadas medidas legislativas tão graves quanto as referidas no post. Em Portugal, esse caso mais recente do atirador foi noticiado mas não se mencionaram os jogos, mas sim o bullying, o não quer dizer que os media não culpem os jogos…estão é à espera de uma coisa maior.
    Cumprimentos.

  16. 27/04/2011

    To amando os comentários do post!
    *-*
    Nossos leitores, nosso orgulho!!!

  17. 27/04/2011

    Então, é uma questão polêmica sim, e que merece ser debatida sim. É complexo e há muitos fatores envolvidos. Até o momento, sobre este acontecido no Rio não se falou de jogos violentos. Os jogos citados não são jogos realmente violentos. Existem jogos absolutamente “piores” em termos de violência exibida, como alguns jogos japas onde o objetivo é violentar mulheres, ou jogos em que se tem que consumir drogas (como objetivo) e massacrar pessoas. O próprio e antigo Carmagedon, a meu ver, é bem mais violento que qualquer Mortal Kombat. Em função da realidade que se busca implicitar no jogo. Entre os jogos que são falados como violentos tem a franquia GTA, mas quem joga sabe que é só dar um tapa num pedestre que começa a aparecer policial para te prender ou te matar.

    O grande problema nestes casos, em que a mídia faz todo este barulho em vão, não são os jogos. Os jogos só estão em foco neste caso por não terem achado nada melhor para culpar, uma vez que não gostam muito de culpar o enfoque religioso. O problema real neste e em qualquer caso semelhante é o fato da sociedade humana buscar, de maneira enfática, subtrair a culpa do ser humano e depositar esta culpa em algo, uma desculpa, qualquer que seja. Para a grande maioria das pessoas existe a dificuldade de enxergar a realidade, e a busca de se depositar a culpa em algo, subtraindo-a do indivíduo é uma maneira destas pessoas se excluírem desta culpa. Ou seja, a culpa é do jogo, a culpa é do filme, a culpa é do meio social, a culpa é da pobreza, a culpa é de qualquer coisa, menos o ser humano. Culpar o humano é ter que aceitar que o “semelhante” comete atrocidades e que ai você também é passível de cometer. Então muito mais fácil jogar a culpa para algo que você não utiliza ou pode deixar de utilizar. Temos que ter em mente que a maior parte da humanidade vive e estrutura suas vidas baseadas em mentiras, por exemplo, a crença em deuses que são seres do imaginário. E isso não é um foco meramente religioso, em nenhuma religião o objetivo religioso é crer em um ser supremo, e crer em seres supremos não faz de um humano um humano religioso.

    Sempre que acontece alguma tragédia assim a mídia, todos os canais e cada um dos jornalistas entram em êxtase! E não adianta falar que é diferente, não é! A mídia vai muito além de informar, ela vende a tragédia de maneira sistemática, dia após dia, revira, recoloca, reprisa. Chegando a quase o ponto de já se querer que outra tragédia aconteça para se poder “esquecer” da ultima. E sempre que tudo isso acontece os formidáveis imbecis começam a culpar as coisas e dar idéias imbecis como proibir jogos, proibir filmes, proibir armas…

    Primeiro que se cada um dos professores, naquele acontecimento do Rio, possuísse uma arma pessoal e treinamento de auto-defesa para utiliza-la, nenhum aluno teria morrido pois o atirador teria sido abatido na primeira sala. E falar sobre isso não é defender a violência, é falar sobre a possibilidade de defesa pessoal, que é assegurada pela constituição e que o Estado não tem competência de assegurar e nunca terá. Segundo, no caso específico do Rio o enfoque religioso é bastante maior que o enfoque de jogos ou outros, como filmes, livros, comunidades, ainda que a culpa não seja a religião. Terceiro, o cara ter sofrido bulling, ou ele alegar isso, não é desculpa! Não há um nerd no mundo que não tenha sofrido algum tipo de represaria, e sei disso pois é natural de um grupo humano isolar e excluir os diferentes, e nerds despontam em algum dos campos do intelecto, o que os faz se destacarem nas escolas e em outros ambientes sociais. E se a resposta para isso fosse o bulling ou uma vingança pela violência sofrida, todos os pais dos que morreram vão ter que sair matando por ai, todas as outras crianças que viveram vão ter que sair matando por ai, todos os professores…

    O que há para fazermos nestes casos, onde a mídia se deleita com a tragédia e nos entope com seu sensacionalismo, infelizmente, é pouca coisa. Eu não vejo tv, o outro também não, mas há um mar de gente ai sem discernimento e se influenciando. O que resta é discutir o assunto e buscar por meios políticos através da união de grupos semelhantes os direitos a acessos, uma vez que se vive em democracia liberal, ao menos em teoria.

  18. 27/04/2011

    O video-game é o bode-espiatório mais rapidamente utilizado pela mídia. Ora, se o video-game influencia, o que podemos dizer de filmes de terror e ação? Tá tudo bem porque você só é espectador?

    Honestamente, jogo de video-game não leva ninguém a matar ninguém. Acho que, inclusive, ele é uma ótima forma da pessoa colocar sua agressividade em prática num ambiente socialmente aceitável que não prejudica ninguém.
    Se você está com raiva é melhor você atirar numas pessoas no counter strike do que bater em alguém.

    Video-game pode influenciar uma pessoa? Pode. Mas ele não causa o problema. Ele pode potencializar, mas filmes, novelas e livros também podem.
    No passado um livro muito famoso causou polemica porque vários jovens cometeram suicidio de forma semelhante ao protagonista depois de ler o tal.
    Agora, ninguem se suicida por causa de um livro, de um filme ou de um jogo. A pessoa precisa querer se matar primeiro para então achar no livro um jeito e tudo mais. Se não houvesse jogo, filme ou livro, a pessoa poderia cometer o crime de qualquer modo.

    Nunca vi uma pesquisa de psicologia séria que colocasse a culpa da violencia no video-game. Nunca.
    Não tem respaldo científico.

    Agora, os gamers deveriam se apoiar nisso. Não adianta falar “olha gente, eu jogo video-game e sou normal”, porque muita gente pode achar que é exceção, que é mentira, que x, y, z.
    Ofender também não ajuda. Tem que trazer pesquisa, colocar em questão a televisão, falar dos interesses da mídia em difamar o video-game (como, por exemplo, desviar o olhar dos valores e da violencia que ela própria transmite), etc.
    E não adianta jogar na esquizofrenia também, gente. A maioria dos esquizofrenicos não vão sair matando por aí. Ainda mais quem frequenta CAPS e tudo mais… Não adianta trocar um preconceito por outro.

    Esse caso aconteceu por vários fatores. Não adianta apontar um e achar que resolveu. Resolveu o que?
    Tem a questão do isolamento, do bullying, do fanatismo religioso, da exclusão social, da saúde pública, etc, etc etc…

    De todo modo, é uma pena que a mídia mais uma vez recorra a esse alvo fácil que é o video-game e continue a passar informações fracas, erradas e sensacionalistas.

  19. Rafael Frozen
    27/04/2011

    Parabéns pelo post Clarice!

    A atitude da mídia televisiva sobre os games é ridicula. E sem que nós, os gamers, façamos barulho o suficiente, eles vão continuar jogando as dores da violência no mundo nas costas dos jogos.

  20. joao
    27/04/2011

    professor armado???nao entendi

  21. Danilo
    27/04/2011

    Existe uma compilação de livros conhecida como Bíblia Sagrada, nela cita uma passagem em que Caim matou seu irmão Abel, pulando no pescoço cometendo estrangulamento. O motivo, a inveja.

    Devemos proibir esse livro? Ele incita a violência?

    Essas duas perguntas são tão imbecis quanto se video game incita a violência, a Bíblia apenas relata que a violência, infelizmente, é parte inerente ao ser humano, em menor e maior grau. Essa passagem mostra que a exposição a violência a muito mas muito tempo mesmo já existia.

    Tudo se resumo a má formação da pessoa, se esse rapaz já sofria de um caso clinicamente comprovado de esquizofrenia, o surto psicótico é só uma consequência. Afinal para ocorrer o surto a pessoa tem que estar alienada ao mundo real, perda da noção da realidade. Isso é causado pela esquizofrenia ou por uso de químicos como a cocaína.

    Uma pessoa dessa deveria ser cuidada, isso não ocorreu. Se em primeira instância a familia não pode cuidar, isso recai sobre o estado.

    Essa pessoa foi “alimentada” por mais de 20 anos com ódio, repudia, medo, preconceito e nunca teve qualquer suporte familiar, de colegas, amigos, igrejas e sociedade de um modo geral.

    É muito mais fácil, mas muito mais fácil mesmo culpar um jogo do que olhar para dentro de nossa sociedade e nos dermos conta que o erro é nosso, que cada um de nós erramos, que cada um de nós temos uma milésima parcela de culpa, por não ter estendido a mão quando uma pessoa dessa natureza pediu ajuda, quando agimos com preconceito, mesmo sem querer.

    Existe um ditado japonês que diz, “se cair 7 vezes, levante-se 8”. Wellington nos mostrou da pior maneira possível que uma pessoa chutada por mais 20 anos pode guardar mágoas e se vingar contra todos nós. Mostrou o quanto é fácil comprar uma arma no mercado negro..isso ninguém se da conta!!! Vamos nos levantar e combater a verdadeira ameaça da sociedade, drogas, acesso a armas e dar educação e apoio as nossas crianças!

    Respeitar as pessoas e ser educado, já são formas de ajudar ao próximo, pois nunca se sabe, o próximo pode ser um Wellington..que nunca se quer deve ter recebido um bom dia com sorriso no rosto…

  22. Douglas psn id team_piracicaba
    27/04/2011

    Pode ser um encentivo sim para pessoas que sao fracas de cabeça … tipo convive muito com pais que brigam muito , ou pais que deixam seus filhos fazerem oque quiser numca da uma bronca no muleque … eu sempre curti jogos , mas tem que por um limite …. e nao esqueçam que ladrao tmb fica velho , viado fica velho … quanto bandidao ae nao joga videogame ?!?!? joga tmb pq da ´prazer jogar … enjoou de matar no videogame foiu matar na realidade … mas certas coisas nao podemos explicar … isso tudo é falta de DEUS .

  23. Melo...
    27/04/2011

    Concerteza muitas as coisas que eles dizem na reportagem são um monte de blablabla conversa fora…não só em reportagens como essas, mas na maioria dos assuntos acobtece o msm. Uma visão mto superficial. Mas tem coisas serias na reportagem tb, falabdo sobre vicio, realmente isso prejudica a pessoa e jogos violentos deixa a pessoa mais agressiva, mas são raros os casos de ser numa proporção preocupante, tem nego loko que fica bitolado em jogos violentos, não só jogos, mas filmes e talz. Video game tem suas desvantagens jogando jogos violentos ou não, o maior problema é o vício, assim como qualquer outra coisa, filmes, novelas e talz. Mas também video game tem mtas vantagens, já vimos várias pesquisas por aí. Em relação a influência que os jogos tem em relação a malucos que saem matando gebte por aí, realmente pode influenciar, assim como um filme serviu de inspiração, pessoas ao redor, criação familiar entre varios fatores, não pode dizer que os games é uma influência crucial, as pessoas que se deixam influenciar por isso são uma parcela minuscula dos gamers que os jogam!

  24. Flexa
    27/04/2011

    Como eu fico irritado com matérias assim, feitas por pessoas antigas que não querem nem saber da verdade, só querem saber da própria opnião e divulgam o que lhes convém, coisas desse tipo só fazem a idústria de games ir mais pra trás. Parece até que aos poucos vão conseguindo voltar com a ditadura no Brasil, onde tudo era proibido.

  25. 27/04/2011

    Eu acredito que jogos influenciam sim as pessoas, assim como qualquer outra coisa. A maior prova são os jogos educativos. Então eu acho no mínimo correto ter a classificação indicativa de cada jogo.

    Mas é óbvio que em nenhum momento jogos violentos tenham sido o motivo dos acontecimentos que foram acusados. A partir do momento que a pessoa compra um jogo ou vê um filme obedecendo a classificação indicativa, e é comprovado que a pessoa tinha algum tipo de doença mental (como é em TODOS OS CASOS), infelizmente o único jeito é criar um tratamento. Proibir a pessoa de aproveitar mídias que possuem cenas violentas é correto? Não sei dizer, não sou especialista no assunto.

    Mas como desenvolvedor, gostaria de ver meus jogos sendo usado para o bem. E por isso eu quero dizer estudos, melhoria de reflexos, entre outras coisas.

    Porque eu sei que desenvolvedores de jogos possuem responsabilidades sociais, e jogos desenvolvidos de forma inteligente vão trazer benefícios.

    Afinal, em jogos, você pode errar e tentar de novo. Na vida, não. E isso serve como uma forma de treinamento.

    Até porque, qual é mais interessante em termos sociais? Monkey Island, onde você sempre deve pensar em como resolver problemas, ou Call of Duty, cujo propósito é atacar sem pensar muito?

    No final, não condeno em nenhum momento jogos que servem como válvula de escape do mundo “real”. São necessários, assim como filmes de comédia sem nenhuma lógica.

    Mas sim, jogos influenciam. E estou preparado pra criar jogos nessa linha de pensamento.

  26. 27/04/2011

    Estava até demorando sair alguma matéria desse tipo após o atentado no RJ. Desde que o mundo é mundo, o videogame é o culpado pela violência, pela criminalidade, pelo crash da bolsa em 1929, pelo Conrínthians não ir pra Libertadores, enfim…
    Querem proibir os jogos violentos, ok. E os programas banho de sangue que passam ao meio dia?…NA PRÓPRIA REDE RECORD, inclusive.
    Penso que isso é muito mais influenciador, pois mostra a violência de uma maneira muito mais escancarada e REAL do que os jogos.
    E as novelas? Não serão elas as responsáveis pelo comportamento inconsequente de muita gente?
    Eu me sinto muito mais seguro na minha casa jogando do que na rua. E não há coisa melhor do que chegar estressado depois de um dia de trabalho e jogar God of War, MK, CoD…ou qualquer outro jogo em que eu possa descarregar a tensão do dia.
    Jogos não matam pessoas…PESSOAS MATAM PESSOAS!

  27. Lucas Garcia
    27/04/2011

    Eles tinham que dar uma olhada nas novelinhas que andam passando por aí também…gente traindo,sacaneando e se chupando antes das 23:00 hrs!
    Sem falar na nossa musica que tá uma merda e só pióra,atitudes dos astros do futebol,PADRES DA IGREJA CATÓLICA(será que eles jogam também?),políticos e programas de tv feitos p/ gente burra.
    É só abrir os olhos que você ve vários tipos de violência na tv aberta o diiiia tooodo.
    Não precisamos da tv!Somos GAMERS porra,muito bem criados e educados!
    Muito bom,gostei do post!

    HADOOOOUKEN

  28. Benih
    27/04/2011

    A Record é um grupo de ignorantes.

    Temos pessoas realmente inteligentes que provaram que os games não fazem pessoas violentas:

    http://www.gamevicio.com.br/i/noticias/77/77844-jogos-nao-criam-assassinos-diz-estudo-atualizado/index.html

    Esse é o link da propaganda do livro com o estudo feito:
    http://www.grandtheftchildhood.com/GTC/Home.html

  29. Khronny
    27/04/2011

    Os jornalistas vão querer me matar agora, mas é interessante um pouco de polêmica para gerar um pouco de discussão.

    Vamos lá,até que ponto a liberdade de expressão poder ser invocada como desculpa para dissiminação de informação equivocada e tendenciosa?

    O Supremo Tribunal Federal já tem precedêntes de que os chamados direitos fundamentais (liberdade, liberdade de expressão, vida, etc) não são absolutos. Tanto que em casos de conflitos entre dois direitos fundamentais, algum é suprimido, ainda que em parte, em razão do outro.

    No caso da liberdade de expressão em sí, houve um caso no sul do país onde determidado autor (eu não lembro os detalhes certinhos, se era um ou mais autores ou se era uma editora) estava publicando livros que dissiminava os ideias nazistas. Ao ir para a justiça, o autor alegou a liberdade de expressão como justificativa para suas publicações. Ao chegar no STF, eles decidiram que a liberdade de expressão não é um direito absoluto, devendo o autor ser punido pelo conteúdo de seus livros.

    Nesse caso é muito mais fácil de entender e aceitar por conta do preconceito da sociedade (não vou discutir preconceito, mas entendam preconceito como toda concepção prévia sobre determinado assunto e não aquele preconceito relacionado à intolerância racial que é tão divulgado por aqui) com relação a esse assunto. O nazismo é visto por toda sociedade como algo ruim e ponto (não estou discutindo o mérito, não me interessa se está certo ou não, só estou dizendo que é um conceito pré estabelido em nossa sociedade).

    Sendo assim, porque a liberdade de expressão também não poderia ser limitada em função do direito à informação da sociedade? Não basta ter direito a falar, tem que passar informações corretas.

    Não estou dizendo que deveriam proibir ninguém de falar o que quiser, só estou dizendo que as informações transmitidas deveriam ter um fundamento concreto, ou deixar claro que é uma opinião pessoal, sem embasamento nenhum e cheia de pré-conceitos, como todo ser humano tem.

    Só pra deixar claro não estou defendendo nenhum dos ideais aqui expostos (não me chamem de nazista, por favor, não tenho nada com isso), foi só uma colocação para refletir sobre o abuso da liberdade de expressão que, na minha opinião, vem ocorrendo pela mídia de massa, e que acabou refletindo, mais uma vez, sobre os jogos eletrônicos.

    No mais, eu tenho visto várias matérias interessantes em resposta à essa “reportagem” da Record, é uma pena isso ficar apenas nos meios especializados. Aqui, todos nós temos a mesma opinião, o legal seria alguém dentro da grande mídia defender esse ponto de vista. Eu acho difícil acontecer, mas aí eu acho que poderia atingir aquele público leigo que aquele tipo de reportagem acaba influenciando. Ahh só pra deixar claro, eu não tiro o mérito desses posts, esse inclusive está muito legal, só dei uma idéia para que nossa opinião chegue a um maior número de pessoas possíveis!

    • 27/04/2011

      Caríssimo, você falou de algo fundamental: separar em uma notícia propagada o que é fato, o que é gosto, o que é crença e o que é “achismo”.

      Pena que nos custará uns 500 anos para que a massa possa compreender esta necessidade e de fato separar o pré-conceito sobre algo de sua postura real. Infelizmente a massa não se ocupa de fatos, e propaga apenas o gosto, a crença e os “achismos” e com base nisso tenta estabelecer parâmetros e desenvolver, não só os assuntos como também as modificações inerentes a eles.

  30. Hélio
    27/04/2011

    Minha opinião é a seguinte: toda forma de expressão cultural e/ou artística (e eu considero os games arte SIM) está sujeita a ter coisas boas e ruins. Da mesma forma q Fumito Ueda cria um jogo lindo como Shadow of the Colossus, vem um outro e cria Carmageddon. Tudo depende do uso q se faz das ferramentas criativas.
    Jogos não influenciam as pessoas a menos q elas já sejam mentalmente transtornadas. Eu sou um jogador q gosta de fazer todos os tipos de finalizações apelonas e sangrentas em games de luta e ação, mas na vida real eu não encosto a mão em ninguém, só agrediria uma pessoa pra defender alguém q amo ou uma vítima indefesa (ou a mim mesmo). Mas nunca iria começar uma briga, nunca levantaria a mão pra alguém primeiro.
    Eu não vejo mal nos jogos em si, vejo obras de muito valor e outras de pouco valor.
    O problema é q os jogos são o bode expiatório de ignorantes e pessoas oportunistas da mídia. Como é fácil ganhar atenção fazendo uma polêmica com argumentos do senso-comum, não é mesmo?
    Os pais têm q dar educação aos seus filhos, ensinar valores morais pra eles, aí, QDO PERCEBEREM q o caráter deles está suficientemente sólido, os filhos poderão ter a liberdade de escolher o q ver e jogar. Mas isso é algo q exige conhecer seus filhos e os jogos q eles querem experimentar.
    Na boa, vou falar uma coisa óbvia mas verdadeira: do jeito q eu sou apaixonado pela série God of War, eu devia sair por aí arrancando cabeças dos outros se essa “teoria” da influência fosse verdadeira. Isso parece até o determinismo do século XIX, q dizia q a pessoa é fruto do meio, da raça e do momento histórico. Como se as pessoas fossem incapazes de pensar por si próprias, como se adolescentes fossem meras marionetes q simplesmente imitam o q vêem nos games. Só quem não tem uma educação decente e ainda sofre de sérios problemas mentais é q faria a vida se tornar um GTA.

    • 27/04/2011

      Acho que essa percepção de “influenciar” não está correta. Influência não é necessariamente algo negativo. Jogos educativos INFLUENCIAM. Ponto negativo? Muito pelo contrário.

      Tenho orgulho de dizer que jogos influenciam. Isso mostra que a mídia está se tornando cada vez mais forte, e se fixando. O processo de atacar essa evolução é natural dos humanos que não conhecem algo novo, e se defendem.

      Quem aqui já viu um novo jogo/sequência de uma franquia favorita que mudava os conceitos, ficou com um pé atrás e no final acabou gostando? É exatamente a mesma coisa.

      • 27/04/2011

        Ah, esqueci, só pra completar e ficar mais claro: ao mesmo tempo que jogos influenciam positivamente, podem negativamente. Pra isso existe a classificação indicativa, que é ESSENCIAL para QUALQUER título.

      • Hélio
        27/04/2011

        É, eu entendo seu ponto. Eu devia ter sido mais específico. O q eu estava tentando dizer é q jogos não têm uma influência tão forte assim, a ponto de te transformar num assassino. A pessoa já tem uma mente problemática, por isso age assim como esse rapaz do Realengo.

    • 27/04/2011

      Cara, se os jogos influenciassem como dizem:

      – com nove anos eu teria que ter pego um facão e saído por ai tentando dar o “golpe mortal apelão” do Golden Axe!
      – com dez eu teria que ser o maior brigão do mundo tentando expolodir as cabeças das pessoas com raios e jogá-las em um poço!
      – com onze eu teria que ter saido correndo como um doido pelas ruas tentando arrancar todo brinco argola dourado das orelhas das mulheres.
      – e por ai vai até que com uns dezoito eu teria que ter ficado arrombando carros e atropelando pedestres.
      – sem falar que teria crescido pensando em ser um piloto kamicaze que pegaria um avião e sairia dando tiro em tudo que visse no ar! (River Raid)

      Depositar culpa em influência é só mais um recurso usado para subtraí-la da pessoa. Citando um exemplo: pode-se pegar dois indivíduos e apresentá-los a um exemplo nocivo, tipo, o alcoolismo. Dai que um dos indivíduos identifica como aquilo sendo tudo que há, e se torna igualmente alcoolatra. O outro percebe que não é que quer para si e numa se envolve com bebida. Em ambos os casos o exemplo foi o mesmo, então, como se poderia depositar culpabilidade no exemplo?

      • Khronny
        27/04/2011

        É, existem pessoas mais influenciáveis que outras. Não dá pra negar que os videogames são uma referência, assim como também são os livros, TVs, novelas, filmes, propagandas, internet, etc. O que existe são pessoas influenciáveis que não tem capacidade de distinção do que é realidade e ficção desses pontos de referência.

        Colocar a culpa da falta de capacidade de julgamento de algumas pessoas nos pontos de referência seria o mesmo que dizer que devíamos viver isolados de tudo a nossa volta.

        Na verdade eu acho que isso é só um mecanismo natural para tentar nos eximir da responsabilidade de nossas escolhas. Esses dias eu tava jogando The Witcher, e tem uma frase muito interessante no jogo, algo como “Ao negar a existência do destino você assume inteiramente toda responsabilidade por suas escolhas, boas ou más.” No fim ninguém quer assumir a responsabilidade por suas más escolhas, preferindo colocar a culpa em outra coisa mais impalpável, como deus, destino ou videogames.

        Ou seja, a influência existe, mas não a ponto de mudar a opinião de alguém com capacidade de discernimento normal.

        Acho que resolveria colocar um selo na frente dos jogos escrito “Proibido para pessoas influenciáveis”, quem sabe assim resolve!

  31. Hélio
    27/04/2011

    Acabei de pensar numa coisa aqui: jogos nos oferecem conteúdo que pode e deve ser filtrado e aproveitado. Mas não INFLUENCIAM no sentido de controlar a mente da pessoa q joga. Só se a pessoa não sabe diferenciar o q é realidade do q é ficção, não é mesmo?

    • 27/04/2011

      Esta questão da influência é algo bastante delicado.

      A influência existe quando ela motiva alguém a realizar algo com base numa perspectiva de recompensa ou objetivo. Por exemplo: uma empresa propaga que quem bater uma meta x terá uma aumento y. Assim, uma pessoa “A”, influenciada e motivada por esta possibilidade, irá promover meios (pacíficos ou não) de bater a meta x e ganhar o aumento y.

      Em extremismos religiosos se tem isso de uma maneira bastante clara, a pessoa que comete um ato terrorista o faz influenciada pela má interpretação do texto religioso e acreditando que, ao realizar aquilo terá uma recompensa no “pós vida”.

      Agora, quando extrapolamos isso para o jogo, é complicado. O que o GTA pode pedir e oferecer a uma pessoa a ponto de influenciá-la a cometer um crime. Não vou entrar no mérito “realidade/ficção” pois se uma pessoa não sabe separar estas duas coisas é um indicativo grave da condição da pessoa.

      Os jogos podem apenas fornecer cenas que podem ser interpretadas como cenas violentas, e isso, como vai da interpretação pode ir de atropelar alguém no GTA ou lançar um casco em Super Mario. Acontece que tudo na vida pode fornecer cenas que podem ser interpretadas assim! Novelas, filmes, jornais, livros, revistas, livros religioso, ver um gato pegar um pássaro, ou um cão correr atrás de uma pessoa, tudo pode fornecer cenas que podem ser interpretadas como violentas. Ai o que fazer? Proibir o mundo de ser mundo? É complicado…

      • Hélio
        27/04/2011

        Mas é aí q está, o jogo em si não controla a mente de ninguém, assim como a religião tbm não. O extremista religioso e o assassino gamer são apenas fanáticos e maus interpretadores do q foi passado, ou seja, já são desequilibrados. O jogo e a religião apenas foram usados como desculpa para cometer o ato criminoso.

  32. Luiz Henrique de Menezes
    27/04/2011

    Olá acompanho o Girls of War em torno de um ano via RSS mas essa é a primeira vez que comento uma matéria.
    Primeiramente gostaria de parabenizar vocês pelo ótimo trabalho e em especial a Clarice pela excelente matéria.
    Achei extremamente revoltante a reportagem veiculada pela Record no último domingo, tão revoltante que enviei um email contendo toda a minha indignação de gamer a mais de 15 anos e ao compartilhar com amigos que continham os mesmos sentimentos me surgiu a idéia de entramos com uma ação de danos morais e preconceito contra o publico gamer, não visando o lucro pessoal, mas sim pra que essas empresas e repórteres com opiniões unilaterais e sem conhecimento de causa sejam obrigados a se retratar concedendo direito de resposta e sendo obrigados a aplicar o dinheiro que seria referente a indenização pelos motivos citados anteriormente sejam aplicados em projetos contra os impostos cobrados, em projetos que mostrem as qualidades desenvolvidas por games e o lado bom dos jogos que todos nós gamers conhecemos.
    Mas infelizmente não tenho conhecimento dos tramites legais e meus amigos próximos com quem conversei também não possuem este conhecimento, mas sabemos que uma ação movida em grupo tem sempre mais chances de se ter ganho de causa e pensando bem se a ação for a nível regional ou até nacional com certeza seria muito mais visível.
    Bom o comentário aqui é pra buscar opiniões quanto a esta proposta e quem sabe apoio de outros gamers de outras regiões e com outros conhecimentos, mesmo que não tenha uma ação acredito ser necessário um abaixo assinado ou qualquer forma de nos defendermos, pois esta fama que eles dão aos jogos e conseguentemente aos jogadores é uma forma de discriminação e discriminação séria, na matéia da Record só faltaram dizer que quem joga jogo violento é bandido e que mais cedo ou mais tarde vai acabar matando alguém por influencia dos jogos.
    Já me alonguei de mais, e gostaria de opiniões e sugestões do como seria possível fazer esta organização contra esta discriminação.
    Vlww a atenção !!!
    Vidas infinitas a todos e principalmente a equipe do GOW !!!

    • Hélio
      27/04/2011

      Podíamos fazer um abaixo-assinado, já seria um começo, não?

      • 27/04/2011

        Hum… Atualmente rola uma campanha “Eu sou Gay” que consiste em sem publicar uma foto usando uma placa com a frase. Esta campanha visa conscientizar as pessoas sobre a homofobia e propagar ideais de não violência.

        Penso que poderia ser feito algo nesta linha, em mídias virtuais, objetivando desmistificar este assunto.

        Abaixo-assinado pode ser uma boa idéia, só tem que possuir um objetivo e uma direção.

        • Luiz Henrique de Menezes
          27/04/2011

          Olá Helio e Líryan estou vendo e acredito que no inicio da tarde divulgue um abaixo assinado para começarmos nos movimentar contra essa discriminação aos gamers.

          • 27/04/2011

            Outra boa saida seria todos que puderem ir em realengo se juntarem e irem doar o seu tempo para aquelas crianças.

  33. mah
    27/04/2011

    Antes de mais nada, ótimo post, Clarice! =D

    Então, algumas coisas devem ser levadas em conta, antes de simplesmente culpar os videogames, como forma de ignorar um problema muito maior no nosso país.

    O Brasil, desde o seu descobrimento, têm relatos sinistros de violência brutal. Ok, isso não vem ao caso. Agora, sim, se formos comparar as novelas – e coloco aqui produzidas pela Record, que vale LEMBRAR são muito violentas -, com os jogos, a gente vai ver que a influência que uma novela exerce na pessoa é muito maior do que é um jogo. Eu ESPERO, por exemplo, que quando um menor esteja jogando Mortal Kombat 9, que tem uma classificação indicativa, um pai esteja no mínimo acompanhando e sei lá, instruindo o filho. Ou então que proibam seus filhos de jogar esses jogos e coloquem um Mario da vida, que seria mais apropriado e igualmente divertido.

    Se é pra ser radical, que proibam as novelas das 9, os filmes para maiores de 18! É FATO que muitos pais deixam uma criança assistir uma novela que contém agressões, mortes, cenas de sexo implícito, etc, etc. E, particularmente, eu considero que existe uma probalidade muito maior de pessoas se “inspirarem” a serem violentas através desse meio do que pelo o videogame.

    E são casos bem excepcionais. Nunca ouvi falar de alguém que, por exemplo, tenha jogado Mortal Kombat e dado uma de Jigsaw por aí (SOMENTE por ter jogado), dando fatalities cabulosos, arrancando membros das pessoas, hahaha. Simplesmente não há nenhuma coerência. Ainda assim, só pra não me alongar, vai ter sempre gente achando que os games são os culpados para justificar a insanidade de algumas pessoas, como o da escola. A educação, dada pelos pais, em casa, está acima de tudo!

  34. 27/04/2011

    Sim, exatamente. Jogos influenciam, mas não controlam a mente de ninguém. Assim como qualquer mídia. Mas não é por isso que devem ficar soltos por aí também.

  35. Hélio
    27/04/2011

    Pessoal, só um off-topic de interesse pra TODOS NÓS GAMERS: O Felipe Neto fez um vídeo sobre Preço Justo e ele tá pedindo q nós vamos ao site dele, o http://www.precojustoja.com.br. Basta preencher o seu nome completo, CPF e e-mail. Pronto, vc já tá participando. Ele tá se comprometendo a entregar esse abaixo assinado nas mãos da President Dilma Rousseff se chegar a um milhão de assinaturas. É uma campanha pra baixar os impostos no Brasil sobre eletro eletrônicos. Vejam o vídeo dele “Preço Justo” no youtube pra entender melhor. Eu já fui lá e apoiei. Lembrem-se: independente de gostar ou não dele, isso é uma causa nossa, acho importante participar. Espero o apoio de vcs tbm, galera ;)

  36. 27/04/2011

    Parece que estourei os limites de alguém, ou algo… Algumas de minhas postagens não estão mais sendo aceitas… :c(

    • mah
      27/04/2011

      Aqui também… @.@ #tenso
      Ia postar, mas sei lá porque, o negócio sumiu. hahaha! *chora*

      • 27/04/2011

        Será que tem algum filtro de palavras? Eu tentei uma duas vezes, sumiu nas duas!

        Pelo menos não estou só no mundo! (risos)

        • jpmelhorfinal
          28/04/2011

          Acho que comentários muito longos são mandados para o Spam. Não sei se é isso, é só uma suposição.

          Sempre que eu mando um daqueles meus comentários gigantescos, ele não aparece imediatamente na tela. Aí, como num passe de mágica, horas depois ele aparece. Ele deve ser direcionado à caixa de Spam de vocês por ser muito grande, ou sei lá porquê. Não pode ser link, pois eu raramente envio links em comentários.

          Quando eu tinha um blog no WordPress, eu sofria com o mesmo problema. Até hoje não sei explicar o porquê.

  37. 27/04/2011

    Como havia comentado em um vídeo repudiando a matéria da Record, os pais querem evitar que suas crianças e adolescentes joguem games violentos? Simples… OLHEM A PORRA DA RECOMENDAÇÃO INDICATIVA DO JOGO! Se na caixa está escrito que o jogo é para maiores de idade por conter violência, sexo, consumo de drogas, empalamentos e esviscerações, por que deixar o mizinfim do seu filho jogar? Aí algum pai ou mãe pode dizer: “ah, mas ele estava jogando isso sem eu ver”. Aí eu respondo: “preste mais atenção na vida do seu filho kct!”

    Jogos violentos não foram feitos para crianças e/ou adolescentes, se elas estão jogando, sinto muito, mas a culpa é de vocês pais e mães. “Ah, mas eles estão jogando isso longe de mim em alguma lan-house”. PROCESSE o raio da lan-house por permitir que menores joguem games para maiores de 18 anos, mas não venham encher a minha paciência com essa ladainha!

    Um moleque de 10, 12, 14 anos geralmente não tem renda própria ou cartão de crédito, ou seja, se ele está jogando o novo Mortal Kombat, por exemplo, é porque algum adulto comprou. Agora se você pretende deixar que seu filho jogue games violentos, fiscalize de vez em quando. Veja se ele está passando tempo demais jogando e tente apresentar a ele outras atividades para ele desempenhar em conjunto com o game. E, principalmente, deixe claro para seu filho que o que ele está jogando é uma ficção e que não deve, sob nenhuma hipótese, ser colocado em prática. Aí sim, se ele não conseguir desligar o virtual do real, não o permita mais jogar esse tipo de game.

    PS: se censura e proibição dessem jeito em alguma coisa de verdade, ninguém mais usaria drogas ou compraria armas de fogo de forma tão fácil nesse país.

    • 27/04/2011

      Só um comentário sobre as armas, e sobre a proibição. Comprar armas não é proibido no Brasil, e isso é assegurado pela constituição, onde cada cidadão, maior de 21 anos, com residência fixa pode possuir em sua casa, para defesa do lar, armas de fogo.

      Agora, que é muito mais fácil ( muito mais barato) comprar armas de fogo no mercado negro do que comprar de maneira legalizada é. Ai é que entra o grande impasse para as pessoas que defendem o desarmamento. Uma proibição de venda de armas legais só afetaria aquelas pessoas que não comentem crimes com as armas que compram de maneira legalizada para se defenderem.

      Todo bandido que existe só usa arma do mercado negro, e estas armas entram no país pelas “portas dos fundos”. Ou seja, pode acabar com as fábricas de armas no país que vai continuar a ter arma ilegal sendo vendia pelos cantos, de maneira fácil e barata.

  38. -darkthunder "Paula" bloodymoon
    27/04/2011

    “eu andaria com um chicotinho na cintura pra matar quem eu achasse que fosse vampiro” XD

    Maan, o que estão fazendo?!?! Não é porque alguém usa balas de pixel pré-renderizado que vai usar isso de verdade…

    Eu tenho RAIVA nível 200 dessas malditas emissoras sensacionalistas… Já me basta o caso d’O Globo, do MALDITO (eu até gostava deles, mas mudei de opinião depois daquela FARSA) CQC, e agora essa da Record… Ah, mas se eu tivesse assistido… Estariam ouvindo até agora minhas reclamações no Twitter!

    Disse meu argumento lá no Café Com Games, disse inclusive duas vezes por lá: Quem tem mente e índole fracas são SIM influenciados! E são essas pessoas que precisam de ajuda. Acham mais fácil gastar tempo precioso e o Congresso também para taxar, proibir e barrar games do que investir dinheiro tratando os transtornados pela repressão “bullying” e conscientizando um país de cabeças-duras como o nosso.

    Se fosse assim, todos nós estaríamos usando as falhas da lei e digitando de dentro de presídios! ^o^ >concordo<

  39. 27/04/2011

    Gente, não se assustem se caso alguns comentários seus não forem ao ar. De vez em quando alguns comentários vão pra pasta de SPAM sei lá porque =/
    Mas podem deixar que, conforme vamos vendo a pasta, vamos liberando ;) Repito: não se assustem!

  40. Hélio
    27/04/2011

    Uma outra coisa q eu até falei num outro post foi sobre a questão de games incentivarem ou não a violência. Muitos confundem RETRATAR situações com INCENTIVÁ-LAS. Quer dizer, num jogo como Rapelay, por exemplo, vc é incentivado a violentar garotas, pq o jogo te premia por isso virtualmente.
    Já em GTA, o protagonista está apenas sendo retratado como gangster, mas se ele faz uma coisa errada e a polícia vê, ele é perseguido pelo Estado proporcionalmente à gravidade do crime q cometeu. Ou seja: existe uma convenção dentro do game de q esta atitude de matar é errada. Ainda q o jogador tenha a liberdade de fazê-la e tentar fugir às conseqüências dos seus atos. É como uma crítica à sociedade americana, onde crimes acontecem “toda hora” e a polícia faz pouco pra combatê-los.
    Outro caso é o God of War. Muitos olharão pras vísceras sendo arrancadas, cabeças rolando e corpos mutilados e concluirão erroneamente q o jogo incentiva a violência. Não incentiva, retrata: pois Kratos é um espartano, viveu numa época em que crianças não estudavam como hoje e não tinham os valores morais da atualidade. Eram treinados pra ser guerreiros. Além do q, no fundo, Kratos faz o q faz pq ama sua família. Ele mata meio mundo pq foi traído trocentas vezes e pq perdeu as duas pessoas q mais amava para os deuses. Daí sempre tem um idiota q acha q pode encará-lo e ele só revida.
    Percebem a diferença entre um jogo onde se mata com objetivos e outro onde se mata por pura diversão?

  41. LuuKyK
    27/04/2011

    Todo mundo reparou que a reportagem d’O Globo que a Clarice citou no (ótimo) post foi editada né? Dá uma olhada nos comentários que tem gente que postou a réplica do que foi retirado (exatamente a parte que cita a influência dos jogos). Isso que eles nem comentaram a edição. Vergonhoso.

  42. KibaBaka
    27/04/2011

    Quantos jovens são influenciados por traficantes em suas comunidades e quantos são influenciados por jogos violentos?

    Ah, tem jovem morrendo nas comunidades pelo tráfico?

    Ótima matéria, pena que os pais e responsáveis não leêm esse tipo de matéria que não passa na TV.

  43. 27/04/2011

    Era tudo que eu precisava ler. A mesma opinião que a minha divulgada num blog movimentado pra que outras pessoas se motivem a divulgar esse ponto de vista. =)

    Basta agora o povo que visita o blog divulgar essa postagem por ai. ^^

    Eu vou fazer a minha parte. =)

  44. Gabriel
    27/04/2011

    Acho um absurdo esse tipo de coisa.Você esclareceu TUDO que eu penso a respeito do assunto.Meu pai diz que todos os jogos que eu tenho são violentos e eu sempre falo:”Pai,não eh pq eu to vendo violencia aqui que eu vo sair por ai matando geral”.Isso eh ridiculo e vc faz bem em falar em nossa defesa Clarice.

  45. Soldado Rock
    27/04/2011

    Está certa Clá,deste os 9 anos que jogo MK, joguei muito GTA, Call of Dutty, RE, Dead Space e muitos outros violentos, eu acho errado o que temos que fazer, mas errado na vida real, no jogo que é algo virtual é divertido.

    Mas temos o outro lado da moeda, em jogos como Okami, que além de um lindo e interessante estilo artístico, passa uma mensagem de paz e de que podemos transformar o mundo a nossa volta.

  46. Mad Moxxy
    27/04/2011

    Não concordo com esse argumento “Jogos não influenciam. Prova: eu não sai por ai matando os outros”. Não é assim que funciona, é o mesmo que dizer “Fumar não mata. Prova: conheço alguém que fuma há 30 anos e não morreu”. Acredito que os jogos influenciam sim, assim como qualquer outra forma de entretenimento e cultura. A diferença está em como essa influência é absorvida e é isso que a mídia falha em informar. Ao invés de apontar que a responsabilidade pela educação das crianças é dos pais, dão esse “atalho”, onde os jogos aparecem magicamente nas mãos das crianças e a família é só uma vítima. Acredito que educar as crianças corretamente não faz parte dos interesses das emissoras, já que elas perderão seu poder de influência.

    Agora, diferente da matéria do CQC e do Globo, a Record tem dois grandes interesses em desmoralizar jogos e jogadores, associando-os ao episódio de Realengo:
    1 – Os manifestos deixados pelo atirador mostravam uma espécie de extremismo religioso. Creio que seja de total interesse da Rede Record que o “incidente” seja desvinculado da idéia de motivação religiosa (que também é outra bobagem, mas os caras sabem muito bem que o povo acredita em bobagens)
    2 – “Ibope de TV paga, DVD e games ultrapassa Record e é o novo vice-líder” http://noticias.uol.com.br/ooops/ultimas-noticias/2011/01/12/ibope-de-tv-paga-dvd-e-games-ultrapassa-record-e-e-o-novo-vice-lider.jhtm

  47. 27/04/2011

    Ainda penso na possibilidade de um abaixo assinado…

    Sério gente, estou cansada desse monte de jornalistas de televisões, jornais e sites de informações que adoram pegar qualquer tragédia para fazer um sensacionalismo e desbancar a concorência. Como já foi dito nos comentários do post do CQC sobre jogos violentos daqui, video games são uma industria que se rivaliza com a televisão, então lógico que vão aproveitar a primeira brecha que tiverem para alienar as pessoas que tem mente fraca (infelizmente a maioria da população desse país É assim. por isso que eu digo que ele não presta) e fazerem repudiar video game ou qualquer midia que se diga “ter uma péssima influência sobre as pessoas” enquanto as porcarias de novela da Globo ficam passando cenas sobre sexo, fazendo com que eu veja um MONTE de menina engravidando sem necessidade por ai (só como exemplo para mostrar como a TV aliena de tal forma).

    Jornalistas só fazem o trabalho de pegar e distorcer a informação para alienar as pessoas. Isso é muito triste, pois não há compromisso ou responsabilidade com a verdade nisso tudo. E como aqui nesse país tem um monte de gente que acredita nesses jornalistas sem nem sequer questionar (ou são puramentes hipocritas, enquanto jogam CS ou qualquer RPG depois de passar para frente a idéia que os tais jornalistas estão certos), e acabam seguindo a sugestão de “colocar a culpa nos games enquanto a culpa não é nada além das propias pessoas.

    Sério, isso já esta há tanto tempo sendo discutindo que chegou em um ponto de irritar, ainda mais com essa tal lei de proibir as vendas desses jogos por aqui. A gente já paga jogos caros, e ainda não ter o direito de poder comprar-lós é chegar a um ponto de ter vergonha da “democracia” desse país.

  48. mexploder
    27/04/2011

    Tenho 29 anos, comecei a jogar videogames com 4 no famoso Atari. Aos 13 já jogava Mortal Kombat e Street Fighter no Megadrive. Hj tenho um PS3 e um X360 e sou fã de jogos de tiro e luta. Segundo essa gente seria um psicopata de marca maior, sendo que muitas vezes até peco pelo excesso de calma!

    Jogos para mim é justamente o contrário, é um escape da realidade, diversão pura, longe de ser inspiração pra fazer uma idiotice qualquer, principalmente mal aos outros.

    Não é o governo ou qualquer um que deve dizer pra mim o que devo ou não comprar. Espero que esse projeto de lei PATÉTICO seja sugado pelo Mass Relay mais próximo e ainda dê de cara com um Reaper :D

  49. 27/04/2011

    Estou com meu Call of Duty do PS3 nas mãos enquanto digito. Na capa tem um 18 dentro de um círculo. Na contracapa tem outro 18 ao lado de “contém violência sangrenta fortes e uma linguagem forte” em inglês. A Vivi tem razão quando diz que os pais têm de conviver mais com os filhos. Porém a outro problema: muita gente não sabe inglês. Parece contraditório, mas um sujeito capaz de comprar um jogo não é indicativo de que ele sabe o idioma. Se os jogos viessem para cá e tivessem suas capas em português isso não acontecia.

  50. georges
    27/04/2011

    Ótimo post!
    Matérias como essa deixam qualquer gamer com muita raiva desses meios de comunicação que infelizmente são muito influentes atualmente.

    Ta difícil…

  51. Amauri
    28/04/2011

    Hey, dentro desse tema, a Superinteressante (Edição Especial – com o bom titulo de “45 Verdades Inconvenientes”) dedicou uma das verdades aos Games: “Games não tornam as pessoas violentas” (Ou algo parecido).

    Lá informa como o índice de homicídios caiu nos EUA desde que a primeira versão de GTA foi lançada. rsrs

  52. Rafael Psyny
    28/04/2011

    Ei!

    Um amigo meu toda sexta feira percorre as ruas do Rio de Janeiro com seu grupo para fazer o q? Dar comida a moradores de rua, conversar com eles, cantar, etc.

    Querem que eu poste uma foto da estante dele? God of War, Gears of War, Shogun Total War, World of Warcraft, e tudo que tenha “War” no nome. Além dos jogos de luta do SNES dele, Mortal Kombat, Street Fighter, Killer Instintct…

    Então minha matéria é a seguinte, jogar jogos violentos influenciam as pessoas a realizar projetos filantropicos.

  53. Hélio
    28/04/2011

    Acho q quem é capaz de ser influenciado por um game violento a praticar atos violentos na vida real tem um parafuso a menos. É tão absurdo pensar em viver imitando o q se vÊ na tela!

  54. Hélio
    28/04/2011

    MENINAS, EU QUERIA SUGERIR UM TÓPICO SOBRE O PREÇO JUSTO JÁ DO FELIPE NETO, ACHO Q FOI UMA ÓTIMA INICIATIVA E TEM TUDO PRA DAR MELHORAR OS PREÇOS AQUI NO PAÍS. ELE PRECISA DE UM MILHÃO DE ASSINATURAS, É SÓ IR NO SITE E COLOCAR NOME, CPF E E-MAIL, PRONTO. DIVULGUEM, PESSOAL, PELO MENOS ELE TÁ FAZENDO ALGUMA COISA PRA MUDAR A SITUAÇÃO. EU DIGITEI TUDO EM CAIXA ALTA PRA FICAR MAIS VISÍVEL O MEU APELO.

  55. LadyGammer
    28/04/2011

    Na Super Interessante, diz que o jogo não deixam as pessoas mais violentas, só numa porcentagem de 0 a 2,5% que é absulatamente nada, e deisde os primeiros jogos de guerra, as estátisticas de violencia dejovens cairam bastante e caem até hoje.
    É uma edição especial de mitos: 45 verdades inconvenientes. Do mês de março ^^

  56. Edil Alves
    29/04/2011

    Eu acho isso muito engraçado, sério, soh vi essa materia nojenta agora qdo foi reprisada no fala q eu te escuto e ja esperava por isso pq não é de agora que esses ataques da mídia contra os games, não só os violentos como em geral, sim pq os violentos são tratados como influência, até chamado de satânica por alguns pq fulano matou não sei quem por causa do GTA… eu já vi até uma matéria uns anos atrás de uma criança que matou a outra por causa de cartas de pokemon e atacaram o card-game por ter mensagens subliminares… eu n tenho muita coisa pra dizer quanto a isso tanto pq muitos aki tiraram palavras dos meus dedos antes que eu comentasse, mas mesmo assim acrescento algo, sempre que aparece um assassino desses jah fazem uma geral na casa dele atrás de games violentos, RPGs, CDs de Heavy Metal ou algo ligado direta ou indiretamente a algo oculto que cria medo em pobres ignorantes da nossa sociedade “pacífica” para usar de bode-espiatório… já estou até vendo policiais corruptos revistando pessoas e colocando armas drogas e um dvd do GTA pra encriminar o pobre rapaz xD

  57. 29/04/2011

    Antes do post da Rebeca eu ainda não tinha conhecimento de que a mídia estava a mais uma vez vitimar os jogos eletrônicos com acusações esdrúxulas sobre ser o possível estopim para o ato do atirador de Realengo. E é claro que diante de todas as esquisitices que já haviam noticiado sobre o rapaz, colocar os games no meio da verborragia é só um artificio para estender o assunto e torna-lo vergonhosamente útil, por um tempo maior, aos paladares da mídia sensacionalista.

    Quem assistir a Record, que é um bom exemplo, semanalmente verá uma verdadeira lavagem cerebral vespertina, onde um mesmo assunto é discutido de maneira absurdamente desnecessária durante mais de duas horas. Os apresentadores perdem-se com indagações presunçosas diante da matéria que repete as mesmas cenas exaustivamente enquanto se observa uma discussão costurada por colocações, hipóteses inúteis e pessoais dos repórteres. Claro que a noticia deve receber a ênfase necessária, mas transforma-la num show é entristecedor.

    E o CQC tratando a todos como idiotas. Que corte absurdo foi aquele depois que o rapaz entrevistado falou: “jogamos para liberar a raiva”! Qual a intenção deles com aquilo?

    Não gosto da violência nos games, e já admiti aqui no blog que o governo tinha que filtrar melhor os jogos que por aqui chegam, mas dei esse veredicto diante de um jogo absurdo sobre o qual eu havia lido há alguns dias antes daquela postagem onde fiz o comentário. Mas diante do que vejo estes dias, quando o governo resolve fazer alguma coisa ele planeja e executa tudo errado.

    Mas sou suspeito ao falar sobre violência. Tenho uma aversão especial por filmes de zumbis e qualquer coisa de terror sobrenatural. Mas apesar disso, tenho sido tentado a jogar Resident Evil 5 nestes últimos meses, e até o comprei e instalei, mas quando chegou numa cabaninha e os zumbis deram um crew numa turista loira, eu parei, já estava a beira de um colapso. Na verdade minha imersão nestes jogos vai além do que eu posso controlar. Eu sinto o pânico que o personagem deveria sentir, e some isso a ambientação e o som claustrofóbico para me deixar bastante atordoado. Ou seja, sou um caso a parte. Até hoje aquela cena de Resident 2 do cara na prisão sendo partido ao meio me assusta. Mas é claro, sou um hipócrita, afinal jogo Modern Warfare, Devil May Cry e as vezes me aventuro em Darksiders, mas já estou quase desinstalando Gears of War (jogo doido). Estou querendo dizer com tudo isso que cada um tem o seu jeito de encarar as coisas, eu o faço com cautela não porque vou me tornar um maluco ensandecido, mas porque quero tirar uma sonequinha a noite.

    Como exemplo da colocação supracitada, sou professor de informática básica e tenho uma aluna bacana de uns 12-14 anos que adora jogos de videogame e Harry Potter, é uma nerdinha despercebida. Sabem qual o jogo favorito dela, Resident 4, ela adora CSI e já assistiu a quase todos os jogos mortais (que ela sempre me diz considerar um filme idiota, apesar disso).

    Uma vez perguntei como os pais delas a deixavam jogar e assistir a aquele filme e ela respondeu objetivamente:

    – Eles sabem tanto quanto eu que aquilo é pura ficção.

    Eu já satisfeito com a resposta quis saber mais. – Mas você não sente medo, nada, não tem pesadelos?

    E ela respondeu um puro e simples: – Não

    Hoje vejo que a melhor proteção para tudo isso é o dialogo entre pais e fihos, essa relação que nos últimos tempos tem falhado devido a interferências que são facilitadas pelos próprios pais, muitas vezes relapsos, que preferem deixar seus filhos sendo educados durante todo o dia por xuxa e companhia, e que consideram deixa-los jogando, a fim de se isentar da responsabilidade de estar interagindo com eles, sem estabelecer uma disciplina acerca de quando e o que jogar.

    • Shinobi-kun
      29/04/2011

      Palmas para vc, Saulo, por saber e evitar seus limites. Palmas para os pais da sua aluna, por perceber q a garota amadureceu o suficiente para separar realidade e ficção e evitar esse tipo discursão inútil. Palmas pra Clá, pelo excelente texto, q me faz ver o quanto o público gamer é amadurecido, informado e de opinião própria. Palmas para os leitores daqui, confirmando tudo dito na oração anterior.
      E palmas pro governo por suas excelentes políticas de controle do país! (#NOT)
      Gostaria de reafirmar o link do Hélio para o abaixo assinado do Jogo Justo (http://www.precojustoja.com.br.), e dizer uma pequena alfinetada, mas a nível educacional e nada mais: se citar como exemplo (“nunca matei ninguem”), desculpa, não vai ajudar. Idaí q eu jogo MK desde os 11, a fulana desde os 6, fulano joga jogode tiro para espairecer, cicrano joga ManHunt na falta do q fazer e o caralho a quatro e nunca matamos ninguem? Infelizmente, isso é um grito no meio da floresta: ninguem ta ouvindo: faz barulho?
      Ah, twitter tbm nao é a resposta. A menos, claro, q vc queira ser tão respeitado quanto o garoto q perdeu o show do restart e foi “xingar muito no twitter”. Abaixo-assinado? Talvez, se uma pessoa competente estiver no controle,coisa qeu percebi no site q linkei acima e retuitei do Hélio, mas já é um começo.
      Um blog q expressou uma opiniãobem interessante foi o do Fábio, chamado Re:Games (http://regames.worpress.com)recomendo q deem uma olhada ^-^
      Estou procurando a resvista q a @LadyGamer citou,mas naum axo em lugar nenhum >_<

  58. jeffre
    29/04/2011

    uma pena que agora os gamers são a mais nova ameaça a sociedade,estou com medo de dizer agora que sou jogador desde os 5 anos pode ser q alguem queira me interrogar ou me levar preso por eu ter jogado gta,cs,cod manhut o jogo proibido.concordemos aqui tem jogos muito mais violentos que estes.na minha opnião de merda isso tudo ai vai passar logo claro que pode ter dado dor de cabeça a algum gamer teen com uma mãe que nao saca,mas vai ser esquecido logo e vamos voltar a velha briguinha de fanboy qual é o melhor.

  59. Vitor Zanotelli
    29/04/2011

    Já visito o blog faz algum tempo, mas nunca comentei aqui antes. Mas esse post (que está ótimo)eu não podia deixar passar, por conta dessa matéria da TV Record que é simplesmente ridícula.

    Essa matéria me fez sentir duplamente ofendido. Primeiro, como jogador de games, e também como estudante de jornalismo. Esse é o tipo de reportagem tendenciosa e sensacionalista que infelizmente é tão comum nos veículos de comunicação de massa. É conteúdo gerado sem responsabilidade, que visa forçar o grande público, essa parcela da população (grande, por sinal) que tem pouco senso crítico e aceita de maneira passiva esse tipo de conteúdo. É só reparar na própria edição da matéria, logo no começo há uma sequência mostrando imagens do atirador de Realengo na escola, alternadas com imagens de alguns jogos de tiros. Fica clara a mensagem que querem passar: o atirador imitou os jogos.

    E como o texto do post diz, a tragédia aconteceu porque o cara era doente, não tem nada a ver com os games violentos. Fico revoltado com essa visão de que os games causam esse tipo de violência absurda, e mais revoltado ainda com o governo brasileiro, querendo proibir os jogos, na tentativa de dar uma resposta para a população de que está tomando providências contra a violência. Pura demagogia. Óbvio que a solução passa longe de proibir jogos. E aí, nós, os gamers, que jogamos por diversão, que já temos de pagar um absurdo por isso, poderemos ser ainda mais prejudicados. É difícil de engulir.

  60. Pedro S.A.D
    29/04/2011

    Se os assassinos jogam video-game, bota culpa no jogo. Se policias, soldados, etc. matam alguem, é pra defende a sociedade. Isso é coisa de gente velha ou que não sabe que beneficios os games podem trazer.
    Com tanta gente matando por ai, esses cara tão mais preocupado com jogos “violentos”. É melhor ver do que sentir e nos games sempre tem gente que morre, mata, mutila, mas, e dai? não são pessoas reais. Falar essas coisas dos games é como falar da “fama” de negro ser ladrão. Coisas assim não existem.
    bom trabalho Clarice

  61. jonathan ds
    30/04/2011

    Eu vou ser bem sincero, apesar de concordar que a culpa não está nos jogos, na televisão ou no cinema, eu discordo da postura da maioria dos gamers que defendem os jogos, nada pessoal só minha opinião, o que eu sempre vejo nos artigos dos amantes de games é o EU, “poxa, mas eu jogo GTA desde que eu tenho 8 anos e nunca quis matar ninguém”, ok você é parte das 99% de crianças que não tiveram problemas e os 1% – eu não estou falando de homicidas, mas existe outra gama de problemas gerados por exposição a conteúdos com teor para faixas etárias diferentes.

    Como eu disse concordo que Jogos, Filmes, Seriados ou programas de TV com conteúdo, sexual, violento ou adulto no geral não são inerentemente prejudiciais as crianças, o que realmente prejudica uma criança é a completa falta de bom senso e educação DOS PAIS.

    Hora minha amiga se seu filho esta jogando um jogo violento e esta ficando agressivo por causa disso é claro que ele não tem maturidade para jogar esse jogo e é sua função educar ele.

    Se a criança tem acesso a essas coisas é falta de atenção dos PAIS não adianta ser hipócrita e culpar a indústria de jogos ou de filmes que classifica o seu conteúdo, nessa classificação que é inclusive absolutamente Hipócrita.

    Eu tenho aqui em mãos minha querida copia de mass effect 2 e está claramente escrito, Não recomendado para menores de 18 anos, se um pai deixa seu filho jogar mass effect 2 , GTA ou Volei de Praia Núdista para seu filho a Culpa é totalmente sua se seu filho não for maduro o súficiente para lidar com o conteúdo.

  62. helinux
    02/05/2011

    se psicólogo falar que video game não influencia na violência…simplesmente não fatura o seu dia!!!!a verdade é essa….acredito que sempre nasce um doido na vida e que video game serve apenas de idéia para continuar a sua jornada doida da vida…a verdade mesmo é que video game ou jogos violentos não influencia a violência porra nenhuma…vai ter sempre um doido na vida mesmo e pronto!!!!!

  63. Mag
    03/05/2011

    O começo da reportagem me ofende profundamente como gamer. Intercalar as imagens de games com o horror de realengo foi um sensacionalismo barato e ignorante. Ridículo!

  64. Anonimos
    03/05/2011

    Não e o jogo que influencia a violência e sim as pessoas nao adianta querer retrucar me diz quantos morreram por maníacos de jogos e quantos morreram por drogas?? vicio? muito mais gente morre diariamente por drogas.. nao estou defendendo o vicio dos games mas acho que e so uma desculpa talvez de muitos pais por nao darem atenção ao filhos o que eles fazem vao para os jogos pq nao tem nda melhor pra faze pq vivem presos em edifícios sem qualquer chance de se divertir.. o que lhes resta o computador o vídeo game.
    estes fatos que ocorreram sao isolados pois estas pessoas eram doentes mentais.. talvez esteja errado mas e o que penso pois se fosse tudo verdade teríamos uma multidão de assassinos depravados e matadores por aii… entao ande de colocar a culpa nos games tem que se ver o que tem a mais por aii influenciando a todos adultos crianças adolescentes etc

  65. fco.sobrinho
    03/05/2011

    Jogos influenciam em torno de 5% a violência nos adoslescentes e jovens. Bebidas, drogas, companhias influienciam bem mais, em especial as duas primeiras.
    Acreditar que alguém faz um massacre apenas por causa de um jogo é tolice. Agora sempre que acontecer algum massacre ou alguma coisa que ligam aos jogos vão falar isso, agora para quem só assiste ana maria brga, super top, vao ser fácil acreditar nisso.
    Sobre realengo, alguns especialistas, acreditam que o homicida sofria de distúrbios mentais, in infra esquizofrenia, principalmente por causa dos vídeos e sua postura. Quem assistiu o filme “UMA MENTE BRILHANTE” vê muitos pontos em comum

  66. Albert
    03/05/2011

    Paladino do cerrado disse algo importante:

    “jornalismo tentencioso é tão perigoso quanto um homem-bomba”

    Não é atoa que hoje nem precisa de diploma para ser jornalista! É claro que temos bons, mas esse são logo excluidos se não seguem o que “os grandes” mandam.

    Se jogos e simuladores são usados inclusive pelas forças armadas para treinamento.

    Agora,quando existe um doente como o de realengo, com ou sem jogo o imbecil retardado vai fazer besteira.

    Jornalistas querendo ganhar audiencia e não tendo nada pra falar ficam colocando culpa em algo que nem conhecem.

    São um bando de vagabundos preguiçosos que não buscam a veracidade das informações.
    ( Ao bom jornalista que é sério não cabe as palavras de baixo calão digitada por mim, mas ao resto que não é… eu disse foi pouco para essa escoria da humanidade que distorcem tudo).

  67. Vinícius - SP
    03/05/2011

    Que ridiculo! os jogos violentos não influenciam em nada, + sempre querem dar um jeitinho d jogar a culpa da violencia d hj, nos jogos violentos como sempre, não é novidade. o cara q mata alguém é pq já tem algum problema psicologico,o cara já tem esse problema antes mesmo d jogar MORTAL KOMBAT, RESIDENT EVIL, CALL OF DUTY, SILENT HILL, GTA ETC… eu mesmo jogo esses jogos violentos, + nem por isso saiu por ai matando as pessoas, atropeladas, ou dando tiros por ai. QUE POST + RIDICULO, QUE PESSOAL SEM NOÇÃO!!!!

    • Robert Plant
      03/05/2011

      TEMOS UM ANALFABETO FUNCIONAL!!!!!!

  68. murillo
    03/05/2011

    RECORD SENSACIONALISTA

  69. Marcio
    03/05/2011

    Eles estão se utilizando do Massacre de Columbine onde o cara que fez exatamente a mesma coisa que o atirador de realengo fez!

    Na epoca foi atribuido porque ele jogava Doom, pura besteira!

    varias pesquisas ja mostraram que jogos diminuem a hostilidade, melhoram o raciocinio logico, aumentam o reflexo da pessoa e varios outros beneficios, não entendo porque querem arranjar desculpra para o que ele fez, primeiro falando que era fanático religioso, depois bullying, agora jogos violentos, tudo besteira(os tres estão sendo usados de bode espiatório), o cara fez isso por ser um psicopata, isso sim!

    E o que deveria ser REALMENTE DISCUTIDO, QUE É A FALTA DE SEGURANÇA E EDUCAÇÃO, FICA EM SEGUNDO PLANO, POIS NÃO É DE INTERESSE DE NINGUEM!!!!!!

  70. 03/05/2011

    Sinceramente no meu ponto de vista não a mais o que comentar sobre tal assunto. Estou mais que saturado!

  71. carla head field montinegro
    04/05/2011

    vei isso e uma palhaçada da emissoras de tv e do governo
    eu adimito que sou viciado em jogos mas mas eu posso afirma que eu e a minha familia e meus amigos e os contatos por msn e orkut todos nos jogamos jogos violentos
    mas e nem um momento saimos atirando em alguem o batendo ou torturando e por ai vai
    se eles querem que larguemos esses jogos intaum ta nos largamos eles mas os govenos larguem seus exercitos dem nos motivos pra viver fora de nossas casas um pouco pq esses jogos so são passa tempo
    se o os jogos vão ser excluidos vamos exclui a pornografia na tv a violencia na tv e nos filmes tb mas violencia eu naum to so falando de filme de ação naum eu tb abranjo todos os vilmes que tenha qualquer dipo de agreção desde akeles de palhaçada em que dão tapa na cara aos que esfaqueiam uma pessoa ate a morte
    os jornais naum poderam expor violencia na tv os desenhos tb
    vamos banir todos e quais queis tipos de luta pois se vc treina vc vai bater em alguem pois vc naum aprende a nadar so pra olha a agua da picina rio ou corrego
    e se e vicio de adrenalina como a mediaca no video da recor falou entaum vamos ecluir corridas de carros cavalos bicicletas pois se e vicio de adrenalina
    ele começarar como corredor e terminar como pscicopata pq a corrida naum sustetara mais o vicio de adrenalina eu naum vou saber dizer da onde eu vi este estudos mas um coisa eu eu me lembro que 70% dos aventureiros depois que chegam ao seu objetvo se matam pois naum a mais motivs naum a mais conquistas naum a mais meritos a ganharse naum a isso alguns vão procurar essa adrenalina e agreções
    e o alcoo tb tem que ser excluido o por assim vai
    poderia continuar falando mais mas naum ha motivo a unica coisa que o governo que e o seguinte que nos se oucupe com outra coisa e a tv que nos de audiencia a eles pois nestes ultimos tempos a tv aberta que a que ta mais atacando os videogames ta perdendo o publico pros video game
    aos que querem bater um papo comigo aki meu msn [email protected]

  72. 10/05/2011

    Eu sei qua a conversa pode ter ficado meio antiga, mas eu só achei esse post agora e tenho uma boa notícia com relação a isso.
    Boa e má na verdade, porque o que eu tenho pra dizer aconteceu no EUA e não aqui, mas já é alguma coisa.
    A Associação Americana para Financiamento de Arte (NEA) fez uma declaração semana passada, acho, oficializando os jogos como obras de arte.
    A notícia completa está aqui: http://www.escapistmagazine.com/news/view/109835-Games-Now-Legally-Considered-an-Art-Form-in-the-USA
    Isso significa que pelo menos lá, quem quiser desenvolver um jogo agora pode ter financiamento do governo, porque é reconhecido como arte.
    Não precisa nem falar que as diretrizes de licença poética e artística se apliam a jogo agora que eles são oficialmente reconhecidos como arte.

    Tudo bem que aqui no BR temos problema até com arte canônica sendo banida por aí (vida última Bienal), mas já é um argumento contra esse ridículo de reportagem que, de tão ridículo me fez até rir.

    De qualquer maneira, confira essa notícia se você puder.
    É uma boa notícia.

  73. Erick
    11/05/2011

    Repriso aqui meu comentario do post da Rebeca “Videogames Malignos”:
    “Um videocassete ligado é uma televisão desligada” esta frase foi dita por Boni em 1983 quando ele era um dos figurões da rede Globo na epoca. O ataque aos videocassetes não foram adiante apenas porque a emissora percebeu que mesmo assistindo filmes, eles ainda eram usados para gravar novelas, já os videogames… Pode parecer ridiculo, mas o motivo é este mesmo e o ataque se intensificou nos ultimos anos pois os jogos foram ficando mais complexos e exigindo mais horas de televisão “desligada”. Hitler foi responsavel por mais de 40 milhões de mortes na 2º Guerra Mundial e tenho certeza que ele não jogou GTA ou CS , o proprio aparelho de tv estava nos seus primeiors anos de vida. As emissoras de tv tentam usar um problema socio-politico para atacar seu principal “concorrente”. É ridiculo!

  74. vinicius
    14/05/2011

    tenho uma coisa pra falar pra quem fala isto, Morre diabo!!

    kkkk

  75. penelopes
    04/11/2011

    Gente, os games só usam imagens violentas já existente na vida real, é um absurdo dizer que a vida ficou violenta sendo que a violência nasceu antes dos games, que demagogia…

  76. IronWolf
    14/01/2013

    “quando nao é nois que mata eles que mata”
    “o jovem deixa claro a violencia dos jogos tem de ser igual a vida real”
    ONDE ELE FALOU ISSO???? ELE DISSE ALGO COMO “SE A GENTE NAO GANHAR, ELES GANHAM”

  77. Fernando
    01/03/2013

    Eu Jogo Mortal Kombat desde Criança tenho todos os Jogos
    Residente Gta e Nunca sentir vontade de Matar ninguem mesmo ela fazendo a maior raiva
    acho que essa Historia de dizer que o Jogo influenciou é bestera
    eu Jogo Mortal kombat desde 2004 quando era Criança tenho todos os Jogos e sei todos os Fatalitys e nunca jamais na minha Vida pensei em Jogar acido em alguem ou arrancar a cabeça ou até mesmo enfiar facas na cabeça de alguem
    Ser assasino vai da pessoa todos sabemos o que fazemos não somos deficientes mentais
    agora acusar um jogo por cometer tal ato
    puts fala serio

  78. [email protected]
    02/04/2013

    Olha como as coisas mudam! Antigamente o máximo de jogo violento que as crianças e adolescentes alcançavam era o Mortal Kombat( apesar que já tinha o Doom, Duke Nukem 3D e Quake, mas esses eram só pra quem tinham PC’s ). Agora as crianças jogam até Manhunt! Que absurdo!

Crie uma conta no gravatar.com para colocar sua foto nos comentários.

Sempre que comentar em algum blog com o email cadastrado, aparecerá sua imagem.